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Olá Baby. Com tecnologia do Blogger.

Casa dos segredos 3 - considerações


Não pretendo seguir esta edição do reality show e até me aborrece o tempo de antena maçudo que ocupa mas à falta de melhor e para entreter no background enquanto uma pessoa se dedica a outras tarefas, por um bocado de tempo, é tolerável.

 Observei o seguinte: 


 Um aspecto positivo mas a ver como resulta é que a produção apostou na interactividade e criou a possibilidade de alguém anónimo no público "dar a cara" para opinar. Ou seja: é quase um desafio e uma provocação aos muitos «treinadores de bancada» que, atrás de um computador, são capazes de dizer tudo e mais alguma coisa, inclusive se julgam donos de uma capacidade superior para produzir o programa. Em alguns casos deve ser verdade mas isso agora não importa nada. O interessante é que o desafio foi feito e alguém vai sentar-se na cadeira rosa no estúdio durante as galas com o propósito de dar o seu parecer e ser «interrogado» pela Teresa/Júlia Guilherme. Nem que esse alguém tenha de ser arranjado pela produção   -  acção que julgo vir a ser desnecessária. 

A coisa pode funcionar bem, ou mal. Se a cadeira for ocupada por familiares de concorrentes ou fãs de um determinado concorrente, vira propaganda sem muito nexo. Mas num programa onde se quer é opiniões polémicas, contraditórias e muito barulho, qualquer "doidinho" que ali aparecer é bem vindo.  Não pode é falar calmamente como  se estivesse num seminário sobre o pão com sal e sem sal...  :)

Foi assim que a primeira concorrente a sair da casa pareceu comunicar.  Mas que segredo poderá ela ter de interessante para ter sido seleccionada? Afinal, aquela lerdeza aparente com que chegou ao estúdio, apenas ENCOLHENDO OS OMBROS como resposta a uma daquelas perguntas insonsas da Iva Domingues demonstra o tão despreparada que está para o universo artístico e mediático. Quando em  TELEVISÃO, o SOM é rei. Numa entrevista não se responde encolhendo os ombros, é necessário SOM, cuja ausência em momentos de pausa com 4 segundos parecem uma eternidade!  Não seria decerto este o perfil escolhido para uma concorrente portanto, aguardo um segredo bombástico, ou perde piada.  (PS: vou arriscar no: fui abandonada pela mamãe no dia em que fiz 12 anos)

E por falar em piada... ELAS (as concorrentes) entram princesas mas no dia seguinte surgem bruxas! Hoje juro que vi lá uma Fanny, tal era o aspecto da moça e do seu cabelo louro esbranquiçado com castanho original perceptível e um desleixo "à lá esfregona" da Fanny!


Pelo que percebi, os/as «sem sal» vão já dali para fora
Quem vota nisto continuam a ser os mais interessados, não o público anónimo mas aqueles que têm conhecidos e família lá dentro. Quanto à legitimidade dos resultados, as edições anteriores foram tão polémicas que não acredito na autenticidade dos votos até porque isto na TV costuma mesmo ser manipulado.

Acredito que a força do reality show vai perder-se. Não há outro tão forte mas tudo se esgota e para mim isso parece já se notar nesta edição. A segunda foi muito especial por marcar o regresso de Teresa Guilherme. Mas a coisa da TG é que matamos saudades logo à primeira. Vê-la «disparar» perguntas a totós no confessionário que não sabem responder e não dão conversa alguma é deprimente. E para depressão já bastam os problemas do país.


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Mister ED - a horse is a horse, of course, of course!



No final dos anos 80 ou início dos anos 90 tive o privilégio de assistir a uma comédia americana de sucesso de nome Mr. Ed. A passar a preto e branco na minha televisão a cores e feita entre 1961 e 1966, não recordo se a vi por ter sido transmitida na excelente RTP2 ou se foi num dos canais estrangeiros que tantas sitcoms me apresentaram, às quais tinha acesso por ter na altura televisão via antena parabólica. 

Entre a televisão de dois canais do Estado e o aparecimento dos canais Privados de televisão em 1992/93, existiu um período de televisão por satélite que facultou a muitos cidadãos o acesso a outros programas, noutras línguas e sem legendas, claro está.

Um desses deve ter sido Mister ED. A história é básica mas nem por isso deixa de manter o interesse e de estar minada de situações caricatas, críticas e bons diálogos. Mr Ed. é um cavalo. Mas não um cavalo comum, uma vez que ele… FALA! Isso é explicado logo no genérico/abertura onde, apenas com dois planos (!) a cabeça de Mr. Ed surge na imagem, abre a portinhola do estábulo e diz, movendo os lábios: “Olá! Chamo-me Mr. Ed”. 


É aqui que entra o jingle e surge a cativante letra que ainda hoje ressoa na minha memória: “A horse is a horse, of course, of course, and no one can talk to a horse, of corse. There is, of course, unless the horse is the famous Mr. Ed! Go right to the source and ask the horse, he'll give you the answer that you endorse, he's always on a steady course, talk to Mr. Ed".  . ....ED
Ed a ler as notícias
Gostava de poder rever esta série. Provavelmente não teria o impacto de então mas certamente que ainda lhe encontraria os mesmos atractivos. Entre algumas gargalhadas e algumas interrogações do estilo “como fizeram isto?”, acho que um episódio de Mr. Ed ainda chega ao fim deixando o espectador feliz e entretido. O cavalo-falante (Ed) só falava com Wilbour (Alan Young), seu proprietário que o encontrou no estábulo quando comprou a casa. Para todos os restantes ele era um cavalo comum, mas para Wilbour ele era um animal com gostos e problemas muito humanos. Mr. Ed gostava de assistir televisão, queria apaixonar-se, partir em aventuras, etc… Precisava mesmo rever algumas cenas que me escapam à memória. Uma que tenho na cabeça devo-o a um documentário onde surge Clint Eastwood a participar na série. Eis um trecho da série Mr. Ed (com Clint Eastwood, a quem alguns cibernautas encontraram uma incrível semelhança com Hugh Jackman como Wolverine em X-Men). . ED
ED . *  *  * * * *  * MR. ED  * * * * * *  *
Trivia
1* Inicialmente a boca do cavalo era posta a mexer recorrendo a fios de nylon. Com o tempo e já na segunda temporada, “Ed” (Bamboo Harvester) aprendeu a mexer os lábios sozinho, bastando para isso que o actor com quem contracenava (Alan Young) parasse de dizer as suas falas. 
«Como humanos, Alan Young e Connie Hines,
que faz de sua esposa, têm de estudar o guião»
Bamboo Harvester morreu aquando reformado, após lhe ter sido erradamente administrado um tranquilizante. É atribuída a identidade de “Ed” à morte posterior de um outro cavalo, o que fez as fotos de estúdio para os posters para a série mas, de acordo com Alan Young, o cavalo «actor» não era esse. .
2* Uma das mais-valias da série é, sem dúvida, o facto do cavalo Ed falar. Claro está, podiam recorrer a truques para fazer o cavalo mexer os lábios mas dar-lhe voz, isso é que não… Foi preciso usar a de uma pessoa para se escutar o cavalo. Essa pessoa foi o actor Allan Lane. Estranhamente e só podia acontecer nesse tempo, o actor JAMAIS viu o seu nome na ficha técnica. Na realidade, nem o “cavalo-actor” Bamboo Harvester (Mr. Ed) recebeu reconhecimento, uma vez que o seu nome não surge no genérico. Detalhes que hoje recebem especial atenção, para que ninguém envolvido num projecto criativo se sinta excluído dos agradecimentos.  

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Competente e DESCARADA - é para rir à GARGALHADA!


Para quem tiver oportunidade aconselho vivamente que veja em DVD a série “Competente e descarada”. Revê-la hoje foi uma agradável surpresa. No seu título original, “The Nanny” foi uma série americana feita entre 1993 e 1999 e protagonizada por Fran Drescher, dona de uma voz peculiar, à qual fez bom uso.

Quando esta série passou na RTP era ainda uma criança e lembrava-me apenas que a história girava em torno de uma mulher sexy e desbocada que virava ama dos três filhos de um rico viúvo inglês, pelo que a imaginava infantil. Nada disso! A sua veia cómica extremamente aguçada e adulta tinha sido esquecida. Na realidade em todos os capítulos percebe-se que o guião é repleto de tiradas humorísticas, umas atrás de outras, praticamente sem parar e o humor das personagens é simultaneamente intelectual e físico.

Como esquecer o sarcástico modormo Niles com as suas tiradas mundanas para o patrão Maxwell Sheffield e para com a mal amada CC Babcock? Ou Miss Fine (Fran Drescher) na eterna busca de um marido com a cumplicidade da sua mãe e avó, dentro da comunidade judia? Toda a série é boa de assistir. Quem poder rever, não perca a oportunidade e não deixe escapar a 2ª temporada, muito boa para gostosas risadas. A série contou também com diversas participações de celebridades, sem as colocar, como por vezes acontece, no ridículo. Vá conferir.

Mas existem mais curiosidades que importam mencionar. A primeira de todas é que a série foi escrita e produzida pela protagonista Fran Drescher, juntamente com o seu marido Peter. Não é há toa que nos créditos finais a imagem que ilustra o nome da produtora é o desenho de dois namorados sentados na cama que se beijam e de seguida as luzes se apagam… Os dois eram um casal desde que se conheceram com 15 anos na escola secundária e mantiveram-se juntos desde então. Para quem interpretava uma solteirona desesperada por encontrar o homem ideal e casar, este não era decerto o caso de Drescher. Porém, toda a história da série é baseada na vida real da actriz e no que observou nas pessoas com que privou e cresceu. Tanto assim o é que acabou por dar às personagens os nomes reais dos seus familiares mais próximos. A mãe Sylvia, a avó Yeda… tudo como na vida real. Até o seu cachorrinho Chester ganhou um papel na trama, sendo protagonizado pelo próprio.

Outro detalhe interessante é que o seu par romântico, o actor Charles Shaughnessy, que interpretou o viúvo Maxwell, também era casado desde 1983 com aquela que ainda hoje é sua esposa, a actriz Susan Fallender e já tinham dois filhos. Casaram sendo ela de família judia e ele de uma católica… tal como na série! A única diferença é que eram pobres para caraças e Shaughnessy ganhava a vida de vendas por telefone, depois de trabalho de escritório, dormido num quarto na casa dos sogros... Portanto, temos aqui dois indivíduos com casamentos sólidos que interpretaram no ecrã uma dupla romântica que para alguns foi a mais fogosa da televisão da década de 90.


É sabido que toda a equipa gostou muito do projecto, todos os actores se intricaram muito bem e acho que isso percebe-se no produto final. Não existem histórias de bastidores, polémicas ou reportados conflitos, nem com os actores veteranos nem com os adolescentes...

A série original terminou em 1999, foi exibida em cerca de 80 países e também reformulada noutros, estando actualmente a rede Band, no Brasil, a preparar uma versão própria. Quis saber o que todos aqueles artistas que ali revelaram um bruto talento andavam hoje a fazer. Entristeço-me quando vejo bons actores “desaparecer” da TV sem voltarem a ter alguma espécie de maior protagonismo, algo proporcional ao talento que lhes identificamos. No caso da sitcom “Nanny”, todos estão ainda no activo, embora Lauren Lane (que fez CC) se dedique mais ao ensino. 

Shaughnessy (Maxwell), descendente de uma família de artistas (pai guionista, mãe actriz, irmão actor, produtor e realizador) tem também o título de Barão, algo que remota ao seu bisavó Thomas, que foi presidente dos Caminhos de Ferro Canadianos e presentemente regressou à personagem que primeiro o celebrizou na TV: Shane Donovan na TV soap “The days of our lifes” (1965 até o presente), uma espécie de telenovela sem fim, do género Dallas.  


Daniel Davis (Niles) continua a representar papéis em televisão e mais recorrentemente no teatro. Muitos achavam que o seu sotaque britânico na série era autêntico, mas para o actor natural de Arkansas, Estados Unidos, experiente em interpretar Shakespeare, o desafio foi superado com sucesso. Uma das cenas mais emblemáticas da sua personagem é quando se vê sozinho na mansão e dá para se inspirar numa cena de um filme... sendo apanhado por CC Babcock! Hilariante!! Faz parte da temporada dois da série. 

Cena da 3ª temporada
Outra curiosidade sobre os artistas que fizeram parte desta fantástica sitcom diz respeito à vida pessoal de Descher. Depois da série terminar parece que a vida quis imitar a ficção e Fran acabou por se divorciar do marido, que havia descoberto com surpresa para si mesmo que era homossexual. Fran é também uma sobrevivente de cancro do útero, doença que lhe foi diagnosticada logo de seguida. Ela e o ex-marido continuam amigos e unidos. Se a série “The Nanny” foi criada pelos dois a partir das suas experiências de vida em comum, a nova série de Descher, Happily Divorced”, segue o mesmo caminho. A história remete para um casal que se separou ao fim de anos de união. Ela volta aos namoros e a história centra-se na sua nova vida como solteira e como amiga do seu ex-marido e do namorado fixo deste. Nisto tudo, tem também a família, claro…



Todos estes artistas estão hoje 13 anos mais velhos, o que é verdadeiramente um choque visual, mas é a vida. Os miúdos estão crescidos, coisa que já deu para perceber a meio das temporadas para o final. O talentoso Benjamim Salisbury (menino Brighton) tem semelhanças com o príncipe William: é casado e apresenta um problema de calvice. 

Madeline Zyma com Charles e Fran
A actriz que fez a pequena Gracie (Madeline Zyma) é hoje a mais alta do elenco! Recentemente voltou à ribalta da TV com uma personagem sexualmente muito sabida na série “Californication”. Ao ver a apresentação do episódio de estreia, Charles Shaughnessy, que fez de pai da então pequena menina de 10 anos, afirmou: “A culpa é de Miss. Fine!”  -  muito humorístico   ;)



Publico de seguida uns vídeos com os actores a falar da série e de como foi para eles fazer parte da mesma. Não deixe de espreitar! Rir faz bem ao coração e com “Competente e Descarada” a gargalhada é garantida! 



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Junho: Chegou a programação da estupidificação

Parece que é oficial: o Verão vem aí.
E as estações de televisão já anunciam as "grandes novidades" para o mês de Junho.




O Canal Hollywood é para DESLIGAR. Filmes de "gajas e gajos". Será que pensam que é assim que conseguem público? Dão destaque àquela coisa inenarrável que é o filme Sexo e a Cidade e a um outro sobre futebol, gajos em balneários ou a correr atrás de uma bola.... Big bahhhh! E culminam esta "promoção" com a imagem de uma bola de futebol a ser travada por um pé com saltos altos. Que originalidade. Avizinham-se BELAS BOSTAS na TV para o mês de Junho. E tudo começa já a ser anunciado...

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A Tua Cara Não me é Estranha (by TVGuia nº1731)

"A Tua Cara Não me é Estranha" é o novo sucesso da TV. A ir para o ar Domingo à noite na TVI, o programa recorre não a ANÓNIMOS para fazer imitações de artistas (leia-se cantores) mas a rostos conhecidos do grande público.


Até aqui nada de novo. Há muito tempo que a Televisão revelou instintos canibais, sobrevivendo por se alimentar recorrendo aos próprios recursos. O público, esse, já só fica em casa... a ver e a criticar. Matam-se assim dois coelhos numa cajadada só: a curiosidade interminável das massas (onde se incluem muitas celebridades) pela vida das estrelas e a "fome" desenfreada dos artistas por atenção e satisfação do ego.

Neste programa basta olhar para a plateia e é vê-los (às celebridades) a alinharem-se em filas de espera, já a sonhar com o estar também ali, debaixo das luzes dos holofotes.

Mas o SUCESSO de "A Tua Cara não me é Estranha" não está nesta fórmula. O que distingue este programa de outros é que tudo é feito com HUMOR. Ali contam-se piadas, ninguém é excessivamente sério, nem o júri, nem os concorrentes, nem os apresentadores. Existem  improvisos e todos estão à vontade para dizer o que quiserem e como quiserem. É como estar a conversar com a família em casa. Sempre surgem piadas em que todos riem e que no decorrer do dia ainda originam outras piadas. Tudo é informal e reina a boa disposição. Assim é o programa. E é por esta razão que faz sucesso. Merece, por isso, ser designado por programa de puro entretenimento.


CARIDADE
Falando de outro aspecto do programa: como muitos do seu género, este também não põe os famosos em competição entre si. Seria muita falta de tacto. Eles sobem ao palco para imitar outro artista e são pagos para isso, mas o que ganham verdadeiramente é uma oportunidade única de projecção da sua imagem aliada à possibilidade de duplicar ou triplicar convites de mais trabalho. Quanto ao prémio do concurso em si, em cada edição este reverte a favor de uma instituição à escolha do artista. Nunca se sabe bem em que consiste ou em quanto consistem estes prémios, porque não se desenvolve quase nada essa parte do programa (que supostamente devia dar o MOTE à sua existência) e até é nessa altura, na entrega do prémio a uma instituição à escolha, que os apresentadores relembram os concorrentes que "têm de se despachar" porque "não têm mais tempo". Sobre os prémios, geralmente sabe-se simplesmente que "revertem para...".  E assim se tem safado a televisão, sempre.

Neste caso, o valor da doação é apenas de 1000€. Sei-o porque me concentrei no cartão que os concorrentes seguram em mãos e pareceu-me ser esse o montante impresso. Uma quantia que me parece sempre muito pobre para qualquer programa de TV, ainda mais um que beneficia de chamadas de valor acrescentado. Bem sei que mais vale algum do que nenhum e toda a ajuda é bem vinda, mas a "caridade" em programas de TV é mais um pretexto que um objectivo.

IMAGEM
Claro que o que se deseja projectar quando se faz qualquer programa que «visa» ser para caridade (sabemos muito bem que não é por isso que se faz TV), é que reina a harmonia entre todos os participantes. Falo de todos mesmo: desde a produtora, à estação de televisão, ao júri, aos concorrentes até aos profissionais que estão ali a ensinar como se chega a uma imitação perfeita (CC). Num programa de CARIDADE  não existe competição. Nenhum famoso está ali a competir com outro... seria escandaloso. Ou será que está?

Claro que estão.

Se o próprio júri e os apresentadores usam adjectivos como "vencedor" para avaliar a prestação dos artistas, então deitam por terra o conceito de «não competividade» que devia ser o do programa. Para existir um vencedor, têm de existir perdedores. A palavra em si já remete o espírito dos participantes para a competição. Acredito que nem todos ali se deixem levar por essa emoção primária, mas são poucas as pessoas que se encontram verdadeiramente evoluídas nesse sentido. Certamente, muitas outras não sabem erradicar a competividade da sua pessoa. E com esta vem a inveja, a maldade, a maledicência...


UM EXEMPLO
Segundo a capa da revista TVGuia desta semana (nº 1731), uma das participantes - a cantora Romana, anda com problemas pessoais e familiares (quem não os tem?) e também tem problemas com o programa. aparentemente, decidiu trazer estes últimos a praça pública.

Vem escrito na capa da citada revista chamadas de atenção como «os ataques do júri», «a loucura por João P. Rodrigues» e como isso afecta a concorrente e, para colmatar surge entre aspas, no que supostamente deve de ser uma sua citação, esta pérola: "Isto já está feito para alguém ganhar".

Eu bem sei que não se deve acreditar em tudo o que as revistas escrevem. Principalmente capas e em particular nestes últimos tempos, a TVGuia... Mas às vezes, no meio de invenções aparecem algumas  verdades. E se formos a levar em consideração o comportamento da claque de apoio da Romana durante as considerações do júri Luís Jardim, que começa logo a vaiar o que o homem diz à mínima crítica aparentemente não-positiva e a expressão da própria Romana, que faz a vaia «a brincar», há que pressentir aqui uma pontinha de verdade.

Ler esta capa deixou-me triste. Ali escarrapachado vem a Romana que conheci no BBFamosos. Uma miúda que se aliava aos de pior índole, revoltada, a arquitectar jogadas para prejudicar terceiros, cheia de lamurias e a se vitimizar sempre. Eu queria apreciar a artista de valor que ela é pela voz que tem e sempre teve, mas a pessoa por detrás da poderosa voz não parece tão bonita quanto isso. Claro que  estou a fazer a MINHA apreciação pessoal no meu blogue e ainda não fui espreitar o interior da revista, porque nem quero me debruçar muito sobre este assunto. Mas este é um OUTRO LADO do programa, o lado da FAMA e da INTRIGA, que também tem aqui lugar.

Pobre João Paulo Rodrigues que aparece na capa da TVGuia só para ilustrar uma calúnia... Ele que não tinha até agora provado do fel da celebridade, pode ficar com a cabeça a prémio, se não se pôr à cautela... :)
Até parece que ter talento é crime. Não é, mas a inveja que desperta pode ser muito nefasta. Como disse o António Sala, o imenso talento do João Paulo Rodrigues aliada à surpresa que foi para todos descobri-lo, fá-lo parecer um grande «chato», de tão bom que é.

Acredito que este participante, assim como a Maria João Abreu, o Toy, o Mico, o Vintém e também a Sónia Brazão, sabem estar ali para tirar o melhor proveito da experiência e dar o seu melhor, sem deixar que sentimentos de inveja e ambição interfiram no relacionamento com os restantes. Mas outros criaram demasiadas expectativas. Vêem o programa como uma rampa de lançamento ou recauchutagem, querem ser conhecidas e elogiadas, querem mudar o rumo da vida e vêem em tudo isto um último grande recurso imposto até pela idade e é bom que não se atravessem à frente. Ao tomarem a coisa de forma tão pessoal, estragam tudo.


No somar de tudo, o resultado de "A TUA CARA NÃO ME É ESTRANHA" é uma noite de pura diversão. Com ele dou umas valentes gargalhadas, muito à pala do Sala, do Zé, do Luís, do JPR, do Mico, do Toy e da Maria João, pessoas que sabem fazer chalaças e ter humor.

E a humildade marcante de alguns é um refresco para quem quer acreditar que o mundo é melhor do que às vezes parece ser.

 a fazer imitações dede músicas feitas, não por ANÓNIMOS, mas por caras conhecidas do público, que passa aos Domingos à noite na TVI,  é puro entretenimento.  entretenimento


É a mesma Romana: sempre aliada às más pesssoas. Uma que estava pronta e mais do que ávida para esquecer mas que surge ali escarrapachada na primeira página da revista TVGuia desta semana.
Bastidores de amizade o tretas.

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Reportagem sobre Mariana Monteiro e João Mota




Aproveitem! Não é todos os dias... loool ;)


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A Tua Cara Não me é Estranha

"A Tua Cara Não me é Estranha" é o novo sucesso da TV. A ir para o ar Domingo à noite na TVI, o programa recorre não a ANÓNIMOS para fazer imitações de artistas (leia-se cantores) mas a rostos conhecidos do grande público.

Até aqui nada de novo. Há muito tempo que a Televisão revelou instintos canibais, sobrevivendo por se alimentar recorrendo aos próprios recursos. O público, esse, já só fica em casa... a ver e a criticar. Matam-se assim dois coelhos numa cajadada só: a curiosidade interminável das massas (onde se incluem muitas celebridades) pela vida das estrelas e a "fome" desenfreada dos artistas por atenção e satisfação do ego.

Neste programa basta olhar para a plateia e é vê-los (às celebridades) a alinharem-se em filas de espera, já a sonhar com o estar também ali, debaixo das luzes dos holofotes.

Mas o SUCESSO de "A Tua Cara não me é Estranha" não está nesta fórmula. O que distingue este programa de outros é que tudo é feito com HUMOR. Ali contam-se piadas, ninguém é excessivamente sério, nem o júri, nem os concorrentes, nem os apresentadores. Existem  improvisos e todos estão à vontade para dizer o que quiserem e como quiserem. É como estar a conversar com a família em casa. Sempre surgem piadas em que todos riem e que no decorrer do dia ainda originam outras piadas. Tudo é informal e reina a boa disposição. Assim é o programa. E é por esta razão que faz sucesso. Merece, por isso, ser designado por programa de puro entretenimento.


CARIDADE
Falando de outro aspecto do programa: como muitos do seu género, este também não põe os famosos em competição entre si. Seria muita falta de tacto. Eles sobem ao palco para imitar outro artista e são pagos para isso, mas o que ganham verdadeiramente é uma oportunidade única de projecção da sua imagem aliada à possibilidade de duplicar ou triplicar convites de mais trabalho. Quanto ao prémio do concurso em si, em cada edição este reverte a favor de uma instituição à escolha do artista. Nunca se sabe bem em que consiste ou em quanto consistem estes prémios, porque não se desenvolve quase nada essa parte do programa (que supostamente devia dar o MOTE à sua existência) e até é nessa altura, na entrega do prémio a uma instituição à escolha, que os apresentadores relembram os concorrentes que "têm de se despachar" porque "não têm mais tempo". Sobre os prémios, geralmente sabe-se simplesmente que "revertem para...".  E assim se tem safado a televisão, sempre.

Neste caso, o valor da doação é apenas de 1000€. Sei-o porque me concentrei no cartão que os concorrentes seguram em mãos e pareceu-me ser esse o montante impresso. Uma quantia que me parece sempre muito pobre para qualquer programa de TV, ainda mais um que beneficia de chamadas de valor acrescentado. Bem sei que mais vale algum do que nenhum e toda a ajuda é bem vinda, mas a "caridade" em programas de TV é mais um pretexto que um objectivo.


IMAGEM
Claro que o que se deseja projectar quando se faz qualquer programa que «visa» ser para caridade (sabemos muito bem que não é por isso que se faz TV), é que reina a harmonia entre todos os participantes. Falo de todos mesmo: desde a produtora, à estação de televisão, ao júri, aos concorrentes até aos profissionais que estão ali a ensinar como se chega a uma imitação perfeita (CC). Num programa de CARIDADE não existe competição. Nenhum famoso está ali a competir com outro... seria escandaloso. Ou será que está?

Claro que estão.

Se o próprio júri e os apresentadores usam adjectivos como "vencedor" para avaliar a prestação dos artistas, então deitam por terra o conceito de «não competividade» que devia ser o do programa. Para existir um vencedor, têm de existir perdedores. A palavra em si já remete o espírito dos participantes para a competição. Acredito que nem todos ali se deixem levar por essa emoção primária, mas são poucas as pessoas que se encontram verdadeiramente evoluídas nesse sentido. Certamente, muitas outras não sabem erradicar a competividade da sua pessoa. E com esta vem a inveja, a maldade, a maledicência...


UM EXEMPLO
Segundo a capa da revista TVGuia desta semana (nº 1731), uma das participantes - a cantora Romana, anda com problemas pessoais e familiares (quem não os tem?) e também tem problemas com o programa. aparentemente, decidiu trazer estes últimos a praça pública.

Vem escrito na capa da citada revista chamadas de atenção como «os ataques do júri», «a loucura por João P. Rodrigues» e como isso afecta a concorrente e, para colmatar surge entre aspas, no que supostamente deve de ser uma sua citação, esta pérola: "Isto já está feito para alguém ganhar".

Eu bem sei que não se deve acreditar em tudo o que as revistas escrevem. Principalmente capas e em particular nestes últimos tempos, a TVGuia... Mas às vezes, no meio de invenções aparecem algumas verdades. E se formos a levar em consideração o comportamento da claque de apoio da Romana durante as considerações do júri Luís Jardim, que começa logo a vaiar o que o homem diz à mínima crítica aparentemente não-positiva e a expressão da própria Romana, que faz a vaia «a brincar», há que pressentir aqui uma pontinha de verdade.

Ler esta capa deixou-me triste. Ali escarrapachado vem a Romana que conheci no BBFamosos. Uma miúda que se aliava aos de pior índole, revoltada, a arquitectar jogadas para prejudicar terceiros, cheia de lamurias e a se vitimizar. Eu queria apreciar a artista de valor que ela é pela voz que tem e sempre teve, mas a pessoa por detrás da poderosa voz não parece tão bonita quanto isso. Claro que  estou a fazer a MINHA apreciação pessoal no meu blogue e ainda não fui espreitar o interior da revista, porque nem quero me debruçar muito sobre este assunto. Mas este é um OUTRO LADO do programa, o lado da FAMA e da INTRIGA, que também tem aqui lugar.

Pobre João Paulo Rodrigues que aparece na capa da TVGuia só para ilustrar uma calúnia... Ele que não tinha até agora provado do fel da celebridade, pode ficar com a cabeça a prémio, se não se pôr à cautela... :)
Até parece que ter talento é crime. Não é, mas a inveja que desperta pode ser muito nefasta. Como disse o António Sala, o imenso talento do João Paulo Rodrigues aliada à surpresa que foi para todos descobri-lo, fá-lo parecer um grande «chato», de tão bom que é.

A humildade que se observa mais natural em alguns destes artistas é um refresco para a alma. Acredito que o João Paulo Rodrigues (JPR), assim como a Maria João Abreu, o Toy, o Mico, o Vintém e também a Sónia Brazão, sabem estar ali para tirar o melhor proveito da experiência e dar o seu melhor, sem deixar que sentimentos de inveja e ambição interfiram no relacionamento com os restantes. Não se devem criar demasiadas expectativas numa participação em televisão. Alguns vêem o programa como uma rampa de lançamento ou recauchutagem, querem ser conhecidas e elogiadas, querem mudar o rumo da vida e vêem em tudo isto um último grande recurso imposto até pela idade e é bom que não se atravessem à frente. Ao tomarem a coisa tão pessoal, estragam tudo.


No somar de tudo, o resultado de "A TUA CARA NÃO ME É ESTRANHA" é uma noite de pura diversão. Com ele dou umas valentes gargalhadas, muito à pala do Sala, do Zé, do Luís, do JPR, do Mico, do Toy e da Maria João, pessoas que sabem fazer chalaças e ter humor. 

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Segurança NACIONAL

Mais, mais, mais!!
É assim que o espectador fica após terminar outro episódio da série “Segurança Nacional” (Homeland no original).

A passar no canal Fox desde 16 de Janeiro deste ano, vale cada um dos 45 minutos que está no ar. Premiada com um Golden Globe, aborda a luta contra o terrorismo numa perspectiva que foge à tradicional dicotomia «o bom e o vilão». Se a história fosse linear, certamente que cansava o espectador.  Este não é mais tão desconhecedor das realidades do terrorismo.

Esta série conta com prestações magníficas, onde se destaca a actriz Claire Danes, intérprete da agente da C.I.A. Carrie Mathinson, uma mulher brilhante com um instinto certeiro e que, ao mesmo tempo que luta contra o terrorismo com uma entrega total e invencível, luta também contra a sua condição de doente bipolar. Doença que, se descoberta, a impede de imediato de exercer funções na C.I.A.

Carrie trabalha para anular as acções e capturar o terrorista da Al-Qaeda, Abdur Nazir. Após 7 anos sem qualquer informação sobre as suas actividades, eis que Carrie consegue uma pista através de um prisioneiro Israelita: “Um prisioneiro de guerra Americano foi convertido”.

É então que um soldado considerado morto no Iraque regressa à América após 8 anos de clausura e tortura. O seu nome é Nicholas Brody (Damian Lewis), que rapidamente ascende ao papel de Herói Nacional. Carrie pressente que este é o soldado convertido em terrorista e procura convencer os seus superiores da suprema necessidade em manter Brody sobre vigilância constante, mas estes não concordam. Dedicada como só ela, Carrie ignora as ordens e segue o seu instinto, conseguindo convencer dois dos seus melhores amigos a ajudarem-na a instalar câmaras de vigilância na casa da família de BrodyEvidenciando compreensíveis sinais de desajustamento, Brody não consegue relacionar-se com os dois filhos, que estão agora mais crescidos, nem com a esposa Jessica, que durante os 8 anos em que o deram como morto manteve a crença de que ele estava vivo, embora tivesse recentemente encontrado o amor nos braços de um dos melhores amigos de Brody.



Será que Brody foi recrutado por Abnur Nazir e planeia um ataque terrorista contra a América? As suspeitas intensificam-se e o espectador começa a conhecer partes da sua história através dos flash-backs da personagem. Brody recorda a tortura por que passou, esconde que foi obrigado a matar à porrada um seu companheiro e esconde também uma profunda gratidão que não tem como não sentir por… Abnur Nazir! Brody estava por demais humilhado e maltratado e bastou este lhe estender a mão e o tratar como um ser-humano para Brody voltar a acreditar que o era. Afinal, Brody e Nazir são próximos! Mais do que se imagina…

Quanto tudo parece indicar que o terrorista convertido é afinal, nem mais nem menos do que Brody, descobre-se que o soldado dado como morto e que Brody matou à pancada, afinal está vivo e é ele o terrorista! Mas Carrie suspeita que algo não bate certo e começa uma investigação frenética a todas as actividades de Abnur Nazir, crente de que lhe escapou alguma coisa…

Ela sabe que sempre teve razão!

A primeira temporada desta maravilhosa série termina com Carrie a levar tratamentos com eléctrodos para suavizar os sintomas da bipolaridade. Agora demitida do seu cargo e completamente sem rumo, ela continua fixada em Abnur Nazir e no contra-terrorismo… Mas o que ela quer mesmo esquecer é a sua paixão por Brody. E é assim que termina o 12º episódio, que, pelo que descobri agora, é também o ÚLTIMO da primeira temporada. É pena a FOX não fazer chamadas de atenção para o facto porque nada informa o espectador que não vai aparecer um outro episódio na semana seguinte.

Foi assim que terminou para mim outra série que estava a gostar de ver: “V”. Terminou sem eu fazer a mínima ideia que estava a terminar. Saiu do ar, não voltou e andei ali umas semanas a ver se a encontrava… em vão. Mas se servir de consolo aos fãs de “V” (que são muitos), podem continuar a ver a protagonista da série, Morena Baccarin, em “Segurança Nacional”. Cabe a ela dar corpo à esposa de Brody.

*English version soon

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De onde vêm e quem são?

Os blogues não passam de sítios onde alguém escreve uma opinião sobre algo e tudo fica guardado no infinito vazio da blogosfera. Algures, alguém, em qualquer parte do mundo pode, intencionalmente ou não, encontrar esses «desabafos». Pode ler, pode não ler, pode comentar, pode identificar-se e concordar com o que está escrito ou pode estar em desacordo.

Este universo da Blogosfera é assim mesmo e o seu encanto é este. Nunca dei importância ao saber de onde vêm as pessoas que cá vêm parar, o que procuram, o que acham, quanto tempo por cá ficam, o que lêm, mas sei que existem sites que monotorizam essas actividades. Para mim é grego. Ou quase!

No entanto existem coisas básicas que se podem saber. Essas estão aqui ao lado nesta página e qualquer visitante sabe o mesmo que eu: à quanto tempo um visitante acedeu ao blogue e de que parte do mundo. Uma coisa que só está acessível ao proprietário é uma insignificância a que hoje dei importância porque me divertiu. As palavras de busca que conduziram até ao blogue.

Por exemplo: quando procuro uma "receita com restos de bolo-de-rei" (true story), escrevo essas palavras no motor de busca da internet, que pode ser o internet explorer, o Firefox o Google Crome... aquele que a pessoa tiver no computador. Mal escreve essas palavras de procura e quem tiver esta ferramenta aqui ao lado tem acesso a essas palavras e sabe que entrei dentro da sua página fazendo esta procura. Para que serve? Pois não sei, a não ser divertir um pouco. Fica-se com uma noção do que trás as visitas até ao blogue e percebe-se se se está a construir bem o mesmo. Porque se escrevesse "bolo-de-rei" e viesse parar aqui, algo estava errado, não é?

Por algum motivo alguém que escreveu "homens decentes" veio aqui parar... Lamento, mas aqui não encontra nenhum e na internet sendo tão específico, também duvido que vá encontrar lol. Alguém que escreveu "fato e gravata" também veio aqui parar... E por último, alguém procurou alguma informação sobre "adolescentes excitados" e também veio aqui parar. :) Têm de ser mais específicos na procura, senão onde tiver essa expressão são resultados que aparecem!

Mas tirando estes três exemplos, todas as outras buscas vieram dar aqui porque têm a ver com o conteúdo do blogue. Muita procura sobre a casa dos segredos, sobre sitcoms como Alf, Smalville, Dr. House, Verão Azul, A Bela e o Monstro, Dharma e Greg, True Blood e buscas sobre os concorrentes Diogo e Fanny (curioso, não sobre Mota e Fanny) e Cátia e Marco, da Casa dos Segredos2. Frases como "secret story catia vs preguiça" (Funchal), casa dos segredos imagens da catia e marco censuradas. (Leiria), pai da fanny controla a filha (Sintra), marco confuso em relação aos sentimentos por susana (Portalegre), catia casa dos segredos pernas (Cascais), capas de revista sobre ana isabel da casa dos segredo (Braga), catia e marco dormem juntos casa secgredos (Albufeira), antonio pastor baiao (Zurique), casa dos segredos Fanny e diogo (Oliveira de Azeméis) foram as que trouxeram visitantes a esta página.

É claro que, se vier cá parar directo e não por procura num motor de busca, não se tem uma ideia do que procurava a pessoa, mas imagina-se que gosta do blogue ao ponto de o visitar.

Nunca antes tinha ido espreitar estas buscas mas hoje até foi um bocadinho interessante reflectir sobre a amplitude e a casualidade de uma coisa como estas. Desde Zurique, ao Brasil, a várias localidades de Portugal, em 24 horas o meu singelo bloguito foi visitado por muitos :)

PS: adorei descobrir, por exemplo, que alguém no Brasil, São Paulo, também achou que erica durance foi fraca no papel de lois. É o fascínio da blogosfera onde nada e tudo convive.

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CASA DOS SEGREDOS próximo do Final

Deixei de comentar o programa Casa dos Segredos2 aqui no blogue, mas muita coisa mudou desde então.

Este é o programa reality-show que mais mudou de dia para dia, de hora para hora... comentar aqui ao ritmo das novidades tornou-se quase impossivel e muito moroso.

A minha opinião sobre os concorrentes também mudou. Evoluiu com o desenrolar do programa. Mota é aquele de quem menos gosto e não tenho dúvidas quanto a isso. Aquele que inicialmente vi como uma pessoa que manteve a postura com a Fanny e cuja acusação de "mafioso" de Teresa Guilherme me incomodou, afinal merece cada insultozinho que lhe vier à beira.

Revelou ser muito, muito má pessoa. Estava de facto a usar a Fanny, que se deixou usar e que depressa deixou de ser concorrente para se aliar a ele numa atracção cega. (Ai a juventude! Consegue ser tãããoooooo burrinha!).

MOTA é, a meu ver, uma pessoa de má indole, mal dizente, revoltado, falso e sem interesse nenhum mas enfim... não tenho adjectivos que bastem para ilustrar o quanto este concorrente revelou ser mau carácter. Andou pela casa a falar mal de todos. Sem lhes dar hipóteses. Julgou todos de imediato e como se fosse o Deus da justiça, o detentor da verdade, lançou-lhes todo o ódio e artimanhas!

Desejou coisas terríveis, desde cairem e racharem a cabeça numa quina de metal, a terem dores de barriga e diarreia e encontrarem a porta do WC trancada, andou a esconder comida para uma rapariga não ter o que comer, andou a ponderar salgar iogurtes e armou uma forma de os deixar fora do frigorífico para que fossem consumidos estragados. Um NOJO de pessoa!

Só mesmo uma jovem apaixonada por uma coisa que não tem ponta por onde se pegue para achar aquilo a melhor coisa que lhe podia ter acontecido, tsc,tsc,tsc... ;(

Chamou nomes feios a todos, não tratava ninguém pelo nome próprio, mostrando assim ser o respeitador que tanto apregoa. Qual quê! Ele referiu-se às pessoas como "A COISA", a "VIBORA" a "COBRA" aquele "NOJO" o "MACACO". João MOTA é do piorio que pode haver. E não se enxerga a si próprio. Isola-se, é venenoso e acusa os outros de o serem e vê vilões por todo o lado. Por isso sente necessidade de armar logo um grupinho de mafiosos para destilar veneno e destruir os restantes. Enfim, é uma pobre alma podre.

MAS O PROGRAMA aproxima-se do fim e com as suas manipulações internas e julgo que também externas, este concorrente que muitos gostavam que já tivesse saído da casa, conseguiu permanecer finalista. Embora tenha sempre dito que este era um seu objectivo, ontem durante uma prova teve a cara-de-pau de afirmar que "nunca pensou em ser finalista". Um mentiroso que deixa as mentiras à vista como migalhas de pão pelo chão, mas enfim...

Mesmo não lhe conseguindo identificar uma única característica positiva, até porque toda a sua postura é arrogante e de superioridade, só fala frases feitas e repete a mesma coisa over, and over, and over again não parecendo ser capaz de um gesto espontaneo, um que não seja calculado, ainda assim há quem o aponte como vencedor, simplesmente porque não conseguem dissolver aquela imagem inicial dele. Simplesmente porque odeiam a Fanny e querem ver o mota "PREMIADO" pela aquela postura inicial dele com ela. Colocam para trás das costas os muitos seus defeitos, as provas de mau carácter e até o facto de ficar mais ou menos provado que acabou por usar a Fanny e fixam-se nesta "primeira impressão" para o quererem vitorioso. DEVE ser um síndrome qualquer. Coisa de HOMEM que não pode com GAJA possessiva. Qualquer um que passe por isso torna-se logo favorito lool.

Por mim não existem dúvidas que a Daniela S é merecedora por mérito. Uma mulher madura, com a cabecinha no lugar, que soube jogar sem guardar rancores, que se manteve estóica mesmo tendo sido o alvo de inumeros ataques. Mota queria-a FORA da casa e tudo fez para manipular as nomeações nesse sentido. Até ao instante em que quis expulsar outros rivais, e então manipulou o jogo para que DS uma vez não fosse a nomeações, para que depois esta nomeasse os rapazes que Mota pretendia expulsar: Marco na mira! Também este é agora finalista.

TODOS que MOTA quis eliminar são finalistas. O único que destoa ali é ele, percebe-se que não pertence ali. Para mim existiu manipulação de votos aquando a nomeação com Miguel, porque Mota nas sondagens era tido como quem ia sair da casa e, no fórum oficial, é sem dúvida a personagem mais detestada por aquelas bandas.

Os fãs do mota devem ser um palmo de graudos fixados naquela sua postura inicial com a Fanny, milhares de pitas de 13 anos com as hormonas aos saltos que, de resto, é onde também se enquadra a Fanny, e jovens homossexuais. No seu vídeo de apresentação ele próprio diz que é mais assediado por gays do que por raparigas.

Por mim já tinha sido expulso, mas apesar de muitos acharem que vai ganhar, acho que vai acabar em segundo lugar. E para o resto da vida pode frisar isso, como se por isso fosse melhor que os restantes que ficaram em 3º, 4º ou 5º... porque não é.

O curioso é que na internet sumiram todos e quaisquer vídeos do programa que possam comprometar a sua integridade. Toda a maldissência, as noites intimas com Fanny e tudo o que lhe podemos apontar, eclipsou-se dos media publicos, como se não tivesse acontecido nada. O que vale é que sempre há alguém que grava tudo...

Por mim a ordem seria esta, começando pelo vencedor: DS, JJ, Marco, Cátia e Jm.

É uma pena que concorrentes fortes e únicos como JJ e Marco acabem um pouco apagados entre outros que se destacaram mais pelo escândalo ou pela inteligência. Mas é assim que funcionam as coisas...

Eis alguns comentários que encontrei na net sobre o carácter do mota:

«Mas ele sem sequer é giro, tem uma boca horrível, uma penca enorme, um estilo medonho, um ar de fastio... Um andar de pato, uma postura de corcunda.. E quer aquilo ser modelo... » - comentário de uma mulher com mais de 25 anos

«JM sem a Fanny = JJ, mas ainda pior. É um morto-vivo»

«Mota/Menir:
O que têm em comum é terem sido um fardo para a Fanny, ela não estando, são agora dois monos inúteis encostados a um canto»

«JM, vencedor do show off»

«Jm aldabrão»

jm, jogou sempre limpo? onde?

João M: "Não fui conflituoso!" Ah, brincalhão.

Toquem os violinos, o JM nao fala mal, mas quando diz aquelas frases feitas, cansa.

jm, mas que puto falso

O JM pensa que e o dia das mentiras?

Mais um mentiroso compulsivo! Mota a esquecer-se de tudo o que fez e das pessoas que foi pisando pelo caminho. Mentiroso sem intervalos. Nem depois de lhe mostrarem que mente, e capaz de o admitir.

«argumentos dos fãs do mota, para ele vencer: ele é lindo, ele é lindo, ele é lindo mesmo sendo uma cobra que fala mal de todos, ele é lindoooooo, "puro", ele é lindo mesmo roubando comida dos concorrentes..resumindo votem jm porque ele é lindo...»

«Lembram-se quando o Mota desejou que a DaniS e o Marco caissem e batessem com a cabeça na quina de metal? E de dizer que seria bom que a Catia bebesse o molho de marisco que estava ha 1semana no frigorifico (ao qual o M.iguel chamou o molho de veneno)?E lembram-se de quando O Mota disse que ia beber os iougurtes que eram pra DaniS e que ia la por leite com sal pra 'gaja se espumar tda'?E quando ele desejou que os outros(daniS Marco Ca.tia e JJ) tivessem uma grande dor de barriga e que fossem a correr pra WC e esta estar trancada? E que 'homem' que ele foi ao dizer que jamais iria ser falso e juntar-se a 'familia feliz' (DaniS Marco Ca.tia e JJ) e no entanto é o que se tem visto...pra alem de tudo ter dado 'falsas esperancas' a Fa.ny..a realidade foi que ele a usou pra mediatismo e claro pra chegar onde se encontra agora,na final...critica os outros pq n sao verdadeiros quando ele e o mais FALSO que la esta! Ora Pois ai temos o PURO e Lindo por fora e por dentro do JM...Viva a Hipocrisia e a ma indole disfarçada por uma carinha bonita... »


E agora um que encontrei sobre aDS, que vai ao encontro do teor do que algumas pessoas acham desta concorrente:

A mulher tem uma beleza infinita... quando em si sobressai a flor da sabedoria!
PARABÉNS, Daniela Simões... poderás não ser vencedora, mas tua postura, tua sabedoria misturada com teu encanto, aos poucos e poucos se sobressaiu no meio de tanta agressividade, de tanta falta de inteligência, de tanta falta de educação... Repito, poderás não vencer... mas mostrastes aos mais sensatos portugueses, que são muitos, o significado do verdadeiro nome... MULHER. Terás até à final todo meu apoio... e faço apelo aos seus apoiantes, VOTEM Daniela S., só votando ela pode VENCER!!!

A razão pela qual não coloco comentários que encontrei a favor do mota, é porque estes não são argumentativos. Resumem-se a dizer "frases feitas", tal como o próprio, e são básicos como "guerreiro", "vencedor" e pouco mais nada.

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Ah, eu não gosto de televisão e tal, o Teatro e o Cinema isso é que é!

E pela boca morre o peixe!

Uma das coisas que muito me incomodava neste mundo do espectáculo era perceber o desdém que os artistas actores tinham pela televisão. Nós, público, ficavamos a conhecê-los por um papel numa novela e depois liamos numa entrevista que "aquilo foi uma vez para experimentar", que a televisão é um meio "menor para o actor exercer o seu ofício", que a verdadeira representação "é no teatro" e que o cinema "é nobre". Parecia-nos que os actores começavam a fazer novela aliciados por um salario elevado e assim, vendidos à melhor oferta, lá faziam o "frete" de interpretar uma personagem em televisão. Mas não gostavam, queixavam-se, lamentavam-se e iam para as entrevistas elogiar o teatro.

Ora, pela boca morre o peixe! Se antes o desprezo pela TV era notado, hoje pode até continuar, mas perpectuando a sina do artista ao longo dos séculos, se não se quer morrer de fome, trabalha-se em tudo um pouco!

Muita coisa mudou desde então e agora vemos o contrário. Uma migração em massa de artistas que querem um lugar ao sol em televisão. Este veiculo que a mim cedo me fascinou, tão repudiado que foi por artistas mas não só, porque também algum público se deixou levar por essa "arrogância de valores" não admitindo ver novelas, só telejornais mas não perdiam pitada, é agora o mais concorrido, o "rebuçado" mais desejado. Porque é na TV, um veículo para as massas, que está o sustento, uma estabilidade que não existe em nenhum outro lugar.

Um salário fixo, trabalho garantido por vários meses e, com sorte, aquilo que muitos actores ainda hoje torciam o nariz: um contrato de exclusividade. Algo que lhes dá um ordenado mesmo não estando a trabalhar. Que sonho, não?

E agora é vê-los, um pouco a rondar o prato onde cuspiram, a tentarem serem vistos, notados, convidados...

Nesta equação toda tem de entrar a idade. Enquanto se é jovem ainda se acredita que outros meios se abrem e até deve ser verdade. Mas com o avançar da idade, a falta de propostas e de papéis em televisão para pessoas mais velhas, é vê-los a todos, mendigar ou não, utilizando os recursos que tiverem, à procura de um melhor lugar ao sol, porque disso se trata: todos queremos um bom lugar ao sol...

Abri uma revista e lá vinha José Raposo, que a meu ver não se pode queixar da televisão porque lhe identificamos uma longa carreira nela, a queixar-se com um azedume que não há papéis para ele. Ora, não acabou ele de fazer uma novela, não está para entrar noutra e nos entretantos de pois de tanto refilar, já não obteve também uma participação especial na novela actual? Três novelas consecutivas não lhe chegam? Queixa-se exactamente do quê? Pessoalmente esta sua atitude surpreendeu-me porque numa entrevista TELEVISIVA, refira-se, feita há uns anos, pareceu um homem compreensivo e de mentalidade aberta e para quem acabou de casar com uma jovem miuda de 21 anos, esperava-se uma abertura para a vida diferente e eis que, afinal, a idade chega para todos, por mais jovem que tentem manter o espírito, e aquele azedume e revolta que, a meu ver, nele não tem grandes fundamentos, estão lá. Nada oculta a idade...

E onde está o José Raposo, está a ex-mulher, Maria João Abreu, também actriz, também em busca de um lugar ao sol e a tentar que lhe calhe a segurança da exclusividade televisiva. Também ela esteve na novela onde o ex esteve (num papel miserável que não soube enobrecer), fez uma peça de teatro entretanto e voltou para a novela actual com uma mini-participação, novamente, que não aqueceu nem arrefeceu. Nela noto que procura estar sempre com projectos porque parar é morrer... mas cá está: não se podem queixar do que têm encontrado na TV.

Existe MILHARES de actores neste pequeno portugal e existem MILHARES a querer ser actores. Não discuto talento, porque acho que isso é relativo. Tanto me agrada um em bruto, como me desagrada um consagrado. Nem sempre experiência é tudo, nem sempre inexperiência é mau. Mas a verdade é que a TELEVISÃO, ao "crescer" e ao conquistar, tal como me conquistou a mim em criança, as novas gerações e a tornar-se uma ambição para as mais envelhecidas, está a movimentar muita gente mas a oferta é pouca para a quantidade que a procura. Em si a TV nunca empregou tanta gente como nos últimos anos. A produção nacional a crescer, com canais públicos e privados com produção nacional, isso é um oásis para os actores que, de outra forma, teriam de viver de teatro e revista. Não que estes não sejam bons mas convinhamos que o hábito não é praticado por uma massa como aquela que fica em casa a ver TV. A TV é de todos os dias, os outros são "luxos" ocasionais, de uma vez por ano ou de 5 em 5 anos... e não porque não se goste mas porque não existe o hábito e porque não existe um culto ou mesmo uma ZONA artística afamada, que faça com que o culto surja. Por exemplo: em Londres, passear pelo meio da cidade é logo dar de caras com inumeros cartazes de peças teatrais com os rostos dos mais famosos, tudo ali ao lado de casa e sem grandes conflictos. É como entrar numa loja de roupa... é acessível.

Mas também os tempos aureos da TV já lá vão. Esta crise afecta todos e aqueles contratos de exclusividade pagos a preço de ouro por artistas que ganharam fama e nem sempre são assim tão agradáveis de ver (isto são gostos descutíveis mas penso que até os melhores algumas vezes não entregam nada) de algum modo terminou e quem aproveitou, fez bem! Quem está agora a procurar o mesmo, olhe, viesse mais cedo!

Mas nunca se sabe. Água mole em pedra dura... bate, bate que fura!

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Casa dos Segredos - O amor é LINDO!!

Não, não estou a falar de Cátias, Fannys ou afins.

Falo de Marco e Susana, que entraram como ex-casal mas que logo no primeiro programa nos emocionaram - mais ele, que ao vê-la entrar pela porta ficou bastante emocionado.

O que aconteceu de lá para cá toda a gente viu. Não foi bonito - a maioria do que se viu não foi nada bom de se ver, com discussões e faltas de respeito de ambas as partes. O público, na dúvida dos sentimentos de Susana por Marco, não lhe perdoou algumas conspirações e fases menos felizes. Como jogadora, também era bastante fraca, senão inexistente. A Marco, quiseram expulsar pela sua postura violenta, mas deixaram-se enternecer pelo lado sentimental e emotivo do concorrente. Uma coisa quase sempre se verificava: a paixão deste por Susana, mesmo quando disse que tinha acabado, de vez em vez, tal e qual um caracol com os corninhos ao sol, espreitava para fora da casca (escudo).

Bem, mas esta relação sem qualquer esperança de dar certo devido à imaturidade de ambos e à incapacidade de se respeitarem, ganhou novo alento no momento em que Susana sai do programa. Uma vez lá dentro dizia muitas vezes que não queria saber dele, que não o amava, que queria voltar à sua vidinha «do caneco» cá fora, como stripper, que lhe dava «muito dinheiro» (duvido tanto!). Afirmou que eles os dois tinham acabado. Mas uma vez cá fora, proclama ter outras intenções. Diz ela que vai deixar o strip e abandonar as inseguranças que a levam a fazer cirurgias. Quanto a ter um bebé até Março (uma exigência de coacção de Marco), já não vai tão longe. "Uma coisa de cada vez" - diz ela.

Bem, descobri que sou uma romântica e que estou a torcer para que a relação destes dois dê certo. Mesmo sendo capaz de apontar uns tantos defeitos a um e a outro (quem não os tem), também tenho verificado que não há relação que dure que não viva de conflitos diários. A própria TV nos mostra os velhinhos, juntinhos há 60 anos, ainda a discutir por... banalidades!

Que assim seja, se for necessário para o crescimento destes dois. Porque se não se discute, ou só um discute e o outro se abstrai, então é capaz de ser muito mal sinal... e já andam "Diogos" no ar! (Desculpe lá Diogo, mas para este assunto é a analogia perfeita).

Uma coisa é certa: existe amor entre os dois. Se Susana se tivesse mostrado a rapariga meiga e frágil que pareceu ser ao sair da casa, teria ido longe. Mas como pessoa zangada por ter entrado na casa com um segredo partilhado (coisa que não conseguiu ultrapassar) e indiferente ou fria aos avanços iniciais de Marco, não agradou. Até chegou ao ponto de conspirar para o expulsar.

Enfim, muito podia dizer sobre o que se viu, mas existindo amor, nada está perdido! É algo muito importante e é o que não vi em mais nenhuma outra relação ali dentro. Se conseguirem juntar a isso o respeito mútuo, têm futuro! O resto é como Deus quer que seja: difícil, porque é esse o percurso que ambos têm de percorrer. (Já pareço o João Jota!).

Quanto aos filhos... mal posso esperar! A julgar por uma fotografia de Susana no seu original, era bem bonita. O Marco também tem um rostinho de bebé, devem dar filhotes lindos! Já estou a "ver" o Marco todo babado, preocupado e a chorar, por ter uma menina! E tenho esperanças que a Susana venha a descobrir que a maternidade é, afinal, a melhor coisa que podia ter-lhe acontecido. Afinal, quando ficar sozinha porque os pais já se foram, quem a vai reconfortar? O cirurgião plástico? O médico dentista? As próteses de silicone? Não! Aproveita miúda, o que o Marco tem para te oferecer...

Mas para isso, ambos têm de crescer. E sim, ter rendimentos fixos para ganhar estabilidade económica. Ele a trabalhar duro numa pastelaria e ela a tentar ter sucesso numa área qualquer que não exija muito do cérebro nem do corpo. Não que a ache burra, mas demonstrou não ter muita habilidade física nem destreza mental. Ele era mais sabido! E se trabalhou no exército na escrituraria e foi «despromovida» a condutora de veículos, sabe-lo só reforça o conceito que retirei da sua prestação. Susana foi má jogadora e não percebeu que só tinha entrado no concurso por causa do Marco. Sozinha não teria sido escolhida.

Boa sorte aos dois! De preferência juntos mas se tiver de ser, sorte aos dois mesmo se separados.

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