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Terceira temporada de SEGURANÇA NACIONAL

É surpreendente como a TVI coloca no ar a série Segurança Nacional sem qualquer alarido de publicidade. Só pensam em novelas e mais novelas e por isso vão-se dar mal! Nas mãos com uma das melhores séries dos últimos tempos, decide colocá-la no ar nas madrugadas de quarta-feira! E o que é pior: pela indicação da linha da Zon nem a temporada nem o episódio vêm identificados. Não fosse ter visto as primeiras temporadas e não saberia que se trata da nova e esperada TERCEIRA.


Mas sabem que mais? Não vou ver. A falta de respeito e de consistência na exibição têm dessas coisas. Um dia alguém vai voltar a pegar nela e exibi-la correctamente. 

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Jay Leno (+TVI)


Descobri o Tonight Show com Jay Leno em 1996 e desde então nunca deixei de gostar da apresentação e do programa. É um talk-show apresentado por um comediante, com pequenas graçolas introdutivas, algumas observações humorísticas sobre artigos colocados nos jornais e entrevista a dois convidados. Jay Leno faz tudo com naturalidade e leveza. Nada parece forçado como no caso do ruívo e patético Conan O'Brien, com quem existiu um problema com a NBC quando a estação preferiu estender o prazo de apresentador de Jay no programa, quando Conan lá estava fazia anos a aguardar a vez, como um cão esfomeado. Este acontecimento deixou Jay mal visto (vai-se lá entender porquê) e levou a que Conan fosse demitido da estação porque, como mau perdedor e com pouca piada e fair-pay, ressentido, ele decidiu insultar e provocar a Estação no programa que lhe cabia apresentar: The Conan O'Brien Show

Nem posso enfantizar o quanto acho deprimente o comportamento de menino mimado Conan. Até porque nunca lhe identifiquei especial talento e sim, muito egocentrismo. É o tipo de artista que não me diz nada e me faz mudar de canal por querer tanto ser artista pelos motivos errados e o revelar em tudo o que faz. Conan é como um Herman José ou um Malato: conseguem manter longas conversas monólogas todas começadas pelo tema "EU".

Conan fez a estação ter de desembolsar milhares de dólares por adquirir para o seu programa um automóvel topo de gama caríssimo e ter colocado no ar durante bastante tempo música com direitos autorais pagas a ouro. Depois tirou um ano de "sabática", até uma outra estação ter aproveitado a polémica e a celebridade que isso trouxe ao egocêntrico apresentador para transportar um pouco desse zum-zum para a sua estação. Conan foi para a concorrência, concorrer no mesmo horário que Jay Leno e, mais uma vez, perdeu. Perdeu feio, tal como em termos de audiências perdia também na NBC.

O mercado americano é tão grande que não se entende porquê tanta cobiça por um só osso. OK, pode ser o osso mais desejado do mundo de cão que é o show-bizz, mas continuo na minha que os meios não justificam os fins. 

Em 1996 encontrei um Jay Leno cheio de piada, conseguia entender coisas que se passavam longe da minha realidade sem mesmo ter antes escutado sobre elas, tudo graça às introduções humorísticas do comediante sobre política, escândalos e demais temas, nacionais ou não, que decidia humoristicamente abordar. Era um Jay muito mais moreno, nos cabelos, mas igualmente charmoso e com um talento inato. Uma coisa que sempre admirei nele é que naquele que é o seu programa e no qual outros no seu lugar são de uma prepotência e autoritarismo extremo, Jay sempre se mostrou mais terra-a-terra e deu espaço para qualquer outro brilhar. Mesmo os convidados mais ariscos ou provocadores. Jay dá espaço em prime-time, no cobiçado prime-time, para cada um deles conseguir ser visto por milhares de pessoas e receber convites de trabalho. Ver a relação dele com o seu baterista de banda (ao vivo) Kevin Fairbanks progredir deu para perceber isso mesmo. Por vezes não se entendia se as picardias entre os dois eram somente algo escrito no guião para ter piada ou se era algo mais, porque Fairbanks por vezes era espontâneo a interromper Jay para lançar uma farpa para o atingir. E o humorista, sempre, sempre, soube dar troco a qualquer um que lá fosse tentar a sorte recorrendo à provocação. Fairbanks deixou o programa faz alguns anos para se lançar numa carreira de músico a solo. Rumores de desentendimentos circularam mas a verdade é que foi vê-lo, à meses, regressar ao programa como convidado e o que vi foi uma imensa gratidão pela oportunidade de se divulgar como músico a solo no prime-time do programa do Jay Leno. Agradeceu muito, agradeceu a Jay por este se recordar do aniversário dos seus pais e telefonar-lhes a dar os parabéns e perguntar por ele. E lá está: se existiu alguma coisa pendente, ficou resolvida com aquele convite, que mais não foi que uma oportunidade para um Kevin Fairbanks agora sem os fortes holofotes do prime-time em cima de si, poder ter um novo fôlego na sua carreira a solo. 


E o que eu ri com Jay! As suas "headlines", a forma como responde a uma provocação dos convidados sem retaliar com maldade. E acima de tudo, a forma como os deixa falar, os sabe escutar e deixa a conversa fluir, na descontra. Tudo o que alguns pseudo-apresentadores nacionais com "séculos" de carreira que gostam sempre de auto-proclamar, estão a ANOS-LUZ de sequer apreender.

Não importa se Jay sairá do programa ou não. Eventualmente é isso que está planeado e ele próprio faz piadas (com piada) sobre essa possibilidade. Mas a verdade é que a estação NBC tem medo. Medo que o programa seja o Jay e não o contrário. E na minha modesta opinião, Jay será sempre um programa, vá parar onde for parar. Com ou sem televisão, será sempre o que foi todos estes anos: excelente naquilo que faz!

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Segredos dos concorrentes da CASA DOS SEGREDOS 3 TODOS revelados


Que seca que me propus tentar fazer agora.
Mas para benefício dos leitores que aqui vierem parar no intuito de encontrar informações sobre o programa CASA DOS SEGREDOS 3 vou contar os segredos de TODOS os 23 concorrentes.

Como é de conhecimento público, um hacker acedeu aos questionários de alguns participantes. Por exclusão de partes vou ver se dá para desvendar os 18 segredos. (Depois uma qualquer revista cor-de-rosa pode fazer copy-paste e vender muitos números, ok?  :P )




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A Tua Cara Não me é Estranha (by TVGuia nº1731)

"A Tua Cara Não me é Estranha" é o novo sucesso da TV. A ir para o ar Domingo à noite na TVI, o programa recorre não a ANÓNIMOS para fazer imitações de artistas (leia-se cantores) mas a rostos conhecidos do grande público.


Até aqui nada de novo. Há muito tempo que a Televisão revelou instintos canibais, sobrevivendo por se alimentar recorrendo aos próprios recursos. O público, esse, já só fica em casa... a ver e a criticar. Matam-se assim dois coelhos numa cajadada só: a curiosidade interminável das massas (onde se incluem muitas celebridades) pela vida das estrelas e a "fome" desenfreada dos artistas por atenção e satisfação do ego.

Neste programa basta olhar para a plateia e é vê-los (às celebridades) a alinharem-se em filas de espera, já a sonhar com o estar também ali, debaixo das luzes dos holofotes.

Mas o SUCESSO de "A Tua Cara não me é Estranha" não está nesta fórmula. O que distingue este programa de outros é que tudo é feito com HUMOR. Ali contam-se piadas, ninguém é excessivamente sério, nem o júri, nem os concorrentes, nem os apresentadores. Existem  improvisos e todos estão à vontade para dizer o que quiserem e como quiserem. É como estar a conversar com a família em casa. Sempre surgem piadas em que todos riem e que no decorrer do dia ainda originam outras piadas. Tudo é informal e reina a boa disposição. Assim é o programa. E é por esta razão que faz sucesso. Merece, por isso, ser designado por programa de puro entretenimento.


CARIDADE
Falando de outro aspecto do programa: como muitos do seu género, este também não põe os famosos em competição entre si. Seria muita falta de tacto. Eles sobem ao palco para imitar outro artista e são pagos para isso, mas o que ganham verdadeiramente é uma oportunidade única de projecção da sua imagem aliada à possibilidade de duplicar ou triplicar convites de mais trabalho. Quanto ao prémio do concurso em si, em cada edição este reverte a favor de uma instituição à escolha do artista. Nunca se sabe bem em que consiste ou em quanto consistem estes prémios, porque não se desenvolve quase nada essa parte do programa (que supostamente devia dar o MOTE à sua existência) e até é nessa altura, na entrega do prémio a uma instituição à escolha, que os apresentadores relembram os concorrentes que "têm de se despachar" porque "não têm mais tempo". Sobre os prémios, geralmente sabe-se simplesmente que "revertem para...".  E assim se tem safado a televisão, sempre.

Neste caso, o valor da doação é apenas de 1000€. Sei-o porque me concentrei no cartão que os concorrentes seguram em mãos e pareceu-me ser esse o montante impresso. Uma quantia que me parece sempre muito pobre para qualquer programa de TV, ainda mais um que beneficia de chamadas de valor acrescentado. Bem sei que mais vale algum do que nenhum e toda a ajuda é bem vinda, mas a "caridade" em programas de TV é mais um pretexto que um objectivo.

IMAGEM
Claro que o que se deseja projectar quando se faz qualquer programa que «visa» ser para caridade (sabemos muito bem que não é por isso que se faz TV), é que reina a harmonia entre todos os participantes. Falo de todos mesmo: desde a produtora, à estação de televisão, ao júri, aos concorrentes até aos profissionais que estão ali a ensinar como se chega a uma imitação perfeita (CC). Num programa de CARIDADE  não existe competição. Nenhum famoso está ali a competir com outro... seria escandaloso. Ou será que está?

Claro que estão.

Se o próprio júri e os apresentadores usam adjectivos como "vencedor" para avaliar a prestação dos artistas, então deitam por terra o conceito de «não competividade» que devia ser o do programa. Para existir um vencedor, têm de existir perdedores. A palavra em si já remete o espírito dos participantes para a competição. Acredito que nem todos ali se deixem levar por essa emoção primária, mas são poucas as pessoas que se encontram verdadeiramente evoluídas nesse sentido. Certamente, muitas outras não sabem erradicar a competividade da sua pessoa. E com esta vem a inveja, a maldade, a maledicência...


UM EXEMPLO
Segundo a capa da revista TVGuia desta semana (nº 1731), uma das participantes - a cantora Romana, anda com problemas pessoais e familiares (quem não os tem?) e também tem problemas com o programa. aparentemente, decidiu trazer estes últimos a praça pública.

Vem escrito na capa da citada revista chamadas de atenção como «os ataques do júri», «a loucura por João P. Rodrigues» e como isso afecta a concorrente e, para colmatar surge entre aspas, no que supostamente deve de ser uma sua citação, esta pérola: "Isto já está feito para alguém ganhar".

Eu bem sei que não se deve acreditar em tudo o que as revistas escrevem. Principalmente capas e em particular nestes últimos tempos, a TVGuia... Mas às vezes, no meio de invenções aparecem algumas  verdades. E se formos a levar em consideração o comportamento da claque de apoio da Romana durante as considerações do júri Luís Jardim, que começa logo a vaiar o que o homem diz à mínima crítica aparentemente não-positiva e a expressão da própria Romana, que faz a vaia «a brincar», há que pressentir aqui uma pontinha de verdade.

Ler esta capa deixou-me triste. Ali escarrapachado vem a Romana que conheci no BBFamosos. Uma miúda que se aliava aos de pior índole, revoltada, a arquitectar jogadas para prejudicar terceiros, cheia de lamurias e a se vitimizar sempre. Eu queria apreciar a artista de valor que ela é pela voz que tem e sempre teve, mas a pessoa por detrás da poderosa voz não parece tão bonita quanto isso. Claro que  estou a fazer a MINHA apreciação pessoal no meu blogue e ainda não fui espreitar o interior da revista, porque nem quero me debruçar muito sobre este assunto. Mas este é um OUTRO LADO do programa, o lado da FAMA e da INTRIGA, que também tem aqui lugar.

Pobre João Paulo Rodrigues que aparece na capa da TVGuia só para ilustrar uma calúnia... Ele que não tinha até agora provado do fel da celebridade, pode ficar com a cabeça a prémio, se não se pôr à cautela... :)
Até parece que ter talento é crime. Não é, mas a inveja que desperta pode ser muito nefasta. Como disse o António Sala, o imenso talento do João Paulo Rodrigues aliada à surpresa que foi para todos descobri-lo, fá-lo parecer um grande «chato», de tão bom que é.

Acredito que este participante, assim como a Maria João Abreu, o Toy, o Mico, o Vintém e também a Sónia Brazão, sabem estar ali para tirar o melhor proveito da experiência e dar o seu melhor, sem deixar que sentimentos de inveja e ambição interfiram no relacionamento com os restantes. Mas outros criaram demasiadas expectativas. Vêem o programa como uma rampa de lançamento ou recauchutagem, querem ser conhecidas e elogiadas, querem mudar o rumo da vida e vêem em tudo isto um último grande recurso imposto até pela idade e é bom que não se atravessem à frente. Ao tomarem a coisa de forma tão pessoal, estragam tudo.


No somar de tudo, o resultado de "A TUA CARA NÃO ME É ESTRANHA" é uma noite de pura diversão. Com ele dou umas valentes gargalhadas, muito à pala do Sala, do Zé, do Luís, do JPR, do Mico, do Toy e da Maria João, pessoas que sabem fazer chalaças e ter humor.

E a humildade marcante de alguns é um refresco para quem quer acreditar que o mundo é melhor do que às vezes parece ser.

 a fazer imitações dede músicas feitas, não por ANÓNIMOS, mas por caras conhecidas do público, que passa aos Domingos à noite na TVI,  é puro entretenimento.  entretenimento


É a mesma Romana: sempre aliada às más pesssoas. Uma que estava pronta e mais do que ávida para esquecer mas que surge ali escarrapachada na primeira página da revista TVGuia desta semana.
Bastidores de amizade o tretas.

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Casa dos Segredos - O amor é LINDO!!

Não, não estou a falar de Cátias, Fannys ou afins.

Falo de Marco e Susana, que entraram como ex-casal mas que logo no primeiro programa nos emocionaram - mais ele, que ao vê-la entrar pela porta ficou bastante emocionado.

O que aconteceu de lá para cá toda a gente viu. Não foi bonito - a maioria do que se viu não foi nada bom de se ver, com discussões e faltas de respeito de ambas as partes. O público, na dúvida dos sentimentos de Susana por Marco, não lhe perdoou algumas conspirações e fases menos felizes. Como jogadora, também era bastante fraca, senão inexistente. A Marco, quiseram expulsar pela sua postura violenta, mas deixaram-se enternecer pelo lado sentimental e emotivo do concorrente. Uma coisa quase sempre se verificava: a paixão deste por Susana, mesmo quando disse que tinha acabado, de vez em vez, tal e qual um caracol com os corninhos ao sol, espreitava para fora da casca (escudo).

Bem, mas esta relação sem qualquer esperança de dar certo devido à imaturidade de ambos e à incapacidade de se respeitarem, ganhou novo alento no momento em que Susana sai do programa. Uma vez lá dentro dizia muitas vezes que não queria saber dele, que não o amava, que queria voltar à sua vidinha «do caneco» cá fora, como stripper, que lhe dava «muito dinheiro» (duvido tanto!). Afirmou que eles os dois tinham acabado. Mas uma vez cá fora, proclama ter outras intenções. Diz ela que vai deixar o strip e abandonar as inseguranças que a levam a fazer cirurgias. Quanto a ter um bebé até Março (uma exigência de coacção de Marco), já não vai tão longe. "Uma coisa de cada vez" - diz ela.

Bem, descobri que sou uma romântica e que estou a torcer para que a relação destes dois dê certo. Mesmo sendo capaz de apontar uns tantos defeitos a um e a outro (quem não os tem), também tenho verificado que não há relação que dure que não viva de conflitos diários. A própria TV nos mostra os velhinhos, juntinhos há 60 anos, ainda a discutir por... banalidades!

Que assim seja, se for necessário para o crescimento destes dois. Porque se não se discute, ou só um discute e o outro se abstrai, então é capaz de ser muito mal sinal... e já andam "Diogos" no ar! (Desculpe lá Diogo, mas para este assunto é a analogia perfeita).

Uma coisa é certa: existe amor entre os dois. Se Susana se tivesse mostrado a rapariga meiga e frágil que pareceu ser ao sair da casa, teria ido longe. Mas como pessoa zangada por ter entrado na casa com um segredo partilhado (coisa que não conseguiu ultrapassar) e indiferente ou fria aos avanços iniciais de Marco, não agradou. Até chegou ao ponto de conspirar para o expulsar.

Enfim, muito podia dizer sobre o que se viu, mas existindo amor, nada está perdido! É algo muito importante e é o que não vi em mais nenhuma outra relação ali dentro. Se conseguirem juntar a isso o respeito mútuo, têm futuro! O resto é como Deus quer que seja: difícil, porque é esse o percurso que ambos têm de percorrer. (Já pareço o João Jota!).

Quanto aos filhos... mal posso esperar! A julgar por uma fotografia de Susana no seu original, era bem bonita. O Marco também tem um rostinho de bebé, devem dar filhotes lindos! Já estou a "ver" o Marco todo babado, preocupado e a chorar, por ter uma menina! E tenho esperanças que a Susana venha a descobrir que a maternidade é, afinal, a melhor coisa que podia ter-lhe acontecido. Afinal, quando ficar sozinha porque os pais já se foram, quem a vai reconfortar? O cirurgião plástico? O médico dentista? As próteses de silicone? Não! Aproveita miúda, o que o Marco tem para te oferecer...

Mas para isso, ambos têm de crescer. E sim, ter rendimentos fixos para ganhar estabilidade económica. Ele a trabalhar duro numa pastelaria e ela a tentar ter sucesso numa área qualquer que não exija muito do cérebro nem do corpo. Não que a ache burra, mas demonstrou não ter muita habilidade física nem destreza mental. Ele era mais sabido! E se trabalhou no exército na escrituraria e foi «despromovida» a condutora de veículos, sabe-lo só reforça o conceito que retirei da sua prestação. Susana foi má jogadora e não percebeu que só tinha entrado no concurso por causa do Marco. Sozinha não teria sido escolhida.

Boa sorte aos dois! De preferência juntos mas se tiver de ser, sorte aos dois mesmo se separados.

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