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Casa Segredos - novela DIOGO


Cada vez mais embonecado, o pai da Fanny (também conhecido por sr. Fernando) cumpriu a ameaça que fez em directo no programa “Casa dos Segredos” há duas semanas e voltou a marcar presença de “pedra e cal” na gala de Domingo da Casa dos Segredos. Enfatizo “cada vez mais embonecado” porque me parece uma pessoa vaidosa que está, de certa forma, a aproveitar-se do protagonismo para se mostrar e satisfazer a vaidade própria. Em vez de ficar na Suíça ao lado da esposa e da filha menor, abalou-se para cá para se prestar a estas figuras. Já disse que identifico nele muitas atitudes que também vejo na filha, e se o segredo desta é ser uma pessoa vaidosa, consumidora compulsiva, deve seguir o exemplo de alguém, do progenitor. Mas isso agora não interessa nada, como costuma dizer a «outra».
Ao dizer «outra» refiro-me à Teresa Guilherme, que deve ter algum trauma com pessoas boazinhas de mais, pois já percebi que as trata como se fossem falsas. Não gostei de a ouvir dizer, no extra de segunda-feira passada, que o Diogo estava a tirar umas lasquinhas. “Ouvi dizer”, diz ela, ajudando assim a difamar o rapaz que nem jogador é. Mas isso passou, porque é um comentário. Embora tivesse achado no momento que Diogo não merecia ver assim a sua vida enxovalhada em praça pública, por pessoas que já deviam saber melhor porque já se viram nesse “caldeirão”!
Há o “ouvi dizer” e o “vejo e escuto”. A diferença entre um e outro é como daqui à lua! Ouvi dizer que o Diogo tem outra namorada (nada de provas). Ouvi dizer que o Diogo abandonou a casa dos “sogros” sem aviso (nada de provas). Ouvi dizer isto ou aquilo (nada de nada a fundamentar o que for)… mas que raio! Mas vejo e escuto o que a Fanny FAZ
e DIZ ao Mota todos os dias e noites, desde que pisou naquela casa!
Mas porquê, digam-me lá porquê têm tanto interesse em manchar a imagem do namorado da Fanny, que mais não é que uma pessoa que tentou manter-se do lado de fora deste enredo e só não ficou porque o foram chamar para se pronunciar sobre o que estava a ver na TV? O «pai da Fanny» é quem levou o «noivo da Fanny» para o programa numa altura em que todos duvidavam do amor dela e o incentivou a fazer o pedido de casamento. Pedido esse que não foi aceite de imediato e sem hesitações, mas após umas risadas e uma tentativa de se fazer de surda – convém frisar.
E agora percebo em Teresa Guilherme aquela antipatia pelo João Mota e pelo Diogo, que suspeito serem dois indivíduos com muita coisa em comum no que respeita ao carácter e aos princípios. Por apanhar o Mota a pensar em nomeações em voz alta, Teresa Guilherme fez dele o “vilão das nomeações”, apelidando-o de «mafioso». Mas desde quando isso faz de um concorrente pior pessoa do que se mostra? Eu percebi este calculismo de João Mota logo no início, mas não é por isso que deixo de ver a sinceridade e a coerência no seu comportamento. Mota está a “usar a Fanny para se esquivar a nomeações!” - frisa a Teresa Guilherme durante a conversa no confessionário e também depois! Por amor de Deus! Uma pessoa já não pode ser genuína que é falsa e dissimulada, é isso? Estão a esquecer-se que o Mota tinha a simpatia da maioria das raparigas da casa e por causa da aproximação obsessiva e doentia de Fanny este, ainda agora após 52 dias de permanência na casa, não pode sequer cruzar o olhar com outro elemento do sexo feminino, porque Fanny tem um faniquito?? Se fosse, de facto, interesseiro e a amizade de Fanny só lhe interessa para manipular as nomeações, o rapaz teria ficado amigo da Daniela P., que depressa se declarou, e das outras raparigas que lhe acharam graça. Eram a maioria! Mas ele vai ter com ela quando a vê amuada, preocupa-se com ela e tem andado a perguntar-lhe do Diogo, para que esta se lembre dele!
Depois temos uma Cátia, uma excelente jogadora, que não tem inteligência cultural mas esperteza não lhe falta! Nomeia o Marco e o Carlos, tendo dito antes que não o ia fazer. É apanhada a “ocultar” a verdade mas, por ter graça, não cai em desgraça? E aqueles que não vivem da gracinha e procuram a rectidão, são falsos, é isso que entendo da avaliação de carácter que Teresa Guilherme faz de pessoas como João Mota, Diogo e João J?
Teresa entrevista Diogo ao telefone mas mal deixa o rapaz falar. Ele ia explicar que não saiu da casa do “sogro” sem se despedir, mas ela não deixa! Eu, cá para mim, acho que nunca o deixaram sublinhar esta questão. Não lhe deram o tempo de antena que os pais da Fanny «consumiram» para espalhar este boato, até agora muito prometido, mas sempre infundado. Para os pais da Fanny, durante mais de dois anos Diogo foi “um bom rapaz”, mas no instante em que se recusou a continuar a viver a farsa, os pais abalaram-se para Portugal, directos para o estúdio da Venda do Pinheiro, com “uma bomba”, de quem ninguém tinha ouvido falar. Mas a “bomba” foi denegrir a imagem de Diogo. Porque este não se tinha manifestado nem ia se manifestar. A última vez que o tinha feito, por telefone, continuou a defender a imagem de Fanny, mesmo deixando transparecer que algo o incomodava. Nessa noite Teresa Guilherme prometeu que ia conversar com ele assim que chegasse a casa, pelo Facebook. Será que cumpriu? Sempre tive curiosidade em saber.
O “pecado” que Diogo cometeu, pelo qual está a ser crucificado, é o de se recusar a ficar a viver na Suiça e dormir no quarto de parede vermelha com o desenho a preto de um castelo com palavras de amor de sua Fanny, tendo por baixo o televisor a mostrar as imagens desta na cama com outro homem. Crucifiquem-no, vá lá!
Bolas! Mas ninguém compreende uma situação tão clara quanto esta??!
Ninguém tem sentimentos?
Isto está a dar-me a volta ao estômago. Será que estamos assim tão mal de valores nesta sociedade? Que o que é não é, que o bom deve ser vilão, o pecador não é censurado mas o inocente é??
Para piorar a situação, Teresa Guilherme dá voz à má língua ao realçar o comentário de uma menina que está na escuridão oculta da plateia a chamar Diogo de “falso e aproveitador” quando este está ao telefone. É demais! Depois é uma ex-concorrente que se manifesta, porque Diogo desabafa que se sente um concorrente (e tem legitimidade, ou não?). A outra, que nem lembro o nome, protesta indignada: “E nós somos os figurantes”. Teresa Guilherme não deixa escapar mais uma afirmação sarcástica e nada abonatória a Diogo. Esta ex-concorrente abandonou a casa por desejo próprio! Porque lhe faltaram os cigarros! Agora aborrece-lhe a ideia de partilhar o protagonismo (que nunca teve)? Por favor!
O «pai da Fanny», também conhecido por sr. Diogo, ups! Digo, sr. Fernando (é conhecido por ser algo à Fanny, não vejo porquê acusar o outro de se aproveitar de algo que não controla) mostra a quem a filha puxa no temperamento e sai do estúdio que nem uma besta a protestar. Ridículo. Já há duas semanas tinha achado a afirmação dele exagerada “venho cá todos os Domingos e fico lá fora no carro se for preciso para o Diogo não aparecer”. – algo assim no conteúdo. Mas ele é que manda na produção? - pensei eu de imediato.
Pelos vistos manda.
A pesar da patética tentativa da apresentadora em o “absolver” das palavras que, supostamente, disse numa revista – que ele nega, não me atirem areia para os olhos, porque se ele as disse ou não na revista pouco importa, uma vez que o disse na gala! Eu ouvi e vi. Negar para quê? Quando ouvi Teresa G. ir para intervalo a dizer que “tinha autorização do sr. fernando” para falar ao telefone com Diogo, logo exclamei: mas ele é que manda nisto??
Acho que estão a ser por demais condescendentes com o pai da Fanny e muito cruéis com Diogo. Este apenas defendeu-se do que o chamaram em directo com o adjectivo “bonito/a”. Alguém percebeu?? A uma provocação, uma resposta simpática. Coincidência ou não, foi bom ele recorrer ao “truque” da Teresa Guilherme e pedir à Teresa Concorrente para contar como ele é chamado na rua. Ele não é apenas o noivo da Fanny”. Ele é “Diogo, o corno”!
Por favor, digam-me lá, e provem, o que é que este rapaz fez de mal. Porque eu não encontro nada.
Ele não se aproveita da fama para se lançar, isso é mentira. Até pode aceitar convites por causa disso, porque é algo natural. Nisso a Teresa Guilherme, logo de início, disse e bem. As pessoas com um mínimo de entendimento no assunto sabem que estas coisas derivam do protagonismo que o próprio programa origina. Discotecas, bares, lojas etc, todas procuram lucrar com aparições de alguém que esteja a ser muito falado em televisão. Os convites surgem porque quem convida sai a ganhar, não quer dizer que a pessoa foi quem foi atrás, numa atitude fria e calculista que visa o aproveitamento pessoal. Mas aí também entendo: se o rapaz é DJ, com carreira activa, que pretende explorar e tem de levar com esta de «ser corno», porquê deveria armar-se em Rapuzel e ficar fechado em casa a sentir o peso da testa, quando o melhor remédio é trabalhar para esquecer as mágoas? Ainda por cima naquilo que mais gosta e quer fazer carreira? Olhem só a escolha: ficar em casa a ouvir as difamações do ex-sogro, a ser chamado de falso, interesseiro, corno, aproveitador ou ir trabalhar naquilo que gosta? Ainda por cima com o apoio de um manager, rodeado de pessoas que querem passar um bom bocado com a sua música…
Neste programa nada me tem afligido mais do que esta “novela” do Diogo. Já aqui tinha dito que estes programas são importantes na medida em que se aprende algo muito revelador sobre a interpretação que a sociedade faz das situações. Disse-o aquando o CS1 e, nessa ocasião, acabei por ficar satisfeita por ver que afinal, as pessoas falsas que andavam a fazer jogos sujos e se mantiveram na casa até o final, foram os primeiros a ser expulsos pelos portugueses. Se o desfecho tivesse sido outro teria ficado seriamente preocupada com o futuro deste país.
Apenas uma coisa não foi bem como gostaria: a escolha do vencedor. Como se sabe, na primeira edição venceu António. Eu teria preferido a Ana Isabel. Mas esta concorrente tinha tantos ex-concorrentes inexplicavelmente contra ela, que o que todos pretendiam não era a vitória de António, ou de outro qualquer: o objectivo do jogo passou a ser outro: o de derrotar a Ana Isabel. O final foi claramente esse.
Agora, nesta edição, andam a dizer que gostariam de ver uma mulher a ganhar, ou alguém que fosse frontal. Mas que se é para ganhar “outro pastor” ou o “coitadinho”, então perde a graça. E eu pergunto: porquê então não deram a vitória a Ana Isabel? Ela personificava TUDO o que agora dizem querer ver vencer. E uma coisa garanto: António NÃO É nem nunca foi o «pastor coitadinho». Se bem se lembram, ele andava atrás das mulheres de uma forma pouco eficaz, mostrava ser possessivo com a «sua» Jade e tinha muito mau perder. Foi incorrecto algumas vezes. E agora temos o João J., cuja prestação estou a gostar. Ainda não o ouvi a dizer nada de mal. A meu ver, este sim, é um verdadeiro «pastor», no sentido em que utilizo o adjectivo para descrever alguém simples, humilde e com uma postura correcta, que apregoa a união entre as pessoas e o bem estar. JJ cumpre, António não! Portanto, não venham agora dizer que querem ver vencedor o que já tiveram e recusaram e não mais querem ver os “Zés Marias” dos programas, porque muitos deles não eram Zés… este JJ, que na casa chamam de Zé, é um Zé. Mas um muito sexy!

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Casa dos Segredos - exploração e acusações!


Vou escrever sobre um assunto que tem vindo a incomodar-me e refere-se às situações e comentários gerados pelo programa “Casa dos Segredos 2”.




EXPLORAÇÃO NA IMPRENSA
Começo pela capa de uma revista: Com estas chamadas de atenção, nunca compraria esta revista! Ou sequer tenho vontade de a folhear se emprestada. Basta-me olhar de soslaio para esta capa e dar de cara com a palavra “traída” em tamanho gigante, para perder de imediato o interesse.
Uma análise mais demorada pelo resto do conteúdo visual da capa só confirma a impressão inicial. “Vida louca” de Dioguinho - decerto um exagero para criar polémica. Uma fotografia de uma rapariga desconhecida ao lado de um dos concorrentes com a legenda “namoro” “mãe conta como Lu o deixou” – uma óbvia treta. “Unidos por um passado violento” - exploração da palavra “violento” numa comparação de “união” sem sentido. E no final reparo, quase que passou despercebido, no exagero da expressão “Bronca da noite”, colada ao lado do logótipo da Casa dos Segredos. Uma clara distorção que pretende encaminhar o leitor menos prevenido para o engodo.
No interior desta revista passo a anal isar o conteúdo que mereceu chamada de capa. Como previsto, muita parra, nada de uva! O primeiro assunto abordado é o da “união violenta” (Cátia e Marco). Não passa de… nada! Nada do que vem escrito acrescenta algum dado novo ao que já se sabe pela televisão. Novo seria explicarem (e provarem) que género de violência é essa que Cátia sofreu, pois isso sim, ainda não foi referido. Mas não há nada, apenas um desabafo (parcial) de pai. A única referência
da suposta violência vivida por Cátia, cuja revelação mereceu honras de capa e foi utilizada para estabelecer uma “união” com Marco, resume-se a esta frase: “ Cátia foi torturada psicologicamente pelo único namorado que teve”. E com isto, apenas por estar escrito, o leitor deve acreditar que é mesmo verdade (ironia)! É mais difícil acreditar na autenticidade da expressão “único namorado que teve” e encontrar crença na «união» das palavras “tortura psicológica” num cérebro que não tem muito para torturar nem se deixa enganar com a facilidade de que se gosta de apontar pela óbvia falta de cultura geral da concorrente e preguiça para a aquisição de conhecimentos. Porém, para lidar com relacionamentos, a concorrente não tem as dificuldades que claramente possuí para a aquisição de conhecimentos. Daí que deixar-se “torturar”, ainda mais “psicologicamente”, não tem grande credibilidade!
Agora, se esta expressão fosse empregue no João Mota, aí sim, faria todo o sentido, já que desde que entrou na casa que este concorrente tem vindo a ser massacrado todas as noites pela concorrente Fanny, que não deixa o rapaz dormir e agarra-se ao miúdo de 21 anos que estrategicamente se deita na beira mais beira do colchão!
E vou já “saltar” para o assunto que mais me incomoda em todo este turbilhão de acontecimentos gerados pelo programa. O polémico comportamento de Fanny com João M., que arrastou para a sarjeta um rapaz chamado Diogo, cujo único crime parece ter sido gostar da rapariga, de quem era namorado e de quem ficou estrategicamente noivo.
Revolta-me que tudo o que fazem é dar “tempo de antena” aos delírios do pai da concorrente, que tudo faz ou diz que está a fazer, para desacreditar um rapaz que apenas semanas antes e durante DOIS ANOS e ALGUNS MESES disse estimar como a um filho. Revolta-me que este pai, um tal de Fernando, esteja tão empenhado em destruir a imagem do rapaz só para tirar as atenções de cima do comportamento da filha e para isso utilize a imprensa e a televisão para continuamente ENXOVALHAR o rapaz.
Não foi Diogo que andou a atirar-se a outra mulher, muito menos diariamente, à vista de todos, ainda que se tente trazer ao lume acusações não comprovadas de supostas infidelidades. Enquanto se conjectura, sem qualquer legitimidade, sobre a conduta moral do rapaz, que não é concorrente para ser trazido ao barulho desta forma, desviam-se as atenções do comportamento da Fanny, esse sim muito claro! É impossível negar que faz crises de ciúmes ao Mota e que está sempre a ter gestos de afecto e a dizer palavras de amor. E o vilão desta história, só porque o pai da Fanny assim o decidiu, é o Diogo? Por favor! O povo não pode deixar-se levar por estúpido e deixar que lhe atirem areia aos olhos!
Revolta-me que apareça na imprensa “historinhas” de cacaracá para reforçar este complô que o pai da Fanny engendrou para «salvar a face» suja da filha. Histórias cujo objectivo é simplesmente desviarem as atenções da Fanny, recorrendo à difamação.
De todas as “provas” e “testemunhas” que este homem (pai da Fanny) diz ter contra aquele que era «como um filho», nada apresentou para comprovar as suas acusações. E já se passaram semanas! Nem precisa, porque sabe que, por enquanto, pode limitar-se a enxovalhar que provas, essas, ninguém quer saber. E digo mais: foi apanhado numa contradição neste seu ataque acérrimo ao “ex-genro”, e o povo deixou passar a gaffe. Deu-se quando disse em directo numa gala de Domingo, na qual apresentou um bilhete de Diogo e o leu em voz alta, que ele e a esposa não sabiam que Diogo ia deixá-los e voltar para Portugal. Mas no dia seguinte, no programa do Goucha, ele e a esposa afirmaram que o Diogo tinha-lhes dito na véspera que se ia embora!
Então para quê aquele TEATRO com o bilhete e tudo??!
São claramente manobras de distracção porque o comportamento da filha é claramente prejudicial à sua imagem. Havia que arranjar um bode expiatório e Diogo, que já era cornudo e parece ser um rapaz pacato ao ponto de ser uma presa fácil, prestou-se a isso. E tem sido!
Não me custa avaliar o carácter de Diogo simplesmente porque o identifico muito semelhante ao de João M. E assim como vejo e oiço a Fanny a «passar-se» com o Mota sem razão de ser, imagino que com Diogo era o mesmo. Sei que quando oiço e vejo a Fanny a acusar o João Mota de ser um «mulherengo saltitão» estou a ver e a escutar algo falso. Por isso sei também serem falsas as referências a Diogo como sendo um «mulherengo». Sei identificar quando uma mulher é obsessiva ao ponto de distorcer o carácter daquele que «ama». Esta capa de revista procura alimentar esta «polémica» sem razão, ao descrever a «vida» de Diogo «rodeado de mulheres». Grande coisa! Eu podia estar rodeada de mulheres e nem por isso ia trair aquela com quem estivesse! Tal como já o provou o JM. Até parece que, numa discoteca, um DJ nunca está rodeado de uma multidão, composta de homens e mulheres… bah! Estão à procura de pêlos em casca de ovo! Às tantas o rapaz sai do trabalho e vai para casa dos pais, onde está sozinho e ainda a sofrer. Sofra ou não, tenha ou não ultrapassado o trauma de ser traído em directo, a verdade é que ELE é que foi ENXOVALHADO e continua a ser! Será que não são capazes de se identificar com o sofrimento pelo qual deve ter passado, ao ver a mulher que ama e acabou de pedir em casamento a esfregar-se noutro homem e a sussurrar-lhe ao ouvido palavras de amor? A pedir a OUTRO que seja o seu noivo? Please! Isto equivale a milhares de facas pontiagudas a serem espetadas no coração!
Agora, segundo esta revista, o pai da Fanny, que nem um cavaleiro das cruzadas numa missão a favor da «honra e da verdade» da (casta) filha, munido daquilo que pensa ser o seu direito (a inquisição também queimou pessoas na fogueira em nome de um «direito»), parece um ditador (O Saddam Hussein, já que tem o bigodinho) e está a INVESTIGAR (que palavra feia!) Diogo. Não me venham enganar! Não há nada a «investigar». Diogo viveu com os pais da Fanny durante DOIS ANOS e o que ele é decerto que não é novidade para o pai! Se até então gostava de Diogo como a «um filho», é porque a índole deste lhe agradava. Não venha agora difamar o rapaz. Coitado, não fez mal a ninguém! Limitou-se a amar a filha deste homem durante dois anos, para viver este amor teve de abandonar a família e os amigos e mudar-se para um país estranho. Decerto que deixou para trás muita coisa em nome desse amor. E agora, ao fim de dois anos a conviver com estas pessoas sem lhes dar um motivo de queixa que fosse, virou um “alvo a abater” por parte de um homem que diz ter necessidade de o investigar! Se o carácter de Diogo fosse desprezível, o pai da Fanny não o ia conduzir até a Gala de Domingo do programa para estrategicamente o incentivar a pedir a filha em casamento.
Este pai tem-se revelado dono de um comportamento obsessivo, tal e qual a filha. Esta puxa a ele! Enquanto isso a mãe, que deve ser mais pacata, é que fica na Suiça a trabalhar. Trabalha com idosos, o que não é nada fácil e é preciso não se ser egoísta e ainda faz manicures à parte para ter mais um dinheirinho e cuida da outra filha do casal, que é menor de idade, sozinha. Espero que os palpites (sempre certeiros) de Teresa Guilherme não se venham a concretizar e que aquele «bigodinho maroto», de que de resto eu também já tinha observado no comportamento e «saídas» do pai da Fanny, não vá levar à «decoração» da testa da esposa (se é que já não aconteceu no passado íntimo do casal), tal como a filha fez com o Diogo. Por fora a Fanny pode sair à mãe, mas por dentro é igual ao pai e tem o temperamento deste!
Aposto que estes pais descobriram muita coisa que desconheciam sobre a filha assim que a começaram a ver na Casa dos Segredos… As pessoas tendem a revelar-se quando fechadas entre quatro paredes. E é por isso que não gosto do OUTRO LADO das reacções que o programa suscita.
Já me cansei da «pobreza» linear daqueles que apenas se limitam a criticar o programa com aquela «batida» expressão «não tem cultura»! Quero saber quem destas pessoas sintoniza a RTP2 para acompanhar alguns documentários culturais!
Porquê as pessoas se refugiam no escudo da «cultura», quando se fala em reality shows de entretenimento?
E porquê usam a expressão «não se aprende nada», quando se aprende bastante?
Este tipo de reality show não é feito para ser um concurso de cultura geral. Embora tivessem andado a inquirir os concorrentes com perguntas de geografia, o objectivo principal destes géneros de programas é simples: estudar o comportamento das pessoas!
E com isso não se aprende? Sim! Aprende-se e muito! Aprende-se com os exemplos lá dentro e com as reacções que suscitam cá fora. Reality shows como estes podem ser criticados por explorar um pouco isto, mas mais não fazem senão lucrar com algo que sempre existiu e existirá sempre: a curiosidade pela vida alheia. Agora com câmaras!
Estava a ver uma sitcom na qual um casal tem uma avaria no receptor de satélite e fica umas semanas sem televisão. Sem televisão… conseguem imaginar o quanto estavam perdidos?? Tentaram fazer passar o tempo com sexo, jogos de monopólio… mas nada realmente resultou! Até que os vizinhos começaram a discutir. Aí pressionaram os ouvidos contra a porta para tentar escutar melhor o que se passava e disseram: “esta é a minha nova novela favorita”!
E com isto está tudo dito. As pessoas gostam, e sempre gostaram, de meter o nariz na vida dos outros. Que agora a sociedade tenha evoluído de forma a que possamos todos estar unidos para discutir a vida de uns poucos que a sujeitam à supervisão de uma estação de televisão, não é nada de anormal. Até facilita, porque enquanto olham para os televisionados, esquecem-se um pouco de falar das vidas dos colegas e de terceiros mais próximos…
Aprende-se mais com este tipo de programas do que se gosta de admitir. Pelo menos os que forem inteligentes vão aproveitar para reflectir sobre si mesmos. Vão aprender algo sobre a forma como se devem relacionar com os outros e lidar com situações de stress. Gostava de poder resumir estes programas com frases «não se aprende nada», mas não é verdade. Gostava de os criticar como sendo «insípidos», mas acaba por não ser verdade. O que pode acontecer é que ou se vê ou não se vêem. Isso sim, é uma escolha!
Ninguém é obrigado a ver, ninguém é obrigado a gostar. Mas é errado difamar ou relegar este tipo de programas para uma categoria «inferior» só porque são puro entretenimento e não procuram explorar o cariz cultural de um «Elo mais fraco» (quando passou apresentado pela Júlia Pinheiro, foi um repulsivo exemplo do quanto os mais fracos perseguem os mais fortes para os eliminar – revelando o pior que existe no carácter das pessoas de uma forma bem mais vil que a “Casa dos Segredos”).
Nem tudo o que parece é e muitas vezes é nos programas que possuem a pretensão de estarem a serviço de um «motivo maior», que se verifica esta simples realidade: andam todos atrás das audiências!

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Bárbara ou Catarina?

Nunca entendi porquê comparavam a Bárbara Guimarães à Catarina Furtado, e vice-versa, na procura de qual das duas é a melhor apresentadora de TV.

A meu ver cada pessoa tem o seu estilo e por isso, cada um é válido. Catarina, Bárbara, Francisca, Andreia, Néne, Pessoa... não importa o nome! Cada pessoa tem a sua forma de estar diante do público, a forma de comunicar. Não podem, por isso, haver comparações. O que existe são gostos.

De há uns (bons) anos para cá não vejo qualquer atractivo no estilo de Catarina Furtado. Acho-a insípida, sempre igual, sempre no mesmo registo, sem acrescentar nada de novo ou de importante aos programas que apresenta. Esta apresentadora, que chegou a ser muito disputada entre as televisões por ser um «íman» de audiências, acomodou-se na cómoda RTP, ganha o seu salariozinho no final do mês e lá trabalha, tranquila e sem grandes percalços. Não só não aprecio a falta de identidade dos seus programas, como não gosto da ouvir falar. Não gosto daquela voz colocada, propositadamente melosa, um tanto enfadonha e demasiado "ensinada". Não gosto de a ouvir em voz-off.

A Bárbara Guimarães nunca foi tão disputada quanto Catarina Furtado nem alguma vez teve a estabilidade profissional que a primeira aparenta ter, mas penso que se pode dizer que é um rosto da SIC. Admiro a sua disposição para experimentar diversos registos. Bárbara não se fica por um formato, ela tenta todos. Nela identifico a vontade de conduzir o programa, de lhe dar uma identidade e uma coerência. Aprecio isso nela. Acho que fez um bom trabalho na apresentação do programa de talentos. Soube como agir para retirar um concorrente mais abusado do palco, soube como dar apoio àqueles que se sentiram com a rejeição e sabia como fazer tudo isto e manter o ritmo do programa, sem o deixar cair. Isto sim, mostra algum pulso!

Ainda não a vi a apresentar o "Peso Pesado" mas tenho a certeza que o programa está bem entregue e não havia na SIC quem o fizesse melhor. Mas contra uma Teresa Guilherme de quem todos já tinham saudades - e até a própria se entregou à apresentação do programa "Casa dos Segredos" com toda a garra devido às suas próprias saudades, "Peso Pesado", cuja primeira edição também não vi, não tinha qualquer hipótese de bater o outro nas audiências. Penso que a SIC percebeu logo isso e não criou falsas expectativas, embora Bárbara deva «lutar» a cada emissão para cativar o público para o seu programa, sem nunca desistir ou ter o espírito derrotista. Pelo que percebi, ela logo encorpou o espírito do projecto ao vestir-se de forma apropriada à imagem do programa e ao conciliar peças suas com as de guarda-roupa. E nem a óbvia desvantagem a desmotiva ou faz com que manipule a carreira de modo a liderar apenas a apresentação de programas sem concorrência à altura. Ela é sempre chamada para "apagar fogos". Muito criticada, nem sempre pela positiva, tem um tipo diferente da maioria das apresentadoras, que são menos curvilíneas. É uma lutadora, que arrisca e procura entender o conceito de cada programa para o apresentar de acordo com as necessárias diferenças de estilo. Já Catarina, fica-se pelo mesmo, seja a abraçar-se aos concorrentes de concursos de música, seja a abraçar-se a mulheres africanas no programa "Príncipes do nada". É igual.

Pelo menos é essa a impressão com que fico. Pessoalmente as duas até podem ser inversamente mais ou menos simpáticas/antipáticas, mas como comunicadoras que utilizam a TV para se expressar com o público, é isto que vejo. Como comecei por dizer, cada pessoa tem o seu estilo de COMUNICAR. Por isso, fazer comparações não faz muito sentido. Isto foi mais uma análise que uma comparação. Não importa se é a Bárbara, a Catarina ou a Bárbarina! Existe sempre alguém com um estilo diferente, uma imagem fresca, uma forma de estar... e é isto que muitas vezes falta na TV: pessoas diferentes! A RTP é, a meu ver, uma estação cheia de apresentadoras-clone, que não acrescentam nada de especial à apresentação dos programas, não variam muito de estilo ou de "energia". O primeiro canal a entender isto e a mudar as coisas vai sair a ganhar.

Claro que a novidade cansa mais depressa mas, enquanto dura, traz muitos benefícios.

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Grande Teresa! - Casa dos Segredos, a gala


Não levou nem 15 segundos para Teresa Guilherme conquistar 
toda a plateia (em estúdio e em casa) ao começar a apresentar a Gala de hoje do concurso "Casa dos Segredos 2". Com alta energia, a cantar e a fazer rimas e trocadilhos, é Teresa Guilherme no seu melhor, a Teresa de quem o público sentia saudades.


Pelo menos falo por mim. Já estava cansada mas lutei contra a vontade de dormir porque queria vê-la a entrevistar os concorrentes e as pessoas em estúdio. E em apenas 15 segundos, ela faz com que mereça a pena!

Há quem diga que só lhe interessa saber quem sai da casa. Mas eu estou a ver a Gala não porque quero saber quem sai - isso posso saber amanhã. Quero ver o programa porque Teresa Guilherme faz as perguntas que queremos ouvir, porque o faz bem e com graça e porque consegue apaziguar os ânimos e aligeirar os temperamentos, sem grandes preocupações. E não precisa de rebolar pelo chão! :)

Quanto à prestação dos concorrentes no confessionário, cada qual foi marcante. E viva Teresa Guilherme que conseguiu entrevistar um pionés! Sim, porque foi dito que estas foram palavras pronunciadas pela sua antecessora do programa a respeito das capacidades argumentativas de uma outra apresentadora da TVI mas, como ainda não tinha sido posto em prática, tanto quanto sei, pode não passar de teoria. Ao entrevistar João F., Teresa Guilherme provou que é capaz de obter uma longa conversa com alguém que não fala nada! Um autêntico pionés, porque o rapaz não é capaz de elaborar uma frase nem de pronunciar uma palavra com três sílabas. Se João F. tivesse algum problema físico não hesitaríamos em julgá-lo deficiente, um retardado.

A prestação de João M. no confessionário corre melhor em termos de quantidade de palavras pronunciadas, mas também conduziu à manifestação do pai da Fany, que estava presente em estúdio, visivelmente perturbado com aquilo que muitas vezes as pessoas esquecem: quem sofre mais com a participação destas pessoas neste tipo de concursos são AS FAMÍLIAS! Todos são rápidos a julgar aquilo que vêm na TV, isto é um fenómeno natural e há que saber separar as coisas porque, quanto o programa terminar, ficam os destroços!

Depois das luzes se apagarem, tudo perde a graça e se esquece...

O senhor disse que passou de "Bestial a besta" na terra materna (Cinfães, parece-me). Isso foi o que mais me marcou, porque sei, ou melhor, imagino que se dá muito valor ao sítio onde nascemos, quando dele temos de nos afastar. Não só o senhor se afastou, como teve de sair do país. Há muita gente a falar mal de Portugal, mas acho que, se conhecessem um pouco mais da vida lá fora, mudavam de opinião. Claro que há coisas boas fora daqui, mas se calhar são mais laborais e monetárias do que outra coisa. Este país tem muito a seu favor, e isso é que muitos esquecem. Não se sentir bem a retornar à terra deve ser duro...

Bem, mas o senhor estava indignado e, com os nervos, acabou por difamar uma pessoa que não estava presente para argumentar, mais a família deste. Lamento que se zanguem os compadres, porque acredito que se deve lutar por uma amizade e nenhuma deve ter um "ponto final" sem que exista um grande esforço para chegar a um diálogo. É difícil! Talvez das coisas mais difíceis, mas faz as pessoas se sentirem melhor logo depois. Guardar tudo para dentro é que não é nada bom para a saúde... existem corações que explodem!

A professora da Cátia deve cometer Harakiri (suicídio de honra japonês :)), ou então ocultar em vergonha que foi quem tentou colocar conhecimentos de geografia dentro daquela cabecinha. Não sou nenhuma enciclopédia mas sei que não é preciso ser para se saber minimamente de geografia básica! Quem é que nunca olhou para o mapa-mundi? Quer dizer: se África fica a sul ou norte da linha do equador não deve constituir dificuldade alguma!

Cátia e restantes concorrentes: oiçam a Teresa Guilherme, que ela sabe o que diz. Sigam os seus conselhos! Vai estudar miúda, porque quando perderes a juventude, perdes a graça!

Nota alta para outra característica de Teresa: ela realça em estúdio que as palmas que a plateia tão entusiasticamente faz ecoar são de cariz respeitoso. Eu faria o mesmo porque me causa desgosto perceber que as pessoas são fracas de espírito ao ponto de aplaudirem o que consideram a desgraça de alguém, ficando contentes com isso. Adoro que Teresa Guilherme não deixe passar isto em branco e corrija as intenções das palmas. Boa Teresa!

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A.L.F. - Uma coisa do outro mundo

No final dos anos 80 surgiu na televisão Portuguesa e por todo o mundo a série de comédia ALF -Uma coisa do outro mundo, sobre um extra-terrestre que vive na Terra. Julgo que estávamos no ano de 1987 quando estreou. Agora está em reposição na RTP Memória e estive a ver alguns episódios. É com surpresa que percebi ser ainda capaz de a ver com verdadeiro deleite. O que me fez pensar: "Mas o que é que a série tem para justificar este sucesso?"

São quase 30 anos que a distanciam daquela época e as falhas são notórias. O enredo é demasiado simplista e previsível, as cenas estão cheias de clichés e nota-se claramente que se trata de um boneco... mas depois temos a personalidade de ALF, que contrasta com tudo isto. Ele é especial pela forma como expõe os pontos-de-vista. É sarcástico, crítico, questiona, opina, é insistente, tem humor! E mostra tudo isto com diversas expressões faciais.

É claramente um grande feito para a arte de manipular marionetas. Sim, porque ALF era uma marioneta, articulada por indivíduos. Só ocasionalmente foi necessário colocar um homem (Mihaly Meszaros) num fato. Queria dizer que grande parte do sucesso da série deve-se à voz que dá vida a ALF, porque é realmente fantástica, mas não é o caso! A série fez sucesso em todo o mundo mas foi dobrada para a língua do país acolhedor quase sempre. Por cá as séries passam no original e colocam-se legendas (sou acérrima defensora desta prática). Por isto sei o quanto a voz original de ALF é fantástica, adequada à sua personalidade. Descobri agora, graças à poderosa "ferramenta" que é o Google, que quem deu voz ao "boneco" foi o produtor da série/criador Paul Fusco. O outro criador da personagem chama-se Daniel DaSilva (nome tão português!).

Imaginava que a voz de "A.L.F." viria de um actor com prática em dar voz a personagens... o que também pode ser o caso, já que o google ainda não nos explica o percurso de vida (CV) de todas as pessoas..., mas eis como se pode estar enganado!

Existe pouca informação sobre a produção da série. Queria saber mais sobre as pessoas que tiveram a ideia mas enfim: nos anos 80 não se tinha internet!

Então a voz não é decerto a razão principal do sucesso da série. A manipulação do boneco sim, mas só do pescoço para cima, já que os braços tinham uma mobilidade pouco realista, ainda mais visível nas mãos. Uma característica comum nas marionetas. Mesmo a boca, claramente de pano, abre e fecha de forma rudimentar. Mas no meio disto tudo, aquilo funciona. Não é a voz que disfarça a simplicidade da boca do boneco e do enredo. É a personalidade de "ALF" que está bem construída. Como extra-terrestre, ALF consegue criticar os hábitos da sociedade de um ponto de vista de quem está de fora. Como se fosse um Alien (emigrante), numa sociedade diferente da sua. Queria mesmo saber mais sobre as pessoas que imaginaram a série!

RESUMO DA HISTÓRIA:
Gordon Shumway vê-se forçado a abandonar o seu planeta Melmac antes deste explodir por causa do mau uso da energia Nuclear. A sua nave espacial sofre uma avaria e cai na garagem dos Tanner, uma família Americana de classe média que acaba por acolher o extra-terrestre, receosos que o governo (os maus da fita) o capture para fazer experiências científicas.

A partir desse momento passa a ser chamado de ALF (Alien Life Force/Vida Extra-Terrestre) e passa também a ser um elemento da família, constituída pelo casal Kate e Willie, os dois filhos, a adolescente Lynn e o menino Bryan e Lucky, o gato de estimação. Ocultar a existência de ALF dos vizinhos e amigos não é fácil mas a maior dificuldade da família Tanner é aprender a lidar com os hábitos e a personalidade sarcástica de ALF, que não se coíbe de entrar em confusões e, como todos os Malmequianos que se prezem, adora comer... gatos! .

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Casa dos SEGREDOS: Temos Actores!

Vi a gala de Domingo desta última emissão do programa "Casa dos Segredos" e já não tive de colocar o som em «mute». Mesmo tendo vontade de não me esforçar para voltar a sintonizar o programa, os resumos da meia-noite chamaram-me a atenção e, claro, tinha de dar outra oportunidade à Teresa Guilherme! Ainda não matei saudades do seu estilo e, esse, queria mesmo ver este Domingo.

Esta foi uma gala muito mais interessante, deu para dar umas gargalhadas mas antes tivemos de chorar "baba e ranho" com a revelação do segredo de uma das concorrentes.

Entretanto quem sai de casa é a Sónia. Agora em directo em estudo, a concorrente faz questão de frisar que o namorado não é um pau-mandado seu e garante que o seu comportamento foi "estratégia de jogo" e que a ideia é "ser engraçado, cómico".

Quando Fany sair cá para fora vão perguntar-lhe: "Então porquê aquele comportamento com o João M?". A resposta? Claro, é esta: "Não se passa nada! É tudo estratégia de jogo!".

Com esta DESCULPA estes concorrentes vão tentando justificar as suas acções. Todo o choro, as cenas de ciúmes, as brigas por causa da proximidade de terceiros, as esfregas, apalpões e beijinhos... é estratégia de jogo!

O que é que a Classe Artística está à espera para agarrar nestes EXCELENTES actores? Vão já a correr apanhar estes jovens, que eles representam tão bem! O choro, os amuos, é tudo a fingir! Grandes actores, pá!

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Mediocre - nota de avaliação CS

Casa dos Segredos

Não vi o primeiro Big-Brother porque nada daquilo era realmente novidade para mim e não me puxou o interesse. A imensa publicidade que se fez em torno do conceito do programa e o alimentar de polémicas fez-me perceber que a única intenção era manipular as massas para gerar falatório. Quando percebo isso sinto de imediato uma grande falta de interesse, porque, na realidade, é como ter uma antevisão perfeita do que aí vem apenas pelo trailler da antestreia.

Mas aguardava com gosto a chegada da segunda edição da Casa dos Segredos. Apresentada pela calejada Teresa Guilherme que tem um estilo diferente àquele que achei ser o de Júlia Pinheiro: a parcialidade.

Vi e gostei da primeira edição deste programa. Não gostei de a ver apresentada por Júlia Pinheiro, que achei parcial e seca com os concorrentes de quem não gostava, nem tão pouco me agradou os estilos (patéticos) dos co-apresentadores (Leonor Poeiras e Pedro Grangê), pareciam palhaços esganiçados e ligados à corrente da idiotice.

Esta segunda edição ia trazer um pouco do mesmo mas apresentada pela Teresa Guilherme e co-apresentada pela Iva Domingues e a estridente Leonor Poeiras, decerto o programa ganharia outro estilo. Mas enganei-me! O que ganhou "por fora" perdeu por dentro.

Aquilo é medíocre! Não é mau, não é bom, é medíocre! E creio que vai descer tão fundo quanto for possível descer. Neste momento está a dar em directo e eu descobri que adoro acompanhar o programa se carregar no botão "mute" do telecomando.

Porquê é medíocre?
Bem, vou começar pela escolha dos concorrentes.
São todos iguais. Ainda não os distingo uns dos outros. As louras parecem fotocópias e os rapazes morenos são hiper musculados... tudo igual! Parece um mercado de carne de uma única safra: pouca gordura e poucos neurónios.

Gostava de assistir a um programa deste género desde que fosse composto por pessoas com um leque de idades mais abrangente. Isso aconteceu um pouco na edição anterior e acredito que é muito mais interessante ver pessoas de diversas idades a conviverem juntas do que ter um grupo todo muito igual! As conversas que estes tipos têm nem se podem chamar de conversas! Já tive aquela idade, nunca fui assim, mas conheci pessoas daquelas idades ainda muito imaturas, mas este grupo até arrepia! Conversas OCAS, totalmente OCAS, comportamentos típicos de adolescente muito desorientado de valores morais, todos falam de se juntar a alguém na casa, fazem-se casais, em triângulos, é tudo tão INSÍPIDO!!

Este é o segundo domingo de expulsão e já 4 concorrentes vão estar fora de casa e no estúdio. Deviam ser dois mas as meninas desistem por tudo e por nada, com desculpas esfarrapadas, como se não soubessem ao que iam! Uma disse que ia-se embora porque "no momento em que lhe faltasse o tabaco, aquilo perdia a piada". Que futilidade...

Agora está no ar (continuo com o televisor em Mute) uma rapariga visivelmente produzida para ali estar, que segura um microfone perto da boca enquanto responde a umas questões da apresentadora. A legenda diz que é "irmã do João M". Ainda estou para perceber o que faz os familiares de um concorrente se exporem desta maneira.

Toda a conversa que se tem dentro da casa é muito a mesma que governa todo o programa em direto. O tema é sempre o mesmo: SEXO. Seja por meio disto ou daquilo, com mais ou menos palavras, cada insinuação, cada pergunta tem a ver com envolvimentos, triângulos amorosos que já existem em tantos números que até seria de supor que na casa se encontra um batalhão de gente.

Estes concorrentes têm a lição toda estudada. Não se sentem atraídos mas representam em troca de garantirem a presença no programa a o longo das semanas. Como "casais" mantêm os "portugueses", como eles mesmo dizem, na "esperança" de que algo aconteça. Então andam ali a esfregarem-se uns aos outros, em troca disso... bah! Que nojo!

As meninas quando vão ao confessionário falar com a Teresa Guilherme, são umas sonsas. Uma tal de Cátia decidiu incorporar o papel da "divertida que diz o que lhe vem à cabeça e tem piada". Um rapaz (um Marco) decidiu ser ele próprio mas a fazer-se de mais estúpido e mais acessível do que é... enfim. Cada pessoa está ali não a ser ela própria mas a representar aquilo que OUTROS naquelas circunstâncias JÁ FORAM.

Uns querem ser "o casal", outros querem ser "a divertida" e também já elegeram a "MEGERA".

Gosto de coisas minimamente originais e isto de original não tem nada. É um vómito!
Pode até não ser original, mas valer por ser genuíno. Esta segunda edição da Casa dos Segredos não tem nenhuma destas duas coisas (para mim essênciais). Logo, é medíocre.

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