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Cheaters - infidelidade no flagra com câmaras por perto

Decerto quem vê regularmente TV ou se interessa por programas que de algum modo fazem furor por este mundo a fora, já viu ou ouviu alguma referência ao programa que sdá pelo nome Cheaters" agora a passar em Portugal no canal de cabo CBS Reality.

E assim sendo sabe que o programa é sem tirar nem por o que o nome já diz: Parceiros que traem o outro parceiro. Aquele que está desconfiado contacta o programa de TV que por sua vez segue e monitoriza a pessoa suspeita filmando e registando tudo. Depois quando sabem que podem contar com o reforço de um flagrante filmado, abordam o queixoso, revelam-lhe as descobertas e partem para a confrontação. Namorados e amante, todos os lados dos triângulos se encontram pela primeira vez.

E aqui pergunto: MAS PORQUE É QUE A PESSOA QUE SE SENTE TRAÍDA ATIRAR-SE AO AMANTE??



A sério, não entendo. A menos que este/a seja um grande idiota e provoque a vontade de plantar um soco para a sua voz parar de atrapalhar, não entendo sequer a sua relevância. Existindo amor entre duas pessoas, ao descobrir que esse amor foi traído, o PORQUÊ deve ser a primeira pergunta a precisar de resposta. Quero dizer, entender deve ser a necessidade primária. Ir para as fuças de quem nem se conhece? Acho que faria mais sentido partir para cima da pessoa que se ama e que traiu esse amor e não ir atrás do "outro", que pode ser qualquer um. Às vezes, até pode ser só mais um... é um insignificante.

Vi poucos destes programas e bastam-me uns para entender o conceito e tirar ilações. A primeira que tiro é que escolheram muito, mas muito bem o homem que apresenta e orienta o programa. Ele consegue ter a postura adequada para cada situação e apresentar os factos de uma forma que não deixa transparecer juízo de valor mas ao mesmo tempo parece apoiar cada um dos intervenientes. De vez em quando durante os confrontos ele sabe dar uns bitaques certeiros, mas continua a não ser partidário. É uma espécie de «consciência» mas sem meter mais lenha na fogueira (não precisa, a própria situação e estrutura do programa já é incendiária o suficiente).


A segunda é que sabe-se quem as pessoas são, por vezes mesmo antes de se saber o desfecho e se aprende sobre a natureza humana vendo cada uma destas pessoas, seus maneirismos, comportamentos e argumentos. Existe aquele que é enganado mas que não é exactamente imaculado de culpa no cartório. Existe aquele que é enganado e que se nota que o iria ser para todo o sempre e existe aquele otário que faz um grande show off das suas suspeitas de traição, insuflando o peito e garantindo que «faz e acontece» e quando em confrontação, não diz nada de jeito, não tem amor pela pessoa e aquilo foi mais uma forma de sair por cima de uma relação, humilhando o outro lado.

Aliás, o pedaço que vi agora foi assim. Um rapaz que já no vídeo de apresentação das suas suspeitas de que a namorada o trai surge a falar cheio de cagança, dizendo que «faz e acontece» se apanhar a namorada com outro. Logo aí achei: "não fazes é nada!". No momento da confrontação este «traído» nem três palavras coerentes lhe saíram da boca. A sua ira parecia circunstancial, não emocional. Avança para o outro tipo, que apanhou em cima da namorada, dá-lhe uns fracotes encontrões e nesses momentos iniciais é praticamente dominado pelo indivíduo. Só quando o amante sai de cena é que o «traído» o segue pelo parque de estacionamento para se armar em vitorioso e gritar mais uns tantos palavrões em voz alta. Mas claro, ficou fácil depois do outro virar as costas... (esse outro desconhecia que se estava a envolver com a namorada de alguém).

Mas não termina aqui. A sua indignação como já disse, não parece sentida. Não tem um comportamento de quem foi emocionalmente ferido. E claro, a atitude da namorada é acusá-lo de a ter traído primeiro. Isto tudo entre poucos argumentos e muitos palavrões (que o editor de som tem de tornar mudos um a um). A resposta deste ao ser desmascarado é: "E tens provas? Eu tenho provas." (gesticulando para as câmaras) - lol.

Vai que aparece uma vizinha. A vizinha do lado com quem a namorada diz que ele andou metido "Nem sequer vais procurá-las longe" - diz ela com alguma verdade. A vizinha defende a rapariga, mete-se entre os dois e é afastada pelo rapaz "cagão" com um empurrão na face vezes e vezes sem conta. Só isso já indica o pouco respeito que um homem tem pelas mulheres em geral. Afastá-las metendo-lhes a mão na cara e empurrando-as... Ainda por cima este namorado traído e revoltado, tinha «pinocado» esta vizinha na noite anterior. Umas meras 24 horas! A sua «reacção» a este novo facto é: "E tu gostaste".  Pobreza de espírito e nenhum discernimento reinava por ali. Para colmatar a cereja em cima do bolo é a suspeita de que afinal o rapaz «traído» e assiduamente traidor, que chamou o Cheaters para descobrir a verdade sobre a fidelidade que cobrava mas não oferecia, podia também ser gay e na realidade se interessar sexualmente por homens. WTF...?? (piiii)


Mas um dos casos que vi e achei fascinante - calhou ser o primeiro que acompanhei. Um marido procura o Cheaters para saber se a esposa o trai. Eles têm uma boa vida financeira, uma boa casa, carros, dinheiro, ele gosta dela, diz que o que mais gosta nela é que ela está sempre bem arranjada, tem boa aparência, um cabelo tratado, enfim, cuida de si mesma e ele gosta disso. Diz que não lhe falta nada, namorados de liceu que se casaram cedo, ela ficou em casa sem trabalhar - ambos concordaram com isso já que ele ganhava bem pelos dois. Mas a mulher andava diferente, não demonstrava tanta vontade de o ter por perto, parecia distante e ficava muitas vezes fora de casa até tarde da noite, em saídas com amigas.

Lá vai a equipa dos Cheaters seguir esta mulher. Linda, bem apresentável, andava na companhia de um homem mal vestido, que se veio a descobrir não ter emprego nem posses e vivia num contentor como o sem abrigo que era. Ao volante do carro dela, um mercedes, este homem pára num beco, sai do carro, sobe para dentro de um contentor de lixo e remove do interior algumas coisas, entre as quais um casaco de peles roto. Coloca-o às costas da mulher, que o abraça e beija, aparentemente feliz. E os dois seguem caminho até o contentor/moradia, onde fazem amor num colchão improvisado.

E é neste ambiente que se dá o flagrante. O marido ao perceber que está a ser traído e que o outro é um sem abrigo, acho que aquilo foi um golpe tremendo para a sua vaidade. Ele dava-lhe tudo e ela trai-o com um tipo que nem tem casa onde morar e sobrevive de comida do lixo?

Na confrontação sente-se que existiu em tempos uma união de amor e esperança mas estava agora alterada por uma barreira entretanto erguida que nenhum conseguia derrubar. Existia uma falta de diálogo por, a meu ver, o homem ter ideias muito fixas e não entender que a abordagem para o entendimento devia ser escutar. A esposa dizia-lhe que ele não a escutava. Ele dizia que ia escutar mas o seu comportamento fugia sempre para a acusação e para o "eu". "não te dou eu tudo?", "não tens tudo o que queres?", "já te neguei alguma coisa?" - ela a querer falar de emoções, ele a falar de bens materiais, de estatus e a não entender que já estava a tratá-la como um objecto fazia algum tempo.

Mas ela ainda lhe deu uma chance de falarem. Aceitou ir para dentro do carro com o marido, para conversarem. Só que este não soube ouvir o que ela estava a tentar dizer. Que ele não lhe dava atenção, que chegava tarde a casa, que ela se sentia sozinha e que precisava de se sentir amada, que não foi aquela vida que eles tinham prometido um ao outro, que ela não liga para dinheiro. Mas ele não ouviu e argumentou exactamente o dinheiro que lhe dava para andar bonita, ir ao spa, conduzir um mercedes...

Nesse instante em que percebe que os seus argumentos vão continuar a não chegar até ele a esposa decide sair do carro, dando a conversa por terminada. O marido tem então um gesto que infelizmente é baixo: exige-lhe que lhe devolva a chave do carro que foi comprado com o dinheiro dele. E quando a esposa lhe dá a chave e a aliança e se prepara para sair da viatura ele agarra-lhe o casaco e diz-lhe que também é dele. Ela aceita sem pestanejar que este lhe remova o casaco e lhe devolva a nudez. A mulher tinha sido flagrada em pleno acto sexual, estava nua, no meio da rua, com as câmaras a filmar a discussão e a nudez. Calhou às tantas o marido lhe estender o casaco para que se cobrisse. Mas já que ela lhe virava as costas, ele reclama-o de volta. É mesquinho. Mas pronto, no calor do orgulho ferido, as pessoas podem ser baixas nas atitudes. Cá fora, o amante, num gesto rápido e protector, pega-a ao colo e leva-a de volta para a «nossa casa».

De facto não dá mesmo para adivinhar quem as pessoas são pela aparência. E por vezes nem pelo lugar onde estas moram dá para supor que o carater é tão feio quanto os lugares. Ou tão bonito...


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Nada a Esconder - RTP (PERCEPÇÕES)

Um novo programa vai estrear amanhã, dia 5 de Junho, às 22.45h na RTP. Chama-se "nada a esconder", tem a silvia Alberto a dar a cara cheia de maquilhagem pelo programa e ao que parece pela curta e pouco específica "promo", o programa vai falar de PERCEPÇÕES. Ou seja: aquilo que uma pessoa julga ser com os outros e o que os outros pensam que ela é. A apresentadora define o programa com as seguintes interrogações: 

"Conhece-se bem? O que vê no espelho é o que os outros vêm? O que é que os seus amigos, colegas e família pensam, realmente, de si? (numa irritante e pouco natural pronunciação cheia de ênfases!) Descubra a diferença da percepção que temos de nós e a realidade. (continuando a falar de forma irritantemente pouco natural e já muuuuito ultrapassada em TV). No novo programa Nada a Esconder". 

Ui! Por esta promo já tenho taaanto a dizer! E sem ver o programa... Deve ser a tal da PERCEPÇÃO.
Ainda não estreou mas já existem umas quantas coisas erradas com o programa. Primeiro é passar num canal que já está morto mas se recusa a ser enterrado. Depois vai passar a meio da semana quando ninguém vai ver e num horário de muito depois do Vitinho - ou seja: entre um filme, ou mesmo a cama, a RTP a meio da semana para cativar o público cansado e sonolento põe um programa para fazer as pessoas pensar na IMAGEM que elas próprias passam para as outras. A sério?? Vão propor-se a isso a uma quarta à noite? Tudo bem... já estão mortos mesmo, podem continuar a cavar uma cova mais funda. : D
Outro erro mas o que fazer, é que são sempre os mesmos "bonecos" que vão para ali servir de rostos de apresentação. Silvia Alberto, Catarina Furtado ou a outra que quer andar sempre com o Baião e que foi mãe mas apressou-se a voltar para a TV antes que perdesse o lugar, a tal de Tânia Ribas de Oliveira. (PERCEPÇÕES - já que o programa trata disso começo já a dar as minhas).

PERCEPÇÕES - o tema interessa mas duvido que a abordagem valha a pena. O pequeno promo é cliché: um indivíduo enumera as suas qualidades (simpático, amigo, etc) e as pessoas que convivem com ele contradizem-no com exemplos. E, segundo o texto de apresentação dictafonado por Sílvia Alberto, isto é a "percepção que temos de nós e a realidade". Mas quem diz, para começar, que a realidade está na definição dos outros? Eu conheço quem sou, talvez os outros não me conheçam. Dah! Se realidade é viver conforme o que os outros pensam, então isso é uma coisa. A realidade é, nesta "definição", a forma como OS OUTROS nos vêm. Pois... está bem.

E já que é para abordar as diferenças de percepção - a forma como nos vemos e o modo como os outros nos descrevem - julgo que o mais correcto (pelo menos mais inovador) seria abordar o exemplo pelo não cliché mas muuuuito mais comum e, quiça, realista: algumas boas vezes a percepção positiva que os outros fazem de alguém está totalmente equivocada. É aquele colega de trabalho que goza de uma boa reputação e não faz um "corno", vivendo dos louros de sabe-se lá o quê, é também aquele indivíduo que todos, vizinhos, conhecidos, familiares e namorada dizem ser simpático e depois se descobre que afinal era ele o muito procurado violador de jovens mulheres em Lisboa, Ou os típicos casos de mulheres que casam com príncipes encantados, que têm tudo: simpatia, afabilidade, bom sexo, uma empresa, boa vida, dinheiro, afeto e depois descobre-se que de criaturas simpáticas têm muito pouco, mas precisam de criar essa "PERCEPÇÃO" em terceiros para conseguir viver de acordo com as suas ambições. Falo por exemplo, daquele homem simpático e colega de trabalho afável, senhor distinto, prestativo, carinhoso e amável que casou com a tua melhor amiga e acabou por a matar. Esse tipo de exemplo do que é a PERCEPÇÃO interessa-me muito mais. A percepção do EQUÍVOCO, também conhecida por: estavam todos ceguinhos! É menos cliché e mais realista, a meu ver, pois não creio que a maioria das pessoas saiba realmente detectar com quem estão a lidar assim com tanta facilidade. A maioria COMPRA o que lhe vendem. Geralmente, pela minha PERCEPÇÃO, quem anda a VENDER não tem boa coisa para oferecer... E qual o malfeitor que se vende por aquilo que é? Hum, algum político faz isso??

máscaras, cada um vê o que quer
Eu sei, por exemplo, que a percepção que os outros fazem de mim não bate sempre toda certa com o que sou. E daí? A vida é isso mesmo. Prefiro lidar com uma pessoa assim do que com aquelas que todos dizem ser uma simpatia e o convívio vai dizendo o contrário, revelando invejas, azedumes, maledicência... Irra! Prefiro uma pessoa que é tímida para dar os bons-dias a uma que os dá aos gritos e logo a seguir espeta-nos uma faca nas costas indo falar mal de ti nos ouvidos de alguém. Cada caso é um caso, mas digamos que, para mim, a PERCEPÇÃO está mais DENTRO que FORA. Não são os outros que dizem o que uma pessoa é. Aliás, no mundo artístico em que a bajulação e a histeria por celebridades existe em massa, sabe-se que o artista muitas vezes se perde naquele "folclore" todo sem saber ao certo quem é. Não sabe se é o que os outros DIZEM que é ou DEVE ser do que é de verdade. Elizabeth Taylor disse-o mais ou menos assim: "Interessa é saber distinguir quem eu sou de quem os outros pensam que eu seja". Uma mulher inteligente.








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A volta do Big Brother, versão «famosos»

Se há um programa que não pretendo colocar os olhos em cima é este "Big Brother Famosos".
Se o que uma revista (TVGuia nº1786) avança como participantes é verdade, com perdão da palavra mas: existe demasiada merda por metro quadrado para aquilo não empestar, ainda que à segurança da distância de um monitor de TV.


O formato já é o que é, mas dar protagonismo à ralé é do pior que existe. Venham os anónimos, ao menos esses tentam captar a experiência ilusória do "lugar ao sol" sem terem noção de como as coisas realmente são, agora estes «famosos» chafurdam na lamacenta aparência da «celebridade» há tempo demais. Já se lhes conhecem os podres. E é impossível compactuar com esta ralé que ali está a ganhar muito dinheiro para fazer coisa alguma. Dar audiências a isto é passar a mensagem errada, é quase rir de desprezo da situação actual que o país atravessa, em que tantas pessoas estão a passar fome! 

Desculpem alguns, mas levam por tabela pela maioria. Só por aceitarem se misturar com essa gente, já não são bons de certeza. E depois tem ainda o agravante de existir demasiadas coisas montadas para o espectador 'engolir» como verdadeiras. Para ver ficção pura, prefiro actores que eu goste e não pseudos cuja medula moral seja nula, inexistente.

Não tenho dúvidas que o profissionalismo de Teresa Guilherme a fará dedicar-se a mais uma apresentação com total afinco, mas a bosta cheira demasiado mal. Existem limites para o que se lança na TV. Para mim existem uns tantos logo aqui. Fedor por fedor, antes o do país, ao menos esse cheira menos mal que a podridão plástica e falsa ditadora-moralista que vai pisar o cenário do Big Brother, a troco de holofotes e muitos euros. Jamais poderia estar de acordo com tal coisa. 

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SIC audiências - Tv

A Sic é a meu ver, o canal de televisão português que menos respeito merece dos espectadores actualmente. O tempo das «vacas magras» começou no ano 2000 e, de lá para cá, ao leme muitos tentam pilotar o barco com a astúcia necessária para que seja o primeiro a cruzar a meta final mas, ultimamente, não tem tido força e acomodou-se na última posição.

Por isso mesmo, pressente-se um momento de «vale tudo», que normalmente chega com a renovação da grelha de programação em Setembro. A sic está freneticamente na busca de audiências, num «Vale Tudo» notório. Fracasso atrás de fracasso, teve no programa «Momento da Verdade» o gosto que há muito lhe escapa ao paladar: audiências. E não perdeu tempo, como convém a um desesperado. Como se a audiência fosse uma droga, o interesse que o programa levantou levou a estação, quase uma semana depois da emissão do primeiro programa, a repetir tudo, antecedendo o evento com uma longa entrevista ao casal e procedendo com um debate de nome «A Verdade Compensa» conduzido por Rita Ferro Rodrigues, com candidatos escolhidos a dedo: A «feminista», o «machista» e o tipo que parece ficar «no meio».

Mas a estação já fez outras apostas. Que saíram logradas. A Roda da Sorte, com Herman José não está a alavancar as audiências como seria desejado. Claro que tal possibilidade estava prevista, até pela força do adversário do canal RTP1, mas a esperança do nome Herman José e do sucesso anterior do concurso levantou um véu de esperança que já se comprovou inútil. Também a comédia com a «Vip Manicure» foi uma aposta sic. Mas nem sei qual o resultado, pois não vi o programa mas pela ausência de comentários e artigos em revistas, já dá para adivinhar que também não pegou.

A sic guarda, contudo, aquele que pensa ser o seu maior trunfo: os Gato Fedorento!
Mas não será que está a colocar demasiada fé nele?Não que o grupo de humoristas não saiba ou tenha perdido qualidades. Mas tudo na vida é timming, oportunidade e estar no sítio certo à hora certa. Sinceramente, penso que nenhum destes factores se concilia.

É esperar para ver.
Por enquanto o que se percebe é isto: toda a audiência da sic está ligada ao frágil cordão que é um único programa: “O Momento da Verdade”.

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