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Bom argumento e referências inteligentes - SV


Não há dúvida que as primeiras séries de Smallville são muito boas!

Nunca imaginaria que ia ficar tão agradavelmente agarrada e admiro ainda mais a série por me voltar a "prender". É sinal que a qualidade que lhe atribui anos antes não era fruto do meu fascínio, mas algo real. Está lá e qualquer pessoa pode experimentar para ver se lhe acontece o mesmo.

O "truque" está em fazer com que cada episódio comece no auge. É o chamado gancho. Nunca vi um que agarrasse tão bem quanto os de Smallville. São muito eficazes. É admirável a forma como as cenas estão dirigidas. Sei que Tom Welling, protagonista da série, passou a dirigir alguns episódios lá mais para meio e foi responsável por muitos da última temporada. Mas a experiência dos muitos que lhe antecederam e que fizeram as primeiras temporadas é admirável. Tinham ali uma boa equipa!

Acabei de ver o "gancho" de um dos episódios e nada se perde, nem sequer a ironia de Jonathan (John Scheneider) ir na sua carrinha a escutar música country. Nada mais normal e apropriado para o agricultor, certo? Pois! Mas o humor subtil desta cena é que a música que está a passar na rádio é o tema de abertura da antiga série dos anos 70 "The Duques of Hazzard", protagonizada por um então jovem louro rapaz, de apenas 19 anos: o próprio John Scheneider! Gosto quando se cruza, desta forma inteligente, referências de outras séries ou filmes numa obra totalmente diferente. Desde que feito com inteligência e combine com a história, como é o caso.

O primeiro filme a "brincar" totalmente com este conceito foi "Aeroplano" (1980), que ironizava com muitos dos clichés das histórias de filmes e utilizava o humor para reproduzir cenas memoráveis. Acabou por ser um marco por si mesmo e teve direito a sequelas (Aeroplano 2 - 1982). As pessoas gostam deste cruzar de referências!

Noutro dia estava a ver um filme com Julia Roberts, em que ela faz o papel de um soldado que está num avião rumo a "um compromisso inadiável", numa curta visita a "alguém muito especial". Está com pressa e não pode atrasar-se, pois tem de voltar ao sítio de onde estava a sair. Ficamos a saber de tudo isto durante a conversa que a sua personagem estabelece com o homem que viaja a seu lado. Já no aeroporto, este homem cede-lhe a sua limusine para a conduzir ao destino, uma vez que não existem transportes. No caminho, e aqui é que está a piada, o motorista atravessa a rua Rodeo Drive e pergunta à ocupante (Julia Roberts) se alguma vez esteve ali naquela zona, onde se fazem compras. Ela responde:

- "Once. A long time ago. It was a mistake. A udge! Udge mistake!" - fazendo assim referência não só à cena mais memorável do filme "Pretty Woman", que tornou a actriz célebre, como ainda inserindo o diálogo dessa cena!

É este tipo de criatividade inteligente que gosto de encontrar em filmes e séries. E Smallville tem-na, tal como o comprova esta subtil referência à personagem "Bo" e aos "Dukes of Hazzard", apenas por se colocar Jonathan a escutar aquela música na rádio.

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Smallville - estou a (re)ver


Sim, voltar a ver os primeiros episódios de Smallville é muito agradável.
Aquilo está tão bem feito!

Clark é um adolescente e, como qualquer outro adolescente, está um pouco à mercê das hormonas. Quando se sente excitado por ver Lana, ou contente por uma conquista no futebol, vão aparecendo-lhe alguns poderes. E é vê-lo a correr atrás dos pais a pedir ajuda:
- "Pai! Mãe! Quando acordei hoje de manhã estava a levitar"!
- "Pai! Mãe! Tenho uma estranha dor de cabeça e a seguir consigo ver através de objectos"!

Perdido, ele não sabe o que fazer com estas suas capacidades e os pais, com a maturidade dos adultos, ajudam sempre:
- "Calma Clark. É normal. Só tens de aprender a lidar com isso".

Clark não tem muita fé nisso, mas os pais, por mais absurdo que seja mais um novo poder que o filho, assustado, lhes conta possuir, a tudo reagem com calma. Como se fosse normal um rapaz levitar, ter visão raio-x, deitar fogo pelos olhos, ter super-velocidade e por aí adiante. Mas o que transparece é a maturidade de quem sabe que a aflição não leva a nada e, com o tempo, aprende-se a viver com o que se tem e, com sorte, aprende-se a tirar o melhor proveito disso.

Mas não é só esta parte da história que vale a pena ver. Todas as paralelas são importantes também. Lana tem a sua própria odisseia emocional para atravessar, não fosse também ela uma adolescente. Anda à procura da sua identidade, à medida que lida com o facto incontornável de ser órfã e ter saudades da mãe, que procura conhecer pelas pessoas que a conheceram ou pelas coisas que a mãe lhe deixou. Entre elas, um colar com uma pedrinha de kriptonite. Como qualquer adolescente, às tantas precisa de uma mudança de rumo e vai à procura de um sentido para a sua vida: desiste de ser cheerleading na escola (espécie de ginástica acrobática exclusiva do futebol americano, tida apenas como uma simples actividade de claque, mas com grande exigência física) e decide ir servir às mesas num café, depois das aulas. Não é lá muito boa nisso, parte uns quantos copos e é dispensada. Aceita o facto e aprende com a experiência.

E não é isto que é crescer para virar adulto? Fazer as escolhas que a intuição nos diz para fazer, aprender com a experiência e ter maior certeza do rumo para onde se quer (ou não se quer) ir. Isto é crescer. E viver!

Esta densidade do enredo entusiasmante de assistir é ainda mais louvável porque nenhuma outra personagem deixa de ser mais desenvolvida porque a principal conta mais. Todas, desde Lex, de quem tantas vezes sentimos pena, a Martha e Jonathan, Cloé e Pete - cada uma é bem desenvolvida e está inserida na história.

E o humor é inteligente, logo, irresistível. Neste particular episódio, Clark descobre que consegue ver através de pessoas e objectos. É um segredo que ele guarda e que o está a afligir muito. Por graça do destino, as pessoas vão ter com ele e no meio de banais conversas, dizem aquelas frases feitas, que todos nós utilizamos como ironia ou para reforçar um ponto de vista, sem saberem que, para Clark, "Estás a ver coisas!" ou "Parece que consegue ver através de mim!" não são simples expressões, mas um facto! E é irónico! Tem humor. Porque a interpretação dá-lhe a conotação certa e o guião foi construído na perfeição.

Uma história com tanta qualidade deixa sempre umas tantas aprendizagens valiosas no ar. Clark aprendeu esta:
- "Mãe, se pudesses ver o que quisesses, o que farias?"
- "Aprendia a fechar os olhos."


Super!

English version:
To see the first episodes of Smallville is actually very nice.
They're so well done!

Clark is a teenager and, like any other teenager, is somewhat at the mercy of his hormones. When he feels excited to see Lana, some powers pop-up. He then runs to the persons he knows he can rely: his parents!
- "Father! Mother! When I woke up this morning I was levitating"!
- "Father! Mother! I have a strange headache and then I can see through objects"!

Lost, he does not know what to do with these capabilities and his parents, with the maturity of adults, are always helpful:
- "Take it easy Clark. It's normal. You just have to learn how to deal with it."

But Clark doesn't think it's normal and doesn't show much enthusiasm. However, his parents, no matter how absurd is the new power that Clark shares with them, always help by keeping it "normal". As if it was normal for a teenager to levitate, have X-ray vision, throw fire with his eyes and so on...
Martha and Jonathan Ken know that distress leads to nothing and what is important is to learn how to live with what you have and, hopefully, learn to make the best of it.

But not only this part of the story is worth watching. All parallels ones are important as well. Lana has her own emotional odyssey to cross, she's also a teenager, searching for her identity. Has an orphan, she missis her mother and seeks to know a little more about her trough the people who knew her and the things she owned. Among them, a necklace with a stone kryptonite. Like any teenager, sometimes she feels the need to change the direction of her live and goes in search of some other meaning. She quits school cheerleading (kind of acrobatics gymnastic exclusive to football matches, taken only as a simple activity of cheerleading, but with high physical demands) and decides to serve tables in a cafe after school! Not very good at it, she brakes a few cups and it's desmissed. She accepts it, learns from the experience and decides to return to cheerleading.

Isn´t this growing up to become an adult? Making choices that intuition tells us to do, learn from the experience and realize from it what direction one wants (or not) to go. This is growing. It's living!

This plot density is what makes Smallville so exciting to watch and is even more commendable because no other character ceases to be further developed because the Clark is what counts most. All, from Lex, who so often makes us feel sory for him, Martha and Jonathan, Chloe and Pete - each one is so well developed that this engraces the story.

Smallville has a intelligent humor and that is what makes it so irresistible. In this particular episode, Clark discovers he can see through people and objects. It's a secret that he holds to himself and it is distressing for him. By the grace of fate, people come to him and in the middle of conversations, say some phrases, which we all use as irony or to reinforce a point of view, not knowing that to Clark, saying that: "You are seeing things!" (m: imagening) or "It seems that you can see through me!" (m: you know me well) are not simple expressions, but a reality! And it's ironic! It has humor. Along with Tom's (Clark Kent) interpretation and the quality script, it is perfection.

A story with such high quality always leaves some valuable lessons. This time Clark learned this:
- "Mom, if you could see what you wanted, what would you do?"
- "I'll learned to close my eyes."

Perfect!

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Smallville rertorna na FOX

Estava a fazer zapping à procura de um bom filme ou série, mas nada me prendia a atenção. Até que surge algo que faz crescer o meu interesse. Ás tantas na história, tenho a sensação que já vi "aquele filme" antes. Mas é quando a cena termina e surgem os primeiros acordes da música "Somebody save me!", que percebi: é Smallville!

Após exibir o último episódio desta série que teve 10 épocas, a Fox voltou ao início e está a passar as aventuras do "Super-homem" desde o primeiro episódio!

E sabem o que mais? É tocante!
Volta a ser emocionante ver esta série.
Ainda por cima, voltou a cativar-me da mesma forma que o fez 10 anos antes: com a super aditiva história naquele início.

Além da qualidade cinematográfica, é emocionante voltar a ver aqueles rostos, tal e qual como começaram nesta aventura. E deixem-me dizer que Tom Welling era muito sexy! Talvez mais do que actualmente, o que é raro nos rostos masculinos. Sim, era um "miúdo" todo fofinho, que desperta as melhores emoções com aquela sua interpretação do bondoso e adolescente Clark Kent.

Recomendo que voltem a sintonizar Smallville na Fox para acompanhar esta aventura desde o início. Dez anos é algum tempo, pelo que alguns eram demasiado novos para terem tido a oportunidade de ver como tudo começou. Existe qualidade, muita qualidade para uma série televisiva que inclui fantasia. A começar pela realização/produção. Hoje isso é mais comum mas penso que era um pouco menos vulgar ver esta qualidade de efeitos especiais em produções televisivas. Hoje, a TV domina! Já não mais é alvo do preconceito que dominou os seus anos de reinado no século XX. Hoje, conceituados actores de cinema e teatro já não consideram degradante a transição pela televisão, como se isso confirmasse uma descida de "valor comercial". Hoje, fazem de tudo por um papel numa série ou novela! Falo dos actores americanos como Dustin Hofman ou Gleen Close (séries) e dos nossos "tugas" (novelas e séries), que já não andam de nariz empinado para a televisão enquanto louvam os deuses do teatro. :)

Toca a ver pessoal!

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Último episódio Smallville



O canal Fox merece ser elogiado por passar os episódios mais recentes de todas as séries do momento. Enquanto nos canais nacionais estas séries surgem com um relativo atraso, têm também o inconveniente de só ir para o ar um episódio por semana. A Fox não é assim e compreende as novas exigências de um público que, por outros meios, consegue à mesma ter acesso às séries de que tanto gosta. Então, porquê não dá-las de vez?

E é assim que, a passar um episódio novo todos os dias, em poucas semanas o Fox colocou no ar as duas temporadas finais de Smallville.

Finalmente, o rapaz virou homem. Ou melhor: super-homem!


A 10ª e última temporada desta série que começou em 2001 terminou. A Fox emitiu o último episódio hoje, apenas com alguns meses de distância do final exibido nos EUA, em Maio deste ano. Dois meses apenas, portanto!

Smallville foi uma série muito interessante e agradável de ver. Acompanhar o crescimento emocional e físico de Clark e ver um menino transformar-se no herói.

Esta última temporada foi para mim a mais fraca de todas no que respeita ao argumento. Os problemas resolveram-se depressa e fácil demais. A maldade dos vilões não durou mais que uns segundos e senti que não existiram ameaças à altura. Clark e Lois também andaram ali a rodar em torno de inseguranças pessoais, que, sem explicação, ficavam resolvidas num episódio, para retornarem num outro. Senti que estavam a ser menos criativos (e mais preguiçosos) do que o habitual e as histórias foram um tanto repetitivas e desinteressantes.

Considero esta relação de Lois&Clark a pior de todas já feitas. Erica Durance (Lois) não é uma Lois Lane. Não convence. Falta química entre ela e Clark. A actriz peca também pela expressão demasiado estática e artificial. Imagino qualquer outra rapariga naquele papel e sei que o potencial da dinâmica da relação entre ela e Clark seria muito mais interessante de ver!

Érica não proporciona isso. Qualquer mulher que entrou na série seria uma escolha melhor. A actriz que fez de Tess (Cassidy Freeman) acabou por convencer bem num papel que seria difícil para os fãs aceitar, uma vez que veio ocupar o "lugar" do grande vilão (o maior de todos) Lex Luthor! Mas o talento de toda a equipa e da actriz na personagem ultrapassou isso. E foi bom de ver cada segundo!

E era esse prazer que gostava de reconhecer nesta Lois. Mas não está lá. Até acredito que Érica seja uma pessoa fenomenal na vida real, mas na personagem é uma desgraça! Não gosto. Não acredito. Não vejo química. Sei que para os produtores e os fãs a escolha agradou. Mas não compreendo. Quem aprova deve estar a sofrer de um caso grave de contaminação de "Super-homem-mania"! Acho que ficou para sempre provado no ecra que não resulta! Imagino a esposa de Tom Welling (Clark) confortavelmente em casa, sem quaisquer ponta de ciúmes. Não de Lane...

Qualquer outra Lois (Margot Kidder, a Lois dos filmes com Christopher Reeve ou Teri Hacher, da série de TV) é mil vezes melhor.

Tirando isto, a série é fenomenal em todos os outros aspectos. Embora esta temporada seja fraca no argumento, quando tudo parece estar "perdido", o que salva a história é a fenomenal música de John Williams - Superman que chega para "coroar" a passagem de Clark para Super e encerra as aventuras. Esse é mesmo um momento mágico! Pelo qual os fãs aguardaram 10 longas temporadas. Super John Williams, que com  uns acordes criou esta proeza.



Só existiu um outro ponto fraco no argumento: num episódio, Clark viaja no futuro para encontrar-se consigo mesmo no elevador do Daily Planet e mostra-se revoltado e muito inconformado por se ver a si mesmo vestido "à betinho, com óculos e mau cabelo". Achei esta sua vaidade muito fora do carácter. Clark é o tipo de herói que sabe que o aparência não faz a pessoa e não seria inseguro e vaidoso a esse ponto. Mas não resistiram em fazer disso uma piada.
Thumb down!

English Version:

Fox channel deserves to be commended for passing the most recent episodes of all TVseries of the moment. While they pass with a relative delay in the national channels, they also have the drawback of only going to air one episode per week. But Fox understands the new demands of television survival and are in tune with the public that, by other means, can have access to the same series that it so enjoyes. So why not give them now what they will get anyway?


And so, Fox has aired the final two seasons of Smallville in just a few weeks. Finally, we have seen the boy turned into a man. Or better: Superman!

Smallville, that premiered in 2001, has now ended. Fox issued the final episode today, only two months away from the final show in the U.S. in May this year. That´s really good!

Smallville has proven itself to be a very interesting and nice series. But I though this last season to be the weakiest one. Specially the story-line.

In this script, the problems were solved too quickly and too easy. The evil villains did not last more than a few seconds and I felt there were no real big threats to scare us. Lois and Clark also went around personal insecurities, which, without explanation, were resolved in an episode, to return in another. I felt this was just a way to prolong a storyline and I felt bored. The plots seemed to be less creative and the general creative team a little bit more lazier for their normal standards. The stories were somewhat repetitive and uninteresting.

I consider this relationship of Lois & Clark the worst ever made. Erica Durance (Lois) is not a Lois Lane. The lack of chemistry between her and Clark is an insult! The actress also fails to convince due to her rigid facial expression. I imagine any other girl in that role and I know that the potential dynamics of the relationship between her and Clark would be much more interesting to see! And I crave it!

Erica does not provide that. Any woman who entered the series would be a better choice. The actress who made Tess (Cassidy Freeman) ended up convincing in a role that would be hard for fans to accept, because she was the producer's solution to substitute the best vilon ever: Lex Luthor!

It was delightful to see every second!

I do believe Erica is a phenomenal person in real life but has Lois... Oh, terrible! I do not like. I know the producers and fans liked the choice. But I do not understand. Who approves this television romantic relationship must be suffering from a severe case of contamination of "Superman-mania!" or "big-fake-boobs-in-blond-hair-virus" of some sort! I think it's now forever proven on screen that their chemestry does not result! Maybe that's why there were so few kisses between the couple and they were all very... smuchy! Clark's kisses to Lana were so much hotter!!

I imagine Tom Welling's (Clark) wife comfortably at home, watching this romantic kisses, laughting without any jealousy. Not of Lane...

Any other Lois (Margot Kidder, Lois movies with Christopher Reeve and Teri Hacker, the TV series) is a thousand times better.

Another weak point in the argument is the episode where Clark travels to the future to meet himself in the elevator of the Daily Planet. He reveals himself upset and very unhappy with his future "bad hair-cut and gorky glasses" appearance. I found this vanity very out of character. Clark is the kind of hero who knows that the appearance does not make the person and he would not be vain at this point. But thw writers(?) could not resist making it a joke.. :( It's kind of a spoiler.

Apart from that, the series is phenomenal in all other aspects. Although this season is weak in argument, when everything seems to be "lost", John Williams's music composition saves the moment and makes history, "crowning" not only that moment, but all the work done untill, and it is phenomenal! It is emotional. The chords just tell a story themselves and what they are saying is how Clark is in his way to save the world, has Superman. This is really a magical moment!

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Homenagem ao Rotações


Está na altura de confessar uma coisa: gostava muito de ver o programa desportivo "Rotações" na década de 90. Comecei a vê-lo de vez em quando. Aquilo cativava-me. Nada entendo de desporto de automóveis, não é algo que queira propositadamente acompanhar, mas, graças a este programa, comecei a perceber bastante de algumas coisas e a sentir interesse por elas. Por esta razão, achei que merece uma devida homenagem aqui no TV e Sitcoms.

É preciso situar um pouco a situação da televisão na década de 90.
Primeiro que tudo, só existia a RTP. Que tinha dois canais. Só. Mais canais na televisão, só se uma pessoa tivesse antena parabólica, o que era o meu caso. Tinha também um aparelho televisivo comprado no estrangeiro equipado com um comando remoto - coisa rara, muito rara, num país onde só existia uma emissora e era costume as pessoas levantarem-se do sofá para mudar o canal. Mas a maioria, como que a adivinhar já um certo sedentarismo, deixava a TV sintonizada na RTP 1, negligenciando o outro canal. Só tinham de ligar a televisão antes de se sentarem! E desligar depois de usar! Nada de consumo desnecessário de energia por ficar em stand-by! Só possível com comando remoto... :)

Com o aparecimento das cruzinhas no canto do monitor - que piscavam a avisar que um programa ia começar no canal que não estava sintonizado, as pessoas começaram a gostar mais de mudar de canal para satisfazer a sua curiosidade sobre o programa que ia começar. Foi o início do apelo ao zapping! :)

Mas estávamos longe dos hábitos que hoje conhecemos!
Imagino o tipo de doenças que vão afectar a maioria das pessoas da minha geração no futuro cada vez mais próximo: tudo ligado com o uso (e abuso) excessivo do movimento repetitivo dos dedos e do pulso. Alguma vez pararam para pensar quantas vezes se tecla num computador ou num comando remoto? Por dia? Pode ser assustador. Eu devo fazê-lo 20.000 vezes! Ou mais. É só contar os caracteres de um texto. Só hoje já preenchi por volta de 20 páginas! Para não falar das vezes que andei a "surfar" pelo menu do telecomando - que detesto (Zon iris, versão barulhenta de uma box com capacidade de gravação).

Voltando ao Rotações, tenho pena de não saber quando é que o programa estreou na televisão. Sei que já vai longo e critico a RTP por não divulgar um pouco mais sobre a longevidade do programa. Sim, porque ele ainda anda por aí!

Porém, quero prestar homenagem ao Rotações da década de 90, do início da década. Como adolescente que era na altura, estava mais interessada em sitcoms de comédia, filmes e, claro, telenovelas - que passavam também à tarde na RTP 2. Programas sobre desporto automobilístico não estavam na minha lista de preferências, mas tiro o chapéu ao Rotações porque sintonizava-o e, mesmo desejando mudar de canal, não era capaz de o fazer. Gostava e seguia com interesse a informação que me estavam a passar.

Lembrei de fazer esta "homenagem" ao programa e às pessoas envolvidas na sua criação e produção, porque ele está a ser exibido novamente na RTP Memória, exactamente na década em que me lembro de o começar a ver com regularidade: 1992. Aguardo por uma emissão em particular que, por uma questão nostálgica, preciso de voltar a ver. Entretanto, acabei por o sintonizar e o fenómeno volta a repetir-se: não consigo mudar o canal! Expliquem lá isto, porque agora, é mesmo nostalgia, são notícias velhas, e eu ADORO ver! Já se passaram 20 anos. Parece que foi há pouco tempo, contudo... É um programa e pêras, este! Dura mais que as pilhas duracel! Acho que existiu outro ou que este mudou de nome algures no tempo... não lembro bem. Sei que existiu o Rotações e outro, cujo nome não consigo memorizar, mas é simples como o primeiro.

Posso não saber muito de caras e nomes do desporto automóvel, ou não reter grandes detalhes de informação, mas já sou muito rodado ;) - ah,ah,ah!

Sim, de 91/92 a 94/95 acompanhei este programa com alguma assiduidade. Não conseguia mudar de canal! É que é mesmo estranho este fenómeno, porque não tinha o desporto de automóveis como um gosto prioritário e passou a ser uma espécie de gosto ensinado. Supostamente, devia estar a ver uma novela, e estava a ver o programa.

Do pouco que entendo de automóveis mas do tanto que entendo de programas de TV, acho que este fenómeno se deve à qualidade e riqueza da informação. Os factos passavam para o telespectador com ritmo, interesse, qualidade e, acima de tudo, gosto por aquilo que estavam a fazer. Acho que gostavam muito de fazer aquele programa e agradava-me a forma como o faziam. Acho que, pelo final ou pelo intervalo, o apresentador costumava facultar um dado relevante sobre um acontecimento desportivo naquela data no tempo. Era fenomenal. Serve esta homenagem para prestar um singelo reconhecimento ao programa e ao trabalho dos envolvidos - inclusive os desportistas e os comentadores levados a estúdio. Adorei-vos e fascinaram-me. Desculpem por falhar em mencionar nomes e não dar a esta "homenagem" o devido rigor, facultando mais detalhes mas, esta é já a 22ª página de muita teclagem! eh,eh,eh

Parabéns ao Rotações.

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50.000 para António

Quem leva os 50.000 euros para casa é o António.

Um dos meus familiares acertou no palpite assim que soube que a "torcida" do António estava sentada na parte superior da bancada. Será que esta "geografia" de estúdio, dita, de facto, os vencedores? Até acho que sim, uma vez que, pelo que conheço de produção televisiva, quer-se sempre num lugar estratégico aqueles com que se tem de interagir mais amíude.
.
Quanto às torcidas dos ex-concorrentes, voltei a não gostar do que vi da parte daqueles que, simplesmente, apoiam quem for adversário de Ana Isabel. Estavam todos a apoiar a Vera, depois o Ivo mas fixaram-se ao António depois da saída destes dois, comportamento que já tinham tido sequencialmente, na saída de outros concorrentes durante o concurso.
.
Ou seja: não apoiam o António. Podia ter sido o Mané, o Zé da esquina, o Tó dos sapatos... Não querem saber do António para nada! Querem é derrotar Ana Isabel.
.
Houve um momento que gostei menos ainda. Quando Júlia pergunta aos concorrentes quem acham que vai vencer, as pessoas na fila de baixo dizem o nome de Ana Isabel . Jade, e Hugo F. decerto porque acharam a atitude de Vera tão escandalosa quanto eu achei, começaram a dizer as primeiras palavras de "A Casa dos segredos é a Ana Isab...." - música que Vera cantou em quatro refrões aquando a sua chegada ao estúdio, mas com o nome de António. Fizeram-no de forma mais comedida mas, quando o microfone passa para o "andar" de cima, a coisa, como habitualmente, já é dita com mais atritos. Vera volta a cantar o António, levantando-se e fazendo o seu show infanto-narcisista. Mas é quando o micro chega às mãos de Joana e dos despeitados gémeos, que o ataque a Ana é mais directo, se é que se pode dizer que estas pessoas são directas nos seus intentos. Claramente a suspeitar que Ana ia vencer, Joana dá a entender que a concorrente de Guimarães não será respeitada nem amada ao sair. O gémeo faz a mesma coisa, comparando Ana Isabel a Sócrates, que foi eleito duas vezes. Enfim, atitudes muuito feias, no meu entender.
.
Mas venceu António. Nem os fãs de Ana Isabel ficam chateados com este resultado. Esta é a principal diferença de carácter das pessoas. As que têm fair-play, sabem acatar as surpresas da sorte. A própria concorrente Ana Isabel portou-se com dignidade e disse achar que António ia vencer, dizendo-se preparada para tudo. E acredito que estivesse. Provou-o ao longo do concurso.

António venceu e ainda bem para ele! Vi um dos gémeos saltar da bancada para abraçá-lo e outros fizeram o mesmo. Sei que, o que vi, foi a celebração da derrota de Ana Isabel. Para estas pessoas, foi o final à muito desejado. O propósito do jogo deste as suas expulsões era retirar Ana Isabel da Casa dos Segredos. Fizeram o primeiro esquema que resultou na saída de Jade do programa, depois votaram no Hugo F. que, acabou por perder porque os votos eram repartidos por três pessoas (e o grupo ia votar todo nele).
.
A felicidade de alguns ex-concorrentes não estava no facto de António ter ganho. Estava no facto de Ana não ter ganho. É completamente diferente!

Volta assim a ganhar o dinheiro de um reallity show a pessoa de origem mais humilde. Infelizmente, acho que isto significa também que o dinheiro não lhe vai durar muito. Mas, claro, espero estar errada! Só que no meio dele, com as despesas que diz ter, é como se já tivesse gasto o que ainda não tem.
A todos boa sorte e um obrigada!

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Mais perguntas?? (Casa dos Segredos)

O que é que a Júlia Pinheiro está a fazer???

A falar com os concorrentes de novo DENTRO do confessionário para fazer... perguntas de caracacá?
.O programa até estava a correr bem, e agora meteram para aqui adentro esta "barriga"... este "estica o programa com palavreado sem interesse e repetido".
.Júlia diz que tem uma surpresa para o António... só pode ser o telheiro! Será que alguém se lembrou do que eu aqui disse? Para fazer um abrigo não é preciso o dinheiro, é só uma empresa oferecer-se em troca de alguma coisa.
.Parece que Júlia vai mesmo dizer... sim! Disse isso mesmo! Será que o que escrevi no blogue foi uma catapulta? Já agora, se até então ninguém sugeriu o mesmo, até é legítimo achar isso, já que todos vão à internet pesquisar sobre o concurso... seria simpático!
.O pai do "David" (António) nem percebeu que já tinha o telheiro! Tão típico e esperado... :) O homem responde "vamos ver". Claro que sim! Vendo para crer! É mesmo assim que funcionam as pessoas com os pés assentes na terra. Já esperava que, ao fazer a pergunta se "David" devia ganhar, a Leonor Poeiras recebesse como resposta que "sim, para fazerem um telheiro". O pai nem ouviu o que tinha acabado de acontecer, mas sabia muito bem o que foi apalavreado e isso é o que conta para ele. É como se o conhecesse, não tivesse eu raízes nessa terra de Baião.
.
Agora é a vez de Ana Isabel no confessionário e o registo de Júlia Pinheiro é tão diferente durante a entrevista! Das duas uma: ou a apresentadora não simpatiza com esta concorrente, ou até simpatiza e por isso é muito dura! Faz perguntas monocórdicas: "Sim?", "É?" - o que Júlia quer? Com os outros tem no tom de voz mel e com Ana Isabel é mais dura. Ou gosta dela e dá "tuff love" ou não sei...
.
António já ganhou o seu telheiro. Ivo já ganhou o seu pai. Vera já mostrou a sua imagem... acho que Ana Isabel vai levar os 50.000 euros. A ver vamos. Eu fico por aqui nos comentários (acho). Apenas quero dizer sobre o programa que aquela "papagueiada" de vozes a falar em simultâneo durante os directos à casa feitos pela Leonor Poeiras e o Pedro Granger, são negativos :)
.
BOM ANO 2011! Saúde!

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Vence (A Casa dos Segredos) o concorrente.... ?

Que nojo!

Desculpem, mas dá-me nojo quando os concorrentes que saiem começam a cantar o nome daquele que preferem que ganhe e ficou lá dentro. E esse... é sempre o opositor de Ana Isabel!
.O momento mais triste de Vera em estúdio foi cantar "A casa dos Segredos é o António, António, António!". Já não lhe vale de nada, mas é uma atitude triste. Eu acho. Serei só eu?
.
Neste ponto do jogo, em que todos estavam aparentemente a dar-se bem e que afirmaram que qualquer um deles podia ser o vencedor, vai o fair-play pela janela e grita-se pelo nome de um concorrente...
.
Vera até podia dizer, como disse Hugo F. na sua saída (muito pressionado pela insistente Júlia Pinheiro, que quis à força toda arranjar um romance entre ele e Ana) que o concorrente preferido para ganhar é.... X. Agora fazer uma cantoria, é muito mau! Polegar para baixo, mesmo. Pouco diplomático e... novidade! A torcida é sempre contra Ana...
Agora é a
Agora é mesmo aguardar para saber qual dos dois leva o dinheiro.
.
Neste momento estão a passar os segredos dos concorrentes. Só agora percebi o quanto é narcisista o segredo de Vera. "Fui namorada de um jogador da selecção Nacional". Esse segredo, que se vale da fama de uma terceira pessoa, já me fazia confusão. Mas agora é que entendi o quanto é... narcisista! E a concorrente, se formos a ver bem, gostava de falar muito de si e sobre si.
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Devo dizer que não acredito no segredo de Zé Miguel. Até podia acreditar se não tivesse visto o seu pouco sucesso com as mulheres dentro da casa. Na verdade, só acredito se, na equação, incluirem rapazes porque, só mulheres, não acredito mesmo! Julgando pela pouca popularidade do mesmo com as meninas dentro da casa... 250 é muito número. É até estranho que alguém conte! Começou quando? Na pré-primária, ou no útero :)? Foi prostituto?? O mais engraçado é que poucos se importaram, porque poucos se interessaram, parece-me.
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FELIZ ANO, riqueza e saude!

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Em directo do Campo Pequeno

Estou a ver em directo a emissão do programa Casa dos Segredos e acabou-se de saber quem ficou em 4º lugar. Foi o Ivo. Confesso que senti... alívio! Já não é tão importante saber quem vai ganhar, tanto quanto foi saber que Ivo não ficou no top da preferência dos Portugueses.
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Na verdade, qualquer um pode ganhar. Até António, que, julgo, poucos consideram que pode vir a vencer.
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Fiquei com a sensação confirmada em relação à falta de humildade da família (irmão) do Ivo. Provavelmente, um futuro candidato ao mesmo reality, vai-se lá adivinhar ;). O que não gostei volta a prender-se com o que observei na gala de Domingo. Então pai e filho reconciliam-se após anos sem se falarem e eles pensam... no dinheiro? Na vitória? "Não é justo. O meu irmão devia ser o primeiro. Ele merece" - diz o rapaz. PORQUÊ? Digam-me lá PORQUÊ e PARA QUÊ? Logo de seguida deram umas imagens do verdadeiro Ivo, aquele que faz comentários maliciosos, a dizer a Vera, por altura da discussão desta com Vitor, que devia fazer uns cornos no boneco do concorrente Vitor (insultando Ana Isabel, chamando-a de sabe-se bem o quê).
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Vera acabou de saber que é a próxima a sair. Demorou a reagir. Lembremo-nos que a concorrente NUNCA experimentou a sensação de estar nomeada e, há instantes, quando em directo com o estúdio do Campo Pequeno em conversa com Júlia sobre a voz, chegou a dizer: "Vera... estão a gritar...". Voltou a tentar decifrar o seu nível de aceitação através das vozes em estúdio. Talvez tenha confiado demais nessa sua empatia.
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De momento estão a consultar a mãe da concorrente e a mulher ao lado desta praticamente rouba o microfone da mão da Leonor Poeiras para gritar "É injusto, é injusto! Se ela nunca foi nomeada pelos colegas lá dentro...". Enfim, não sabem perder, mas ao menos que soubessem disfarçar bem, como o fez a mãe da concorrente. Compreendo que as claques fiquem destroçadas, mas, acho o fair-play essêncial.
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Para mim, uma preferência pelo António pode ser a surpresa... mas continuo a achar merecedora a Ana Isabel, sem dúvida. Mas pelo que já decorreu, estou satisfeita. Achei que se tudo isto fosse ao contrário, o país ia para a sanita... (porque o programa é uma amostra da vida real, das relações entre as pessoas, isso é real).
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Júlia Pinheiro, a meu ver, continua a "picar" Ana... não é que a concorrente estava a dizer algo simpático a António, e a apresentadora teve de interromper mas não sem antes ser um tanto insinuosa?
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Boa SORTE aos que ficam. Independentemente de quem for o premiado com o dinheiro, que a vida lhes corra bem! A eles, e a mim também :) Já agora ;0)
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Suspeito que os despeitados insistam, daqui para a frente, na versão de sabotagem. Já me contaram que alguns concorrentes andaram em programas de TV a dizer essas coisas. Acho feio. Acho que é uma atitude que demostra mau carácter. Uma pessoa pode ser sincera e dizer o que realmente pensa, sem ser malicioso.
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"Muito bom", "Extraordinário" - não me passam ao lado os adjectivos que Júlia Pinheiro encontra para caracterizar Ivo. É que, desculpem, mas fiquei com a sensação que ela era muito dura com Ana e muito doce e ligeira com outros concorrentes. Lá que permitiu que Vera falasse com pessoas presente no estúdio, isso é indiscutível. A revolta de Andreia na noite da saída do Hugo F. teve razão de ser. A TVI não mostrou muito essa parte, mas Andreia não se calou com o facto de estar ali há tanto tempo quanto os outros, e nunca ter falado com os filhos, nem com ninguém. No resumo, a TVI passou apenas o único instante em que Ana Isabel falou. E digo: a rapariga só fez foi chorar e foi logo para a cama. Falou 30 segundos e Andreia 3 horas. Mas no resumo, as parcas palavras de Ana tiveram quase todo o destaque.
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Vencedor da Casa dos Segredos

Faltam apenas algumas horas para se saber quem sairá da Casa dos Segredos com os 50.000 euros.
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Já aqui disse que torço por Ana Isabel e espero que as pessoas que sentem o mesmo o expressem em votos, já que tenho a certeza que muitos dos ex-concorrentes junto com as suas claques, têm estado, desde a altura da sua saída da casa, a tentar expulsar esta concorrente. Creio que, por exemplo, o empenho dos gémeos, movidos pelo despeito, é bem maior que a torcida dos simpatizantes. Porque, sejamos francos, mais depressa um grupo de antipatizantes elabora um esquema de votos contra alguém, do que um grupo simpatizante por afinidade se dá ao trabalho de votar a favor do concorrente que prefere.
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Mas aconteceu outra coisa durante a Gala de Domingo e no dia a seguir que me incomodou. Diz respeito a Ivo. O concorrente, ao invés de mostrar alguma emotividade por ter estado com o pai pela primeira vez em anos, apenas diz que já não o via há dois anos e meio. Não devia por essa mesma razão, ter expressado outras emoções? Apenas constatou um facto. Não falou como se sentiu, não fez nem um pequeno comentário sobre o que espera que venha a acontecer para a frente, nem sobre o peso que lhe sai de cima... nada. Nada! E não foi por reservas porque, nesta altura do jogo, em que já se descobriu tudo, este tipo de comportamento já não faz sentido. Ainda mais no Ivo!
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No seu vídeo de entrevista logo ao primeiro dia, Ivo disse que ia entrar em casa para "Finalmente, o pai conhecer o filho que tem". Depois, durante o concurso, também disse que já não queria mais nada (o prémio) e que já tinha ganho o que pretendia, quando recebeu um sinal exterior de que o pai estava a gostar da sua prestação (o famoso "cheiro de pai" de uma camisa a si oferecida pela família).
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Ora, por esta razão, e por, pessoalmente, achar que a reconciliação com o progenitor é, de facto, uma conquista tão grande que o resto pouco importância tem, é que não gostei quando, no dia a seguir, ao invés de ouvir Ivo a falar algo sobre o momento emotivo que viveu, este faz referência ao dinheiro: "agora só falta ganhar o... esta m***".
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Além disso, durante a Gala, os únicos familiares a dizerem taxativamente que queriam que o respectivo vencesse, foram os irmãos de Ivo. "Agora quero que ele vença".
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Mais?? Mais vitórias quando ainda estava a quente a maior de todas? A reconciliação com o pai, com toda a família, a união familiar? Tinha acabado de acontecer em directo!
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Acho que se mostraram interesseiros e lhes faltou humildade. A humildade que vi na avó de Ana Isabel e a simplicidade que vejo na claque de António (coitado, está mal arranjado se depender dos seus, porque são pessoas trabalhadoras, não têm tempo para se preocuparem com telefonemas, muito menos têm tempo para ficar a olhar para um monitor a ver o colega sem fazer nada, enquanto eles estão na labuta de sempre!).

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Sinceramente, se as pessoas preferirem o Ivo, considero que Portugal está condenado às más escolhas. Digo-o porque estou a encarar este programa como uma amostra do que é a sociedade. Nesse sentido, ele é muito didático. E, a meu ver, este concorrente não é de confiança. Projecto o microcosmos social deste programa para a vida real e imagino as pessoas a eleger o seu líder político. Quem iriam querer? Ivo, de calções, palavrões soltos e acções manipuladoras, ou Ana Isabel, frontal, resistente? Nesse sentido preocupa-me a escolha do vencedor.
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Mas não podemos esquecer que existem mais "candidatos" que, como disse a avó de Ana Isabel, também estão lá e também podem vencer. António, simples e desprovido de argúcia que, como uma familiar bem disse, é influênciável. E Vera, ou Veríssima, a boneca, um pouco pãozinho sem sal que fica ali porque nem faz bem, nem faz mal, é assim, assim? Em termos de carácter e capacidade de liderança, quem destes quatro vãoos portugueses escolher? Qual destes (o intriguista, a resistente, o influênciável e a boneca) escolheria o povo Português para líder?

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Quero muito saber, porque, como disse, creio que vamos receber uma amostra do rumo que o país vai tomar!

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Beijos a todos e um bom ano de 2011!

PS: Entrem com o pé direito!




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Casa dos Segredos - escolher o vencedor

A semana passada pediram aos quatro finalistas do programa Casa dos Segredos para ditarem as razões pelas quais acham serem eles merecedores do grande prémio. Sinceramente, só uma pessoa me convenceu. E ainda assim, foi por aquilo que dela vi na casa porque, razões externas, como sonhos e projectos, não pareceram ser sólidos ou definidos. Falo de Ana Isabel que, a meu ver, é quem ali superou vários dramas e mostrou ser dona de um sentido de integridade linear.
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Eis as razões apresentadas pelos concorrentes:
Ana Isabel: "Fui e sou uma vencedora, passei por muito aqui dentro, chorei, ri e quero tirar o curso de medicina, que é o meu sonho".
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António: "O gado está ao relento."
Compreendo que corrigir este facto é uma meta importante que faz diferença na qualidade de vida da família. Mas, para construir um abrigo, é preciso ir a um programa de televisão ganhar dinheiro? Não existem vizinhos com tábuas e pregos para ajudar a construir algo improvisado? Não acredito.
Se o contracto com a Endemol não o impedir, o único benefício que António pode tirar desta experiência é usar a sua popularidade enquanto ainda está quente para conseguir que lhe construam um abrigo em troca do uso da imagem. Mesmo com a falta de dinheiro e em crise, talvez tenha sorte e consiga que alguém ainda aposte neste tipo de investimento. Mas não precisa do prémio!

Ivo: "Se calhar não devia fazer mas se ganhar o dinheiro vou isolar-me, preciso ficar sozinho."
What the hell?? P'ra isso não precisas de dinheiro, meu!

Vera: "Para ajudar a minha mãe, para tirar um curso melhor que aquele que tenho, de representação".Que raio?? Outra que não sabe o que quer fazer com o dinheiro, nem porquê!

Neste instante o programa está no ar, com cada concorrente a ir ao confessionário e a encontrar-se com um familiar. (Coitados dos familiares que foram empurrados para este concurso sem o .desejarem!).
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A conversa de António com a sobrinha no confessionário foi, para mim, importante de ouvir. Muito mais rica e genuína que a da concorrente anterior, também presenteada com a visita de um familiar. Vera e a mãe sentaram-se no sofá sem grande emotividade, sem nada para dizerem uma à outra. Sim, existiu a choradeira do costume por parte da concorrente e a mãe disse à filha as palavras da praxe, típicas de progenitora que mima a cria. Mas tirando isso: nada!
Seguiu-se Ana Isabel. A mãe da concorrente, que nem queria aparecer nas galas, entrou agora dentro do emblemático confessionário (lugar ao qual não conseguem mudar o nome na "transição" dos formatos de realitty show). Tal como esperava, a reação das duas pareceu-me muito mais emotiva. Ana saltou do sofá e prolongou-se no abraço à mãe. Isso diz muito. Reparei que António fez o mesmo com a sobrinha. É aquela primeira reacção genuína. Concordo com a mãe de Ana. Esta, de facto, tem fibra e portou-se bem. Deve ser um orgulho imenso!
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Por fim e já como estávamos a esperar, a surpresa de Ivo é o pai. O concorrente que diz ter entrado para o programa para se aproximar do progenitor, o qual não via há dois anos e meio, portou-se como eu esperava: não olhou o pai na cara nem por um instante! Isso perturbou-me, confesso. E pareceu incomodar também o pai, que o chamou à atenção, mas o filho não conseguiu corrigir a sua postura. Dá a sensação que tem vergonha de o olhar nos olhos. Não sei nem quero conhecer a história por detrás da separação familiar. Fico feliz por a situação ter sido revertida. A família é tudo, é importante, e Ivo descobriu-o a duras penas. Infelismente, julgo que há algo nele que não tem "correcção"... mas cada pessoa tem a sua forma de ser e muita sorte tem ele por estar cercado de pessoas que o tentam compreender a aceitar quando, o próprio, se calhar não daria essa oportunidade se estivesse no lugar do outro. Ivo tem, como Ana Isabel disse, charme e isso conta muito para seduzir as pessoas. Mas também mostrou ser intriguista, falso e conspirador. Não podemos esquecer disso porque, a situação, faz a pessoa! Noutro contexto igual, ele voltaria a chamar nomes a terceiros, a ser uma coisa pela frente e outra por trás... é natural que agora, no final, com menos concorrentes, todos se dêm um pouco melhor. A questão é mesmo essa: uma sociedade não é feita de quatro pessoas num universo, mas de muitas. E, nesse contexto, a prestação de Ivo é outra totalmente diferente. O ser humano é que é uma criatura fantástica, que não é taxativo e põe atrás das costas divergências e insultos à sua pessoa. Ana é fantástica nesse sentido, pois afirma que Ivo teve comportamentos impróprios na casa mas também admite que sempre existiu respeito. É uma rapariga com uma boa visão das coisas. Já Vera, é menina, conforme o próprio Ivo já constatou. Um pouco crescidinha mas looonge da maturidade de Ana. Quando chegar à casa dos 30 é que vai notar a diferença e saber o que é hoje!
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Não é segredo: eu torço pela vitória de Ana. Mas logo se verá. Agora, não saberem o que vão fazer ao dinheiro é que surpreende. Espero que estejam preparados... o dinheiro do prémio não vem logo e sofre descontos! Nem a mesada eles devem receber logo... um programa de TV não é um ordenado salarial! Mas, como teve sucesso, vão pagar-lhes até com mais antecedência, embora pareça uma eternidade.
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E assim se aproxima o final do 1º concurso Casa dos Segredos. Como se sabe, nada supera a surpresa do primeiro, mas sempre há espaço para terceiros.

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Casa dos Segredos Portugal

Eis um programa de televisão visto por muitos portugueses. Ao que parece, este programa que passa no canal directo 24h do MEO, é o mais visto de todos. O que é que acham dos concorrentes ainda dentro de casa? São mais o grupo do Vitor ou o de Vera? Quem acham ser o concorrente mais falso? O mais intriguista? O mais genuíno? Qual o preferido e porquê?

E mais importante... quem querem ver sair dali para fora? E... quem escolhem para vencedor?

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CASA DOS SEGREDOS

Mais um Domingo, mais desenvolvimentos neste concurso Secret Story. Acompanhei esta gala enquanto fazia outras coisas no computador e acabei por confirmar uma impressão que já vinha de antes. Júlia Pinheiro não é imparcial com Ana Isabel. Cada vez que a interroga no confessionário, fá-lo pela negativa. Não é isenta. Já com Vera.... também não é isenta, mas claramente uma simpatizante declarada. Com Ana Isabel, parece ter antipatia. A esta concorrente insiste em colocar questões um pouco tendiosas. O papel dela é questionar, mas a forma como o faz... Outra coisa que reparei, e isso desde a gala passada é que, coincidência ou NÃO, a palavra "EXPULSO" não tem sido mais utilizada. Terá sido por terem lido neste blogue o meu ódio declarado a esta palavra tendiosa e cruel? Pode ser... afinal, fazem-se pesquisas para saber a que ponto está a popularidade do programa e dos concorrentes. E a internet é a ferramenta eleita.

Como acompanhante cada vez menos ocasional do programa, sou da opinião que Ana Isabel é o bode expiatório dos desentendimentos que naturalmente surgem nestas circunstâncias de clausura forçada entre desconhecidos. A rapariga tem "sangue do norte", como se diz, fala o que pensa e tem um tom de voz um tanto elevado. Mas isso não é pecado nenhum! Não foi antipática com ninguém nem ofendeu intencionalmente alguém, mas logo decidiram que ela era "alvo a abater". De facto, parece-me uma rapariga forte, por aguentar toda esta pressão. Tem a desvantagem de estar ali com o namorado, o que faz que cada minuto que ali passe custe o triplo do que custa a qualquer outro. O mesmo se passa para ele. Mais mérito têm. Aposto que, noutra desta, não se metem!

A saída de Hugo M. não foi surpresa nem para o próprio. Surpreso fiquei eu. A pesar de já ter percebido o carácter "revolucionário" do rapaz, que revelou-se calculista e consciente das câmaras como ninguém, desconhecia o seu contínuo comportamento para tentar dificultar o trabalho da produção. Colocar o microfone em "mode", pensando que estaria silenciado, esconder-se das câmaras, queixar-se da falta da água quente e do risco de ficar constipado para, de seguida e há noite, decidir ir apanhar banhos de lua com chuva torrencial. Foi nomeado pela voz (não pela Ana Isabel) e, pelo que intuí, a produção até foi bastante condescente, até não poder mais e as regras terem sido claramente desrespeitadas. Hugo M. desafiou a autoridade de forma incontornável e, após a 28ª vez, teve de ir a "castigo". Pareceu-me correcto.

Deduzo que o rapaz ficou lixado consigo mesmo. Tanta frieza e calculismo, para não ser nomeado e acaba por cavar a própria sepultura...

Compreendo melhor a acção da produção ao dar uma missão colectiva de não falarem de si próprios. A tal do Narcisismo... quem falhou, foi quem esperava que falhasse. E agora, ao ouvir as conversas que os concorrentes têm após o directo, acho que deviam dar outra! Vera só fala das supostas reacções do público e da apresentadora às suas tiradas. Faz o filme todo, fazendo com que os outros a creiam muito popular e amada por todos fora da casa. Não é a única a falar de si. Todos falam. Os rapazes adoptaram uma técnica de caça-votos-de-simpatia que, se fosse eu a decidir, proibiria de todo: os clubes de futebol. O primeiro foi Zé Miguel, que insistiu vezes e vezes sem conta que António levasse o "seu" cachecol à final. Uma clara estratega para ser poupado. Estranhamente sem cachecol, Ivo mudou de estratégia e agora, exibe um do Benfica. E assim os homens procuram a simpatia de um grupo, de uma massa.
"Portugal é Lisboa, e Lisboa não vota" - acabei de ouvir Ivo dizer esta frase. É curiosa, no mínimo. Faz reflectir sobre as votações. A meu ver, uma coisa que este pessoal que vai para os reality shows nem sempre entende, é que NÃO É PORTUGAL que vota. Eu vejo, mas não voto. Dificilmente votaria nisto. Acho que não me involvo a esse ponto, de querer remover alguém do jogo. Quem vota são os interessados. Os amigos e familiares daqueles que estão na casa. Os que são mais espertos, mais populares ou têm mais conhecimentos das metedologias de voto e como tirar o melhor proveito das mesmas, está em vantagem. A primeira vez que isso ficou claro foi num Big Brother anónimos, em que uma concorrente de nome Tatiana de quem ninguém gostava e todos votavam para sair, ficou até ao fim. Fez confusão a todos e, no final, deixaram de a nomear, porque não valia a pena e quem a nomeava, corria o risco de ser eliminado na semana seguinte. Se todo o Portugal gostava dela? Duvido. Mas os pais sabiam o que fazer para continuar a alimentar a sua menina mimada como sempre a habituaram.
Ivo e os amigos, no jardim, falam da segurança ao redor da casa e das vozes que conseguem escutar a gritar lá para dentro.
"Vitor, filho da p***" - garante Ivo que ouviu alguém gritar o nome do concorrente, seguido de várias vozes em coro a dizer "filho da p***".
Depois diz que a Catarina disse que ouviu o seguinte: "Ana és uma vaca do car***". Lança a polémica, mas diz que ele não ouviu. Depois repete o que ouviu sobre Vitor, as vozes que o chamaram de "filho da p***". É então que Vera, associando essas vozes às dos seus amigos, diz:
"E o meu nome ouviram?" - Pergunta Vera a direccionar a conversa novamente para si. "Não", dizem os amigos. Muito rapidamente ela sai-se com esta: "E de manhã ouviram!" - "São malucos para virem para aqui todos os Domingos de manhã" - responde Ivo, revelando para quem os está a escutar a esta hora, como eu, que é habitual todos os do domingos de manhã, alguém ir gritar o nome da Vera para as limitações dos muros da casa. Daí a imaginar que as vozes que insultaram Vitor eram amigos dela, parece ter sido uma dedução óbvia da própria.
"Quem ia à barra era o Vitor e o Hugo" - diz Ivo a Vera e a Zé Miguel (o que só disse maravilhas sobre Ana Isabel em directo no programa e agora confessa que a quer fora de casa), ao falarem sobre as nomeações da semana passada. Então Ana Isabel tinha mesmo razão. Acho que fez bem em mudar as suas nomeações, embora ache que Hugo M. teria saído com o Vitor ou com o Hugo F.
Ivo refere-se a Vitor, Ana e Hugo F. como "trio odimira" e diz que são um "bombom" que está guardado para o fim. Os três continuam a falar de nomeações e a fazer contas de quem vai nomear quem e como é que se podem salvar. E eu fico por aqui, que vou dormir!

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Casa dos Segredos

Tenho acompanhado A Casa dos Segredos. Amanhã vão a votos duas candidatas com que simpatizo e, o que é mais curioso, é que as duas estão a ter uma pela outra um respeito mútuo. Cada uma lamenta por si, mas também pela outra. Ouvi à pouco umas imagens em que Ana Isabel diz que vai ser ela a sair. É capaz de ter razão por dois motivos. Primeiro, porque a Jade tem sido a protagonista da semana, iniciando o show por achar que era ela que ia sair. Primeiro ficou tristinha, depois desabafou no confissionário, depois quis revelar o seu segredo, porque preferia que ele fosse revelado na casa e não fora dela. Ana Isabel nada fez para ter protagonismo. Está convencida que vai sair e não apelou ao voto contra Jade. São duas pessoas, cada uma na sua maneira, muito decentes. É, de facto, uma pena a armadilha que lhes estenderam. A segunda dirigida àquele "grupo".


A semana passada não sabia nem queria saber qual dos homens saía. Era-me indiferente mas, tal como os próprios, achava que ia ser o Victor. Ele também, pela reacção que teve. O concorrente expulso também ficou surpreso e indignado, tal como a mãe e o irmão em estúdio. Confesso que não gosto de Victor. Gosto de Ana Isabel e da sua postura, mas o namorado é cobarde. Quando quer, coloca uma voz de pessoa decente e normal, mas não é máscara que consiga aguentar por muito tempo. Parece-me frágil, muito pouco confortável com a sua vida e não percebo nada do que se passa naquela cabecinha de homem de 38 anos! Acho que é inseguro e, a cobardia, prova-a por revelar ser "só garganta" e gostar mais de fazer ameaças e dar bocas nos finais das galas, a sair de uma sala, quando a outra pessoa já virou as costas... e por aí adiante. É aquele tipo que uma mulher acaba por achar sedutor e, algumas, talvez procurem resolver aquela "confusão interior" para ver se o que está debaixo dela merece a pena. Mas isso é tarefa ingrata.


António "lixou" Jade ao nomeá-la. Parte fê-lo por despeito, por a rapariga não lhe dar a atenção que ele desejava. Jade foi muito decente, nunca lhe deu esperanças nem o afastou com mais repúdio do que seria aceitável. Mas o rapaz não percebeu, não entende que não tem quem arranjar ali dentro e que a cosmopolita e muito jovem Jade não procura o seu tipo. Ciumento por esta se dar bem com Hugo F, nomeou-a. A rapariga já devia estar à espera, porque teve uma missão que a tramava para as nomeações. Ia ser nomeada por ter nomeado Renato e por ter se aproximado de Hugo F quando António mostrou interesse por ela primeiro. É triste mas, as mulheres continuam a ser moralmente julgadas por um prisma distorcido. Já Ana Isabel começou a ser perseguida ali dentro sabe-se lá porquê. Ouvi o Zé dizer que Ana já devia estar habituada, porque era a 3ª nomeação dela. Mas está errado. Custa muito ser sistemáticamente votada para sair. Ainda mais quando não se conspirou contra ninguém nem se é responsável por separatismos. Querem passar essa imagem dela, mas não é verdade. E que o Ivo se refira a Victor como "o cornudo" não abona nada a favor de Ana, é injusto e desrespeitoso. Uma mulher já não pode aceitar uma atenção de um rapaz que é logo uma P***. Por favor! Eles é que andam sempre cheios de segundas intenções e são uns santos. É uma mentalidade falsa-moralista. Pior ali dentro é a relação de Hugo M com Joana. Ela, coitada, parece apagadinha e sem interesse. Como dali sai uma actriz é que não me convence. Ele é calculista, mas de uma maneiro muito pouco abonatória. Está a representar e é o menos emocional ali dentro. É frio, calculista e inteligente. Desconfio que, no seu íntimo, também se acha o dono do mundo. Uma combinação que pode ser terrível. Todos os outros já gritaram, choraram, berraram, mostraram estas emoções. Hugo M não. Frio como pedra.
é engraçado quando, com toda a sinceridade algo inocente, pergunta a Hugo F o que é que as mulheres vêm nele. Confessa que não percebe como elas conseguem ficar mais do que 5 minutos a ter uma conversa e, a forma como o diz, sincero e realmente genuíno, é engraçada. O que quer isto revelar? Que as miúdas se sintam atraídas pela carinha laroca de Hugo F não é de surpreender. Mas para um tipo que se questiona sobre o porquê das coisas e procura ser analítico sem ser frio como Hugo M, faz muita confusão.
diz que Hugo F não tem inteligência. E é capaz de ter o seu quê de razão. Ouvi uma conversa em directo do rapaz, que procurava falar de si mas não tinha quem o ouvisse até encontrar os ouvidos tristes de Jade. De facto o rapaz pareceu ter algumas grandes ilusões a respeito da sua prestação no concurso e a respeito dos dividendos que lhe podia trazer. Até falou em entrar numa novela! Que ia ser um excelente concorrente e era o candidato ideal para vencer o concurso, porque ia deixar que dizessem tudo com ele: ir a programas de televisão, entrar em novelas, etc. Como se a Endemol ou a TVi os quizessem para alguma coisa! Quase todos vêm do Norte. Será que é porque assim não os chateiam tanto quando o programa terminar?
Hugo F pode não ser inteligente, mas é esperto. E esperteza ganha a pontos da inteligência, conforme o comprova o dia-a-dia. Tem a esperteza de analizar as pessoas, a esperteza de ouvir as mulheres... inteligência é bom, mas é uma "seca" com diz Jade.

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