E depois existe o outro lado da moeda, igualmente prejudicial, que é aquele em que "tudo o que fazes é bem feito e os outros é que estão errados". Outro comportamento típico português. "O meu filho é o melhor filho do mundo. O meu filho não tem defeitos. O meu filho é lindo. O meu filho é talentoso. O meu filho porta-se sempre bem. Eu vou estar sempre do lado do meu filho". Ou lhes damos na cabeça a dizer que não prestam, ou lhes estragamos com mimos e ilusões. Ídolos é um programa que mostra isso. Temos os talentos brutos, muito brutos, talhados para brilhar mas que não fazem. Parecem ter medo. E, se se esforçam, o medo de errar, da rejeição, é tão forte que atrapalham a prestação. E não conseguem brilhar para ofuscar. Depois temos os que se acham muito bons e são incapazes de avaliar com clareza as suas capacidades, porque a mamã sempre lhes disse eram os melhores. E claro, há uma terceira espécie... os que foram gozados e humilhados e superaram isso criando ilusões. Por exemplo, uma pessoa que não canta bem porque não tem boa voz mas gosta tanto de musica que se põe a estudar, tocar e cantar. Os amigos gozam com ele na brincadeira e não percebem que o estão a magoar para além do ponto desejável. Para o combater, ele cria a ilusão de que é perseguido e não vê que existe razão na crítica, só não está correcto o método da expressar.
Ídolos 2010
E depois existe o outro lado da moeda, igualmente prejudicial, que é aquele em que "tudo o que fazes é bem feito e os outros é que estão errados". Outro comportamento típico português. "O meu filho é o melhor filho do mundo. O meu filho não tem defeitos. O meu filho é lindo. O meu filho é talentoso. O meu filho porta-se sempre bem. Eu vou estar sempre do lado do meu filho". Ou lhes damos na cabeça a dizer que não prestam, ou lhes estragamos com mimos e ilusões. Ídolos é um programa que mostra isso. Temos os talentos brutos, muito brutos, talhados para brilhar mas que não fazem. Parecem ter medo. E, se se esforçam, o medo de errar, da rejeição, é tão forte que atrapalham a prestação. E não conseguem brilhar para ofuscar. Depois temos os que se acham muito bons e são incapazes de avaliar com clareza as suas capacidades, porque a mamã sempre lhes disse eram os melhores. E claro, há uma terceira espécie... os que foram gozados e humilhados e superaram isso criando ilusões. Por exemplo, uma pessoa que não canta bem porque não tem boa voz mas gosta tanto de musica que se põe a estudar, tocar e cantar. Os amigos gozam com ele na brincadeira e não percebem que o estão a magoar para além do ponto desejável. Para o combater, ele cria a ilusão de que é perseguido e não vê que existe razão na crítica, só não está correcto o método da expressar.
Casa dos Segredos - estreia
Mais um reality show trazido pela TVI em parceria com a Endemol, por altura da comemoração dos 10 anos da primeira emissão do Big Brother e, também, com estreia no dia em que a SIC fez 18 anos!
Bem, falando do programa...
3. Outra coisa cuirosa a apontar é que todos eles entram naquilo com grande aparafato. Para quem só vê luxo através da televisão, isso deve afectá-los bastante. Mas nem é por aí... aqui aponto o próprio meio televisivo, onde as aparências vendem tanto. É engraçado vê-los e vê-la a chegar à casa todos produzidos, de cima abaixo, explorando os seus pontos fortes, a beleza e a juventude. Mas depois o concurso continua e dentro de casa são como qualquer outra pessoa... perdem o glamour, alguma beleza e não se percebe mas quem é manequim ou foi manequim, pois não passam de pessoas comuns. Já houve no passado quem não sendo nada disto mas se achando tudo isto, fizesse questão de acordar todos os dias já maquilhada e de pestanas falsas colocadas. Curioso que quem esteja no meio não passe a imagem que seria vantajosa mostrar... aquelas calças terríveis da concorrente que tem o namorado lá dentro!
4. Os segredos... já não sei quais são mas tenho palpites. Começo por Doriana. Acho ter sido ela a participar num Assalto. Deve ter roubado o patrão. Talvez fosse menor e nem tivesse ficado com cadastro...
Outros segredos já se sabem pela imprensa. Hoje soube que a acompanhante é a "tia" loura - aliás, parece ser boa pessoa. Não creio que seja um segredo muito bom de guardar. As pessoas depressa chegariam à stripper que ela já confessou ser. Fez bem em revelá-lo. Mas daí a acompanhante é quase a mesma coisa...
O cúmplice da voz... acho que é um dos rapazes, o Zé MIguel ou o Ivo. Mas não sei com certeza. Talvez não seja o político, porque senão ia logo começar a sua carreira conhecido como sendo BUFO. Talvez seja o Ivo, que me faz lembrar alguém com problemas de droga e tem uma postura que pessoalmente não gosto. Foi o único no confessionário que falou com desprezo. Acho que tem muitos problemas emocionais ali que a maturidade não curou.
Os irmãos... mas havia dúvidas que esse seria o primeiro segredo a ser descoberto? Claro que não! Para mim não foi surpreendente. Acho patético achar-se que não se consegue distinguir gémeos. Nunca me aconteceu. São pessoas diferentes, distintas, isso acaba por passar. Aliás, logo no primeiro dia, na primeira troca, alguém logo disse que o rapaz estava "diferente". E estava!
Bem... depois logo se vê. Este é um programa que vou vendo quando der, à semelhança do que acontece com quase tudo que agora passa na televisão. A TV está diferente, passou a ter um papel secundário na vida das pessoas, ainda que esteja ligada quase 24h por dia. Já não faço NADA que não seja às duas ou três. O computador e a internet é a prioridade. A TV está ligada e funciona para agarrar os ouvidos. Aliás, já estive a ler um livro enquanto esperava algo no computador à frente e ouvia a novela na televisão. Esta é a nova realidade.
Achas que sabes dançar? - considerações
Aguardava com gosto a chegada da versão portuguesa do programa "So You think You can Dance?", que via entusiastamente no canal FOX, na sua versão estrangeira. Vi duas épocas, pelo que gostei mesmo do programa. Deslumbrava-me com as coreografias fantásticas, tão cheias de mensagens, tão bem executadas. Os bailarinos faziam-me cair o queixo. Todos tão bons, mas tão bons! Fantásticos! Performances espetaculares. Quando descobri que Portugal ia buscar este formato, fiquei contente mas pensei cá com os meus botões: será que temos em Portugal quem saiba dançar assim?
Pois temos! E ainda bem que esta minha dúvida foi rapidamente esclarecida, à medida que os programas avançaram. O que vejo neste grupo de jovens que, como tantos outros, concorreram ao programa, é talento puro, tal como os jovens do outro lado do oceâno. E fico muito feliz.
O que se passou foi que cheguei a duvidar que em Portugal se ENSINASSE dança assim. É um universo que conheço muito pouco ou nada, um muito próprio, meio ausente do grande público. Não é de DANÇA que se fala em televisão, não existem muitos espectáculos e, o máximo que se vê divulgado na TV, são os jovens na noite, a dançar nos clubes, nas notícias sobre bebedeiras ou excessos juvenis, ou nos filmes com basicamente a mesma temática adolescente. Quero com isto dizer que o que conheço sobre dança é apenas aquilo que o meu gosto consegue apreciar. É um misto de intuitivo com prazer pelo belo e emoção.
Sobre o programa Português em particular, fico contente por ver jovens talentosos. É um alento! Que ar fresco para o olhar, entre tanta mediocridade televisiva! Eles agradecem muito à SIC e à Endemol, mas nenhum deles criou e pensou no formato... limitaram-se a copiar. E a reputação da Endemol em relação aos contratos com os artistas, é de "prisão perpétua". Ainda assim, não deve ser fácil em Portugal fazer-se um programa com este calibre, embora sempre existam meios de conseguir capital para o investimento. Acho até que o surpreendente nisto tudo, é que o programa tenha ido parar à SIC! Normalmente, TVI e RTP é que se dão a "Big Brothers" e programas de danças e cantorias. A SIC ficava-se por Floribelas e outros formatos mediocres... mas agora que a Teresa Guilherme produções não faz parte do cenário, abriram-se as portas para a democracia. Será?
Dá gosto ver os movimentos destes bailarinos. E o que me fascina também é ver confirmada a minha tese de que formação é importante, mas não é tudo. Ali estão talentos brutos, self-made bailarinos, que são fantásticos. Jovens que aprenderam na rua a dançar. Isto já me tinha fascinado no programa estrangeiro, onde um bailarino era originário do Haiti e chegou a ser sem-abrigo. Ele era fantástico! E transformou-se sozinho.
Vem-me à mente os "anos luz" de outros aspirantes... talvez agora compreendam. Ou, se calhar, ficam a pensar que, dada a oportunidade também dançariam assim. Deve ser excelente trabalhar com coreógrafos profissionais e contar histórias diferentes vezes e vezes sem conta em registos diferentes e sempre novos. Uma arte!
Como concurso que é, deixa ao critério da sorte a escolha dos bailarinos. O público vota em quem quer continuar a ver no programa e estes votos nunca são concensos. A razão é simples. O público vota mas, quem é o público? O público são os interessados. Aqueles mesmos que vivem em histerismo na plateia. Os amigos e os familiares dos concorrentes. Não são isentos de interesse próprio. A percentagem de público isento que telefona deve ser mínima, arrisco a dizer, abaixo dos 15%. Aliás, esta é uma grande questão entre o programa de lá e o de cá. No nosso não souberam controlar o público, acharam por bem deixá-lo exprimir-se à vontade, e o resultado foi que deixei de ver algumas emissões do programa. Talvez porque, primeiro, não me lembro bem a que horas vai para o ar e estou sempre ocupada com outras coisas e posso sempre ver a repetição. Depois, aqueles gritos, a demora do jurí em opinar, os longos interrogatórios de Manzarra em algumas ocasiões e as brincadeiras estúpidas deste fizeram-me desligar mais rápido. Mas, tirando isso e vendo qualquer actuação, uma pessoa fica agarrada ao ecran.
Pensas que sabes dançar? - Impressões
Estou a ver a versão portuguesa do único programa do género que gosto de ver no canal Fox: "So You Think You Can Dance?". Antes de entrar nas impressões que me dá, tenho de lançar rasgos elogios ao Americano. Primeiro, o juri é constituido por pessoas decentes, que criticam de forma correcta. Não é nada semelhante "America Got Talent". O jurí são pessoas que fazem críticas mais construtivas e dizem tudo o que é para ser dito. Depois temos os concorrentes... um melhor que o outro, todos espetaculares! Uma obra de arte para se ver, sem dúvida. Uma boa dança, é assim...A impressão que tenho ao ver a versão portuguesa ainda não é
nenhuma no que respeita ao juri ou aos concorrentes. Toda ela vem do formato. Não gosto dos efeitos especiais nas imagens. Aquele "borrão" vermelho a tremelicar num frame de segundo, as cores a estourar... anseio pela normalidade. Quanto ao apresentador, penso que o registo podia ser "Menos Palhaço". Porque este é um tipo de concurso que apela a um tipo de público mais maduro e, pelo que conheço da vida, este tipo de palhaçada juvenil já não é muito tolerada por horas a fio, ainda mais em horário nocturno. Só isso: menos palhaçada, com uma pitada de maior seriedade. Talvez mais para a frente. Aqui, na versão Americana, a apresentadora é também ela espetacular. Impressionantemente muito mais alta que qualquer dos bailarinos que pousam ao lado dela, tem também um comportamento muito decente. Ou seja: está ali a viver aquilo com eles. Não é a "palhaçada" e aquela conversa íntima que vi Manzarra ter com concorrentes, que nunca na vida antes tinha visto ou voltará a ver. É aqui que entra a maturidade. Se ele fosse avaliado por um júri, levava o cartão vermelho, mas teria de melhorar a técnica...
Espero que cresça na televisão e ganhe essa maturidade, porque aí seria ouro sobre azul. Se virar mais um "palhaço", por mais que fique bem no ecrãn, também cansará. Beleza não é tudo... Gos
tava de algo tão inteligente e sagaz como o Jay Leno, numa versão Manzarra juvenil...Herman José - a má escolha da RTP
Notícia à momentos (no telejornal) da RTP:
Herman José esta na RTP. Esta notícia, além de importantíssima, é de um interesse enorme!
Lamento profundamente. Existe uma razão pela qual o artista ficou na prateleira todo este tempo. Apesar de, ainda há umas semanas sair no jornal uma pequena nota a dizer que o mesmo não se incomodava de estar fora da televisão e gostava de fazer programas itenerantes, sempre achei isso conversa de TRETA.
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Primeiro, porque a TV vicia e, também, é cómoda. Ganha-se dinheiro, bom dinheiro e afaga-se a vaidade. E se há pecado que penso pertencer a este artista, é este. Um enorme ego, cuja satisfação de todos os seus desejos o fez agir como uma criança mimada. Resultado: teve de ser castigado!
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Agora vai para a RTP... a notícia não podia ser mais devastadora. E incomplecta! Qual é o cachet? Que condições impões Herman José, o mesmo que disse que nunca mais em condição alguma colocaria os pés na RTP, à qual chamou nomes feios? Percebi que música ao vivo é imprescindível, ele assim o disse. Já vai começar a lista de exigências, de extravagâncias, de luxos surpérfluos em tempo de crise agravada... precisam mesmo de Herman na TV? Quem o vê? Traz algo de novo? E, o mais importante... quanto nos custa??
Breaking Bad / Ruptura Total
que aprisiona uma mente genial numa garrafa, quando lhe salta a tampa, tudo é racionalmente calculado e os receios e inibições são substituídos por coragem e intimidação. E é assim que o professor de química vira "cozinheiro" de anfetaminas. Como parceiro recruta um jovem ex-aluno e, de imediato, os dois vêm-se envolvidos em situações que resultam em morte. Para prejudicar, o cunhado de Walter é um agente anti-drogas, especialista na área em que Walter opera. Longe de sonharem que o pai, cunhado e marido carrega mortes nas costas, a família começa a estranhar o comportamento de Walter. É então que este usa o seu estado de saúde, que mantinha secreto, para encobrir as suas actividades ilegais.
o esta começa a sufocar com o próprio vómito (situação que pode acontecer no caso do consumo de heroína e que fez o casal adormecer na posição fetal) Walter reage e, num impulso, levanta-se da berma de Jessie para acudir a jovem. Porém, no mesmo impulso trava o movimento e fica a olhar a jovem até esta morrer. No dia seguinte, Jessie encontra a namorada morta e sente-se responsável. Pede ajuda a Walter, que lhe esconde ser o verdadeiro responsável. Nisto tudo, o pai da jovem rapariga, com quem Walter tinha metido conversa num bar em cujo tema de conversa foi os filhos e seus erros, regressa ao emprego, como controlador de tráfego aéreo. E, claro, espero que na vida real não seja assim tão facil como na ficção porque o homem, perturbado com a lembrança da morte súbita da filha de 27 anos, comete um erro que provoca uma colisão entre aviões. O estrondo acorda Walter do seu estado letárgico, onde se encontrava após a mulher o ter abandonado por ter descoberto todas as suas mentiras. Ele olha para o céu e vê o fumo e as chamas, sem sequer sonhar que é o responsável por aquela colisão.
malcom in the Middle, fruto da personagem em si, agora que o actor encarna Walter, acho que o gosto por aparecer em muitas cenas quase nu ou a insinuar nudez é mesmo uma coisa dele, de que gosta. Quem conhece Malcom sabe que, logo no genério, Bryan Cranston aparece nu, coberto com um jornal. Em vários episódios, o seu corpo é mostrado e explorado como se fosse algo que quisessemos ver... e a situação repete-se aqui em Breaking Bad. O próprio cartaz mostra-o de cuecas e sem calças. No primeiro ao segundo episódio, existe nudez total. E continua assim, já que despir as calças parece ser um acto de voyerismo ao qual o actor não resiste, seja em que registo for... (comédia ou este drama). Tem sempre de despir as calças! Que voyerismo! Estou mesmo a vê-lo a levar uma vida dupla, de nudista. Se não tivesse esta profissão andaria no parque de gabardine, a exibir-se para as raparigas e a agarrar-se a árvores. É a impressão que me dá! Malcom in the Midlle
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Mas não deixo de ficar com a impressão que esta família "disfuncional" no écrã também não se dá lá ás mil maravilhas na vida real. São a encarnação dos Simpsons! Fora da série, pouco se soube sobre as suas relações. Para quem convive 6 ou 8 anos, em que uns são crianças que se vê crescer, acho que laços mais profundos deviam sair. A série acabou e cada um foi para o seu lado, sem se saber bem para onde...
.As crianças abraçaram outros projectos longe da representação. Com os cofres cheios de dinheiro, alguns deram para esbanjar no que gostam, numa espécie de rebeldia juvenil pós-trabalho infantil.
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Mas a série é tão rica, que merece um filme. ADORARIA um filme com esta família, agora com os putos crescidos e tão diferentes! O futuro de cada um, quem faz o quê, quem se deu bem, mal, ou assim-assim, como estão os pais mais velhos e com uma criança, os vizinhos, Steve...
Façam lá um filme antes que seja tarde!!
SMALLVILLE
Há muito que esta série merece referência aqui neste blogue sobre séries e programas de televisão.Devia andar pelo ano de 2003 quando a vi pela primeira vez, a passar ao início da tarde na RTP1. Quando começou, logo cativou. No horário em questão e com aquele início, não parecia uma série, mas um filme a começar. Não era, e ainda bem! Os filmes de fim-de-semana são sucessivamente uma porcaria e a série rexuscitou as tardes televisivas para mim. No fim-de-semana seguinte lá estava eu, sintonizada na RTP1, para ver outro capítulo. Quando o episódio terminou, estava excitada. Tive uma vontade enorme de fazer parte daquele projecto!
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Mais tarde, em conversa com uma amiga que dava explicações a crianças aos fins-de-semana, vim a descobrir que também ela se sentiu fascinada por esta série, tendo, inclusive, decninado dar explicações àquela hora, inventando uma desculpa, só para poder ver a série tranquila.
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No ano seguinte encontrei um amigo estrangeiro, que adorava a série! Já éramos três pessoas totalmente diferentes, com interesses em comum. E o mais interessante em tudo isto é que... andávamos, uns mais avançados outros ainda no início, todos na casa dos 30!
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Supostamente uma série que cativava mais adolescentes e crianças que público adulto, SMALLVILLE merece rasgos elogios. Acredito que é uma série que gerações
vão poder continuar a ver. Acompanhar as aventuras de Clark Kent, ainda mais quando este vem personificado no corpo de um actor fisicamente tão marcante, é muito tentador. As similaridades com o carisma de Christopher Reeve, o super-homem do cinema, não passam despercebidas. Ambos dotados de uma farta cabeleira castanha e uns olhos azuis penetrantes, o novo (jovem) Clark Kent tem tiques que fazem lembrar o outro. Embora distintos, a interpretação é tal que parecem mesmo a mesma pessoa! O que só ajuda a história, a série e a personagem..
Novos personagens e situações complectamente inusitadas e inesperadas são o trunfo que, episódio atrás de episódio, enriquecem a série. No início da vida do Super-Homem, descobrimos que o grande amor da sua vida chama-se Lana Lang... mas espera aí: então e a Lois? A Lane? Bem, quando essa entra na história, já na quarta temporada, os dois vivem às turras e ela é até lhe dá um diminutivo depreciativo.
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ela 9ª temporada, agora em exibição no canal FOX NEXT, a situação começa a seguir o rumo da história que tão bem conhecemos... e surge um Clark mais adulto, já não estudante do liceu mas sim um profissional jornalista. E que bem que o fato e gravata lhe ficam!... O rapaz da quinta, que andava de jeans e tshirt azuis e blusão vermelho, transforma-se num ícone de moda de dar inveja ao (imagine-se) falecido Lex Luthor! Mas quem pensa que isso é uma traição à história original, esqueça. Em Smallville, tudo é possível. Pessoas são clonadas, ocupam outros corpos, etc. A morté é assim, um mero ponto de vista.Melhor Momento TV - Boyle
Não me canso de ver o vídeo que revelou a voz e personalidade de Susan Boyle ao mundo. Ainda me emociono com tudo aquilo: com a sua simplicidade, a sua autenticidade, a sua humildade, com o comportamento da plateia, do júri, antes e depois dela ter aberto a boca para cantar!
Soube então que estava diante de uma coisa rara: um momento inesquecível em televisão.
Elejo este como o momento que mais emoções a televisão me proporcionou.
Entretanto, vídeos de Susan Boyle aparecem quase todos os dias no youtube e encontrei dois, um quando esta tem 25 anos em que só se escuta o que canta e mal se a vê, e outro gravado em 1984 onde, visivelmente mais jovem e COMPROVATIVAMENTE bonita, revela ter a mesma presença de espírito, a mesma humildade, a mesma voz, a mesma personalidade tímida que a vontade de cantar esconde na bela voz que tem.
All In the Family - na RTP Memória

True Blood
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todo carinhoso e preocupado com o bem estar dos amigos, que não esconde uma paixão delirante por Sookie. Quando o vampiro chega à cidade, o ciúme desperta. Os dois disputam o interesse de Sookie, mas Bill rapidamente ganha a moça e ela entrega a ele a sua virgindade, numa cena de amor vampiresca. Sam porém, não tem tempo para ficar triste, pois ele esconde um segredo: é um Shapeshifter, ou seja: consegue transformar-se num qualquer ser vivo, desde que possua a sua "impressão genética". Lafayette é ambicioso e, à parte de ser cozinheiro, conduz um negócio bastante rentável e nada legal de distribuição de drogas, entre as quais, a muito procura "V". Trata-se de sangue de vampiro, cujo poder regenerador é quase desconhecido para os humanos. Porém, uma simples gota deste sangue fá-los alucinar melhor que qualquer droga até então tomada. É por isso que alguns humanos caçam os vampiros e é assim que Sookie se aproxima de Bill, ao salvá-lo de um casal que o aprisionou com correntes de prata (sim, aqui a prata imobiliza os vampiros tal como a Kriptonite faz com o super-homem). A moça é depois espancada brutalmente, e só sobrevive por beber o sangue de Bill. Após uma crítica negativa, Jason teme não ser muito bom na cama e decide experimentar "V", o que o conduz a uma erecção preocupante. Acaba por ter de levar com uma agulha pelo "coiso" adentro... duas vezes! O que não impede o rapaz de voltar a "coisar" algumas horas depois, com uma mulher que se atira a ele no bar. Jason fica agarrado e dependente, o que o leva a raptar o vampiro com quem Lafayette troca favores sexuais em troca do sangue.
aposto que foi Eric, o vampiro rival que também quer Sookie... é que este armou uma armadilha à moça e fê-la tomar o seu sangue, ficando assim intelectualmente ligado à rapariga. Bill tinha acabado de pedir Sookie em casamento e esta ia aceitar quando... só Eric podia sentir o que se estava a passar, saber o paradeiro dos dois e agir com tamanha rapidez! Ele é um vampiro bem mais velho que Bill, com 1000 anos, e muito mais forte. Além disso, é o sherife da zona, pois os vampiros também têm uma hierarquia pela qual se regem..
Mal-me-quer Bem-me-Quer
LOST - o fim decepcionante
O tempo é que dá razão.

e "refrescou") nas areias de uma praia em nenhures. As personagens surgem e são eliminadas a um ritmo revoltante, e os critérios são claramente de interesses comerciais, não fosse o elenco criteriosamente escolhido por etnias e nacionalidades. Ali aparece tudo o que precisam: roupas novas, maquilhagem para ficarem mais bonitos para a Tv, e até máquina de lavar! O que é que é preciso que aquela ilha não tenha facultado? Até televisão e electricidade, tudo... escrever assim é fácil!English:
TV show Lost is comming to an end but not all the misteries are going to be answered. Why? Well, the writers of the show say they would come out petulant if they explain all misteries. What a lot of crap! Time always exposes the truth and, for me, this show has never been a true show. It´s easy to write whatever comes to one's mind, targeting the objective of capturing the audience. And with a plot like that, Mars is the limit!! I mean... they could write whatever they whanted to and had no obligation to have it make sense. If you wanted a logical explanation for some story and didn´t got it by the end of that particular season, you could still hope the end will GIVE IT to you all... is soooo easy to write this type of crap!
ALL IN THE FAMILY - Uma família às direitas! - a série intemporal
Ora cá está um episódio inteirinho!
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A história até é simples. Uma família normal americana (tal como os Simpsons!), a dona de casa, o homem da casa com poucos estudos e cultura, e a filha, de mente moderna e ideias diferentes, que um dia chega a casa com um marido! Um rapaz de origem estrangeira, jovem estudante universitário que, por isso, não pde sustentar uma casa...
desempenhavam. Conforme se vê pelas fotos do elenco quando não estão em personagens, os olhos de Carrol O'Connor (Archie) revelam um olhar diferente. Faleceu em 2001 com um grande desgosto que sempre disse levar consigo para a sepultura: o seu único filho (adoptado na Itália) suicidou-se com um tiro na cabeça, quando conversava com o pai ao telefone. A razão foram as drogas. Deixou um filho e a sua morte levou o pai a ser um elemento forte na responsabilização dos traficantes de droga, tendo ganho o processo. Carrol falava italiano fluentemente, tinha vivido na Irlanda, feito teatro na Europa e era muito liberal. Ficou amigo próximo de Rob Reiner (Mike) depois do fim da série. Uma vez este disse que Carrol era mais liberal do que ele. Rob, filho de um conceituado director de filmes, seguiu as pegadas do pai e é actor, produtor e argumentista. Sally Struthers (Gloria) dedicou-se mais ao teatro e a causas humanitárias, pouco se sabe dela e nem uma imagem parece existir. Jean Stapleton (Edith) está reformada e vive em Manhatan. "Fartou-se" de trabalhar e era apontada como uma mulher totalmente oposta à simples, pouco vaidosa e submissa
Edith. Falecida em 2004, Isabel Sanford (Loise) não fez muito mais depois da série. A sua personagem tornou-se um ícone, sendo aproveitada algumas vezes para participações especiais. Teve seis irmãos, todos morreram na infância. De origem modesta, casou com um pintor de casas, que morr
eu afogado em 1960, deixando-a com 3 filhos. Ela então perseguiu a carreira de actriz. Na altura da série, era 20 anos mais velha qu o co-protagonista. Mike Evans (Lionel) faleceu em 2006 de cancro da garganta. Apenas trabalhou em televisão enquanto a série e as muitas spin-oofs estiveram no ar. All in the Familly originou outras sitcoms: Os jeffersons, Glória (não emitida), Archie Buncker's place e Maude, uma das melhores, que lançou a actriz Bea Arthur.









